<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617</id><updated>2011-11-21T13:54:01.261-08:00</updated><category term='www.mec.gov.br'/><category term='Fonte:http://alderirdantas.zip.net'/><category term='www.revistapatio.com.br'/><category term='Fonte:www.uece.br/eventos/3fiped/'/><category term='Fonte:http://revistaeducaçao.uol.com.br'/><category term='Jornal O Estado de São Paulo'/><category term='Fonte:www.uol.com.br'/><category term='http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular'/><category term='Fonte:www.ipea.gov.br'/><category term='Fonte:http://aprendiz.uol.com.br'/><category term='Fonte:www.educarparacrescer.abril.uol.com.br'/><category term='http://educarparacrescer.abril.uol.com.br'/><category term='Fonte:educacao.uol.com.br'/><category term='Fonte:Agenca Estado'/><category term='Fonhttp://educacao.uol.com.br'/><category term='Fone:http://revistaeducacao.uol.com.br'/><category term='Fonte:http://www.agora.uol.com.br'/><category term='Fonte:http://www.revistaescola.abril.com'/><category term='Fonte:http://revistaeducacao.uol.com.br'/><category term='Fonte:http://portal.mec.gov.br'/><category term='Fonte:correio braziliense'/><category term='Fonte:Folha Online'/><category term='fonte:www.mec.gov.br'/><category term='Fonte:Folha Online-Educação'/><category term='Fote:Agenca Estado'/><category term='Fonte:uol educação'/><category term='Fonte:www.portaldafamilia.org'/><category term='http://educacao.uol.com.br/biografias/dilma-rousseff.jhtm'/><category term='www.uol.com.br'/><category term='Fonte:revistaensinosuperior.uol.com.br'/><category term='Fonte:http://www.revistaescolapublica.com.br'/><category term='Folha onlie'/><category term='http://revistaensinosuperior.uol.com.br'/><category term='www.fnde.gov.br'/><category term='Folha online'/><category term='Fonte:http://aprendiz.uol.com.br/content/drispiclos.mmp'/><category term='http://www1.folha.uol.com.br'/><category term='http://educacao.uol.com.br'/><title type='text'>Plantando Saberes, Construindo Sonhos</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>154</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-6424566212842069851</id><published>2011-01-04T09:44:00.000-08:00</published><updated>2011-01-04T09:44:12.472-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fonte:www.mec.gov.br'/><title type='text'>Educaçaõ Básica: Governo deve aumentar este ano valor do investimento por aluno</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de  Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) deve ter uma receita,  em 2011, de R$ 94,48 bilhões – um aumento de 13,7% em relação a 2010  (estimado em R$ 83,09 bilhões). A estimativa consta da Portaria  Interministerial nº 1.459, assinada pelos ministros da Educação e da  Fazenda, publicada nesta segunda-feira, 3, no Diário Oficial da União.&lt;br /&gt;Pela portaria, o valor mínimo anual por aluno previsto para 2011 é de R$ 1.722,05, contra R$ 1.414,85, em 2010.&lt;br /&gt;A  contribuição dos estados, do Distrito Federal e dos municípios deve  atingir R$ 86,68 bilhões. A complementação da União ao Fundeb  corresponde a 10% desse montante, ou seja, R$ 8,66 bilhões. &lt;br /&gt;Desse  total, R$ 7,80 bilhões serão repassados pelo Fundo Nacional de  Desenvolvimento da Educação (FNDE) a nove estados que não devem atingir o  valor mínimo anual por aluno com sua própria arrecadação: Alagoas,  Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.  Outros R$ 866 milhões estão reservados para complementar o pagamento do  piso salarial de professores e financiar programas de melhoria da  qualidade da educação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Destinação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Formado  por vários impostos e transferências constitucionais, o Fundeb financia  a educação básica pública. Pelo menos 60% dos recursos de cada estado,  município e do Distrito Federal devem ser usados no pagamento da  remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício, como  professores, diretores e orientadores educacionais.&lt;br /&gt;O restante  serve para despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, o que  compreende uma série de ações: pagamento de outros profissionais ligados  à educação, como auxiliares administrativos, secretários de escola,  merendeiras etc.; formação continuada de professores; aquisição de  equipamentos; construção de escolas; manutenção de instalações. &lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-6424566212842069851?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/6424566212842069851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2011/01/educacao-basica-governo-deve-aumentar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6424566212842069851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6424566212842069851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2011/01/educacao-basica-governo-deve-aumentar.html' title='Educaçaõ Básica: Governo deve aumentar este ano valor do investimento por aluno'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-4831685670580174212</id><published>2011-01-04T09:40:00.000-08:00</published><updated>2011-01-04T09:40:19.206-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://educacao.uol.com.br/biografias/dilma-rousseff.jhtm'/><title type='text'>Dilma Rousseff</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/TSNbCbrWEGI/AAAAAAAAAJA/TS6WWExHVw0/s1600/dilma.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/TSNbCbrWEGI/AAAAAAAAAJA/TS6WWExHVw0/s320/dilma.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Filha do engenheiro e poeta búlgaro Pétar Russév (naturalizado  brasileiro como Pedro Rousseff) e da professora brasileira Dilma Jane  Silva, Dilma Vana Rousseff faz a pré-escola no Colégio Isabela Hendrix  e, a seguir, ingressa em um dos colégios mais tradicionais do Brasil, o  Sion, de influência católica, ambos em Belo Horizonte.  &lt;br /&gt;Aos 16 anos, transfere-se para uma escola pública, o Colégio Estadual  Central (hoje Escola Estadual Governador Milton Campos). Começa, então, a  militar como simpatizante na Organização Revolucionária Marxista -  Política Operária, conhecida como Polop, organização de esquerda  contrária à linha do PCB (Partido Comunista Brasileiro), formada por  estudantes simpáticos ao pensamento de &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/klick/0,5387,1575-biografia-9,00.jhtm"&gt;&lt;u&gt;Rosa Luxemburgo&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u497.jhtm"&gt;&lt;u&gt;Leon Trotski&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;.  &lt;br /&gt;Mais tarde, em 1967, já cursando a Faculdade de Ciências Econômicas da  Universidade Federal de Minas Gerais, Dilma passou a militar no Colina  (Comando de Libertação Nacional), organização que defendia a luta  armada. Esse comportamento, de passar de um grupo político a outro, era  comum nos movimentos de esquerda que atuavam durante o período da  ditadura iniciada com o &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u14.jhtm"&gt;&lt;u&gt;Golpe de 1964&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1969, já vivendo na clandestinidade, Dilma usa vários codinomes para  não ser encontrada pelas forças de repressão aos opositores do regime.  No mesmo ano, o Colina e a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) se  unem, formando a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares  (VAR-Palmares). Em julho, a VAR-Palmares rouba o "cofre do Adhemar", que  teria pertencido ao ex-governador de São Paulo Adhemar de Barros. A  ação ocorreu no Rio de Janeiro e teria rendido à guerrilha US$ 2,4  milhões. Dilma nega ter participado dessa operação, mas há quem afirme  que ela teria, pelo menos, ajudado a planejar o assalto.  &lt;br /&gt;Em setembro de 1969, a VAR-Palmares sofre um racha. Volta a existir a  VPR. Dilma escolhe permanecer na VAR-Palmares - e ainda teria organizado  três ações de roubo de armas no Rio de Janeiro, sempre em unidades do  Exército.  &lt;br /&gt;Presa em 16 de janeiro de 1970, em São Paulo, o promotor militar  responsável pela acusação a qualificou de "papisa da subversão". Fica  detida na Oban (Operação Bandeirantes), onde é torturada. Depois, é  enviada ao Dops. Condenada em 3 Estados, em 1973 já está livre, depois  de ter conseguido redução de pena no STM (Superior Tribunal Militar).  Muda-se, então, para Porto Alegre, onde cursa a Faculdade de Ciências  Econômicas, na Universidade Federal do RS.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;  Do PDT ao PT&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;Filia-se, então, ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), fundado por &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u677.jhtm"&gt;&lt;u&gt;Leonel Brizola&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; em 1979, depois que o governo militar concedeu &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/atualidades/ult1685u20.jhtm"&gt;&lt;u&gt;anistia&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; política a todos os envolvidos nos anos duros da ditadura.&lt;/h3&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    Dilma Rousseff ocupou os cargos de secretária da Fazenda da Prefeitura  de Porto Alegre (1986-89), presidente da Fundação de Economia e  Estatística do Estado do Rio Grande do Sul (1991-93) e secretária de  estado de Energia, Minas e Comunicações em dois governos: Alceu Collares  (PDT) e Olívio Dutra (PT).&lt;br /&gt;Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001, coordenou a  equipe de Infra-Estrutura do Governo de Transição entre o último mandato  de &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u72.jhtm"&gt;&lt;u&gt;Fernando Henrique Cardoso&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; e o primeiro de &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u73.jhtm"&gt;&lt;u&gt;Luiz Inácio Lula da Silva&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;, tornando-se membro do grupo responsável pelo programa de Energia do governo petista.&lt;br /&gt;MinistériosDilma Rousseff foi ministra da pasta das Minas e Energia  entre 2003 e junho de 2005, passando a ocupar o cargo de Ministra-Chefe  da Casa Civil desde a demissão de José Dirceu de Oliveira e Silva, em 16  de junho de 2005, acusado de corrupção.&lt;br /&gt;Em 2008, a Casa Civil foi envolvida em duas denúncias. Primeiro, a da  montagem de um provável dossiê contendo gastos pessoais do ex-presidente  Fernando Henrique Cardoso. O dossiê seria uma suposta tentativa de  silenciar a oposição, que, diante do escândalo dos gastos com cartões de  créditos corporativos realizados por membros do governo federal, exigia  a divulgação dos gastos pessoais do presidente Luiz Inácio Lula da  Silva e de sua esposa. Depois, em junho, a ex-diretora da Agência  Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, acusou a Casa Civil de  ter pressionado a agência durante o processo de venda da empresa Varig  ao fundo de investimentos norte-americano Matlin Patterson e seus três  sócios brasileiros. Dilma Rousseff negou enfaticamente todas as  acusações.&lt;br /&gt;Em 9 de agosto de 2009, a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, disse ao jornal &lt;i&gt;Folha de S. Paulo&lt;/i&gt;  que, num encontro com Dilma, a ministra teria pedido que uma  investigação realizada em empresas da família Sarney fosse concluída  rapidamente. Dilma negou a declaração de Lina, que, por sua vez,  reafirmou a acusação em depoimento no Senado Federal, mas não apresentou  provas.&lt;br /&gt;Apesar de, em diferentes períodos, ter cursado créditos no mestrado e  no doutorado de Economia, na Unicamp, Dilma Rousseff jamais defendeu a  dissertação ou a tese.&lt;br /&gt;De guerrilheira na década de 1970 a participante da administração  pública em diferentes governos, Dilma Vana Rousseff tornou-se uma figura  pragmática, de importância central no governo Lula. No dia 20 de  fevereiro de 2010, durante o 4º Congresso Nacional do Partido dos  Trabalhadores, Dilma foi aclamada pré-candidata do PT à presidência da  República. Em 31 de março, obedecendo à lei eleitoral, afastou-se do  cargo de ministra-chefe da Casa Civil. Durante a cerimônia de  transferência do cargo, assumido por Erenice Guerra, Dilma afirmou,  referindo-se ao governo Lula: "Com o senhor nós vencemos. Vencemos a  miséria, a pobreza ou parte dela, vencemos a submissão, a estagnação, o  pessimismo, o conformismo e a indignidade".&lt;br /&gt;De fato, Dima Rousseff venceu as eleições presidenciais de 2010, no  segundo turno, com 56,05% dos votos válidos, tornando-se a primeira  mulher na presidência da República Federativa do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-4831685670580174212?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/4831685670580174212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2011/01/dilma-rousseff.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4831685670580174212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4831685670580174212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2011/01/dilma-rousseff.html' title='Dilma Rousseff'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/TSNbCbrWEGI/AAAAAAAAAJA/TS6WWExHVw0/s72-c/dilma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-687031705048470340</id><published>2010-08-02T12:59:00.000-07:00</published><updated>2010-08-02T12:59:18.381-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>Alunos vice-versa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O aluno é um só, certo? Do ponto de vista de gestão, não  necessariamente. A dificuldade de se posicionar no relacionamento com o  alunado pode ser a causa de alguns dos problemas das instituições de  ensino superior particulares. No âmbito acadêmico, o aluno deveria ser  visto como um produto. E na interface com a área administrativa, como  cliente. A defesa de que a relação entre a instituição e o aluno muda  conforme a situação é a base da tese da pesquisadora Cláudia Rizzo.  Defendida pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade  (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), a tese de doutorado de Cláudia  foi apresentada em fevereiro deste ano e desenvolve um novo modelo de  gestão para as instituições de ensino superior. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o  modelo proposto por Cláudia em Gestão estratégica do aluno/cliente nas  instituições de ensino privadas: um estudo de caso, a relação de consumo  com uma instituição de ensino superior é diferente das relações  tradicionais, quando o cliente tem plenas condições de exigir suas  demandas a uma empresa. Na situação aluno e faculdade, o primeiro não  tem o conhecimento necessário para determinar o que quer como serviço  educacional, ainda que a instituição precise identificar quais são as  suas necessidades. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, o estudante pode ser considerado um  "produto em transformação", que entra como aprendiz e sai como  profissional. Cabe à instituição cobrar desempenho e dedicação, mas não  considerá-lo como um cliente dentro da sala de aula, e sim produto ainda  sendo preparado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já fora dela, no caso de o aluno precisar  retirar um livro da biblioteca, ou ao ser atendido por meio dos meios  eletrônicos, por exemplo, ele deve ser visto como cliente, pois  necessita de um bom atendimento dos funcionários e de uma boa  infraestrutura para desenvolver sua formação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Ainda vemos hoje  alunos/clientes buscando instituições reconhecidas como melhores. Mas  uma grande parte já está dando mais ênfase ao relacionamento com as  instituições, ou seja, o que elas podem oferecer enquanto pacote de  serviços, e não só como marca", diz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pesquisa foi realizada em  agosto de 2008 em sete faculdades de uma fundação mantenedora particular  da cidade de São Paulo. Ao todo foram entrevistados 120 alunos, 26  professores, 42 funcionários, 10 gestores e 6 diretores. As instituições  eram direcionadas para a classe A, com alunos na faixa etária de até 20  anos, metade trabalha e 85% apontam intenção de dar continuidade aos  estudos após a graduação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aplicar o modelo proposto pela  pesquisadora, o primeiro passo é a instituição definir o segmento no  qual está inserida e a sua posição em relação aos concorrentes,  identificando questões como a classe social que pretende atingir, a  região onde o campus será instalado e a infraestrutura oferecida. Em  seguida se estabelece o posicionamento da instituição no mercado. A  proposta não precisa ser necessariamente de inovação ou originalidade.  Nesse quesito, conhecer bem as preferências do público-alvo é crucial.  Pais e mercado também exercem grande influência e devem ser  considerados, especialmente por serem financiadores do serviço e  consumidores do produto formado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As delimitações de áreas de  atua­ções e definição de estratégias têm o objetivo de apontar uma  direção para atingir objetivos específicos. Isso permite que a  identidade estabelecida seja facilmente reconhecida tanto pelos  potenciais alunos/clientes como pelos funcionários da universidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro  momento inicial importante é o processo seletivo, já que esse é o  primeiro contato entre o aluno/cliente e a instituição. Assim, a  instituição deve manter um programa permanente de treinamento para os  atendentes, com o objetivo de que todas as possíveis dúvidas possam ser  respondidas e qualquer informação esclarecida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse trabalho de  atualização constante deve ser realizado também com o corpo docente e  administrativo, de acordo com as necessidades específicas de cada área.  Professores precisam de programas e cursos periódicos de formação para  que o aluno se torne um produto valioso. Administradores devem estar  sempre em contato com novas ferramentas, e dessa maneira oferecer o  melhor serviço possível aos clientes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, seja no corpo  docente, no atendimento ou na infraestrutura, Cláudia Rizzo afirma que é  necessário criar um grupo de indicadores de qualidade para obter o  resultado das ações. "Manter sempre o foco no bom desenvolvimento dessas  três frentes pode parecer óbvio, mas é exatamente onde muitas  instituições falham", diz.&lt;br /&gt;Tais indicadores podem ser obtidos na  forma de avaliações internas e externas, desde que sempre levem em  consideração o segmento e posicionamento estabelecido pela instituição,  seus objetivos e estratégias propostas. Assim como em qualquer empresa,  para que um novo projeto tenha sucesso, a instituição precisa conhecer  seus limites.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de o modelo de gestão desenvolvido por  Cláudia Rizzo ainda não ter sido colocado em prática, ela acredita que  ele pode ser aplicado em universidades de perfis diferentes, mesmo que o  estudo tenha analisado apenas uma fundação. Isso porque, na opinião da  pesquisadora, o ensino superior privado é uma área relativamente nova no  país, que nos últimos 20 anos cresceu cerca de 300%, e atualmente  movimenta bilhões de reais por ano. "É um mercado altamente competitivo e  que precisa ser discutido", defende. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De fato, 70% dos alunos  entrevistados pela pesquisadora afirmaram preferir o atendimento ao vivo  na faculdade, confrontando a postura que a maioria das instituições tem  adotado, de utilizar novas tecnologias de soluções a distância. De  acordo com ela, isso demonstra o quanto um aluno, como cliente, exige  cada vez mais não só a qualidade da sua formação, mas de toda a  estrutura oferecida pela instituição.&lt;/div&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" colspan="2" style="color: white; font-family: tahoma,verdana,arial; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;Modelo proposto&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;- Segmentação: Identificar o perfil da universidade e o seu pú­blico-alvo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Posicionamento: Avaliar e direcionar o diferencial em relação às concorrentes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Treinamento: Manter cursos de formação para todos os setores que mantêm contato com o aluno;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Relação: Estabelecer em que situações o aluno deve ser tratado como produto e como cliente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Indicadores de qualidade: Realizar avaliações periódicas para garantir os objetivos definidos previamente.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-687031705048470340?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/687031705048470340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/08/alunos-vice-versa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/687031705048470340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/687031705048470340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/08/alunos-vice-versa.html' title='Alunos vice-versa'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-5233399004991357671</id><published>2010-08-02T12:56:00.000-07:00</published><updated>2010-08-02T12:56:03.296-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>O caminho de volta</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bombardeio  de campanhas de atração de alunos, guerra de preços, kits promocionais.  Num cenário de aumento no número de instituições de ensino superior e  estabilidade no volume de ingressantes, os alunos se tornaram,  naturalmente, o grande alvo do marketing universitário. Mas, se as  estratégias acabam após a prova do vestibular, algo tende sair errado no  meio do percurso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisa recente do Sindicato das Entidades  Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São  Paulo (Semesp) indicou uma evasão recorde nas instituições privadas em  2008: 20,7% nacionalmente, 21,10% no Estado de São Paulo e 24,21% na  região metropolitana de São Paulo. A pesquisa traz um dado ainda mais  preocupante: a maioria evade nos dois primeiros semestres do curso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será,  então, que o investimento para atrair esse aluno é compensado quando  ele abandona a graduação em menos de um ano? Pesquisas apontam que, além  do custo de captação, o aluno que abandona o curso no primeiro ano  provoca, em média, uma perda de receita futura de R$ 13 mil a R$ 16 mil.  "A mensalidade normalmente significa de 40% a 50% no orçamento do  estudante e muitas instituições usaram e abusaram da estratégia de optar  por descontos ou concederem boas reduções nos preços das mensalidades,  como forma de atrair mais ingressantes. Em um primeiro instante a tática  funcionou, mas, a partir do momento em que a evasão também cresceu, a  concessão de descontos começou a comprometer as finanças e as receitas  das instituições", analisa Rodrigo Capelato, diretor-executivo do  Semesp.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A evasão é vista pelo mercado como um dos maiores e mais  preocupantes desafios do sistema educacional, pois é um fator de  desequilíbrio, desarmonia e desajustes dos objetivos educacionais  pretendidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Rodrigo, a taxa de evasão é, sem dúvida, alta,  mas é uma consequência clara do aumento do acesso das classes com menor  poder aquisitivo ao ensino superior. "Nos últimos anos, houve uma  redução no valor das mensalidades e um aumento na oferta do crédito  educativo, mas ainda falta uma política, na maior parte das  instituições, para manter esse aluno de baixa renda na universidade."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O  fator financeiro, no entanto, é apenas um dos motivos para que a cada  ano um maior número de alunos abandone a graduação (veja box abaixo).  Carlos Monteiro, diretor e consultor da CM Consultoria, avalia que o  problema reside na falta de currículos adequados. "Muitas instituições  esquecem que o seu aluno está sendo formado para ser um futuro  profissional de mercado e que esse mercado está cada vez mais exigente,  portanto deixam de oferecer cursos adequados às reais necessidades desse  mercado. Currículos inadequados acabam se transformando em uma das  principais razões da desistência e da falta de motivação para que os  alunos continuem frequentando os cursos." &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O consultor indica  ainda outra razão cada vez mais evidente: a formação de turmas com  diferentes faixas etárias na mesma sala de aula. "Os alunos mais  experientes não só em termos de idade como de experiência de mercado não  se sentem confortáveis em dividir o mesmo espaço com outros que  acabaram de sair do ensino médio e não têm maturidade para muitas vezes  levarem o curso a sério", lembra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Traçar um perfil do aluno que se  pretende atrair é outro dado importante. Para Ryon Braga, consultor  educacional e presidente da Hoper Consultoria, as instituições devem  reforçar o nivelamento intelectual, o que pode garantir a permanência  dos alunos. "Em busca de quantidade ao invés de qualidade, as  instituições têm buscado alunos que não têm o perfil, nem financeiro e  nem intelectual, de que elas precisam."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ryon ainda enumera outros  fatores determinantes para as altas taxas de evasão que, em sua maioria,  coincidem com os dados da pesquisa do Semesp: a classe socioeconômica  do aluno; a escola de origem e o local de residência do estudante; a  captação de alunos fora do perfil da instituição; uma grade curricular  antiquada e distante do mercado; falsas promessas propagadas pelas  instituições para conquistar esse público e a dificuldade do aluno em  ter um bom desempenho escolar por não conseguir acompanhar o  desenvolvimento do curso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A visão de que o próprio processo  educacional é responsável direto pelas altas taxas de abandono é  compartilhada por alguns analistas do mercado, já que o aluno vem do  ensino médio acostumado a um processo bem diferente daquele adotado no  ensino superior. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Preencher as vagas é uma condição fundamental  para a sustentabilidade de qualquer projeto acadêmico institucional,  mas, seja na iniciativa privada ou nas escolas públicas, é preciso ir  mais além e buscar o melhor aluno possível, aquele capaz de se envolver  de tal forma na sua formação profissional que permaneça até o final, sem  contribuir para os índices de evasão," diz Carlos Monteiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto  o aprendizado no ensino médio consiste basicamente na memorização, que  não contribui para a formação de um espírito investigador, na  universidade o aluno tem de pesquisar para criar os seus próprios textos  ou defender seus projetos e assim sofre um impacto na forma como as  disciplinas são ministradas, perdendo muitas vezes o interesse pelo  curso escolhido. Por isso, grande parte das instituições adota programas  de formação complementar para os alunos que chegam aos bancos  universitários.&lt;br /&gt;Esse seria um dos motivos para a pesquisa também  apontar uma alta evasão entre as instituições públicas: 14,4%. Em 2008,  ao anunciar as metas para o Reuni (Reestruturação e Expansão das  Universidades Federais), o MEC definiu que a evasão do sistema deverá  ser reduzida para 10% até 2012. É uma meta bastante ousada, já que  alguns cursos, principalmente os ligados à área de exatas, têm uma  grande concentração de evasão que chega a quase 50% das matrículas. Em  países europeus e nos Estados Unidos, os índices de evasão hoje são  ligeiramente superiores a 10%. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Rodrigo Capelato, "quando um  aluno desiste de um curso, mesmo que seja em uma universidade pública, o  prejuízo não é só do estudante, mas também da instituição de ensino, já  que elas possuem uma estrutura fixa cara. Se a turma é pequena e fica  ainda menor com a evasão, pior ainda, pois muitas vezes a opção que  resta é tentar convencer os alunos a se transferirem para cursos  semelhantes".  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o sinal vermelho piscando, as instituições  entraram em um processo de dar mais atenção para os sistemas de captação  e retenção de alunos, entendendo que captação não significa mais ou não  se resume em apenas preencher as vagas oferecidas. A nova configuração  desse mercado exige medidas práticas e uma nova cultura escolar  universitária, capaz de criar mecanismos internos de manutenção do aluno  no ensino superior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra nova característica apontada pelos  estudiosos e consultores do mercado é a chegada aos bancos  universitários de uma nova geração de alunos, a chamada Geração Y, que  não tem grande poder de concentração e que desenvolveu novas  competências básicas para a sua sobrevivência, como construir projetos  próprios e altamente críticos em relação ao que existe na sociedade  atual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A adoção de novas táticas na gestão para captação e  retenção de alunos foi uma necessidade que se fez presente a partir do  momento que a concorrência cresceu significativamente entre as  instituições de ensino superior. E a primeira mudança foi alterar a  prática de prospecção de alunos, incluindo, por exemplo, a "visita ao  campus" antes da inscrição ao vestibular. Com o tempo, essa estratégia  se tornou uma boa opção para atrair, mas insuficiente para reter.&lt;/div&gt;As  chamadas táticas usuais de captação de alunos (divulgação em feiras nas  escolas de ensino médio; organização de palestras; visitas monitoradas  aos campi; alta utilização de merchandising em eventos e a exploração de  uma oferta variada de cursos de extensão) foram sendo substituídas ou  ganharam mais uma aliada com o advento da propaganda veiculada em mídia  de massa antes dos vestibulares ou das campanhas de preços promocionais  nas mensalidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Motivos para a evasão:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Financeiro;&lt;br /&gt;- Falta de vocação para o curso;&lt;br /&gt;- Trabalho em horário incompatível com as aulas;&lt;br /&gt;- Disciplinas não correspondem às expectativas;&lt;br /&gt;- Dificuldades em acompanhar o conteúdo;&lt;br /&gt;- Mudou e a instituição ficou distante da casa e/ou do local de trabalho. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" colspan="2" style="color: white; font-family: tahoma,verdana,arial; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;Grade inflexível&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;O  sonho de cursar uma universidade pública ficou para trás para a carioca  Denise A. Corrêa, de 35 anos. Décima primeira colocada no vestibular  para letras da UFRJ, ela não pôde continuar os estudos, já que o curso  não oferecia uma grade flexível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu tinha de ir à faculdade em  horários diferentes ao longo do dia. Isso me impossibilitava de  trabalhar. Além disso, senti a necessidade de fazer um curso particular  de inglês para acompanhar as aulas. Teria de viver em função da  faculdade e precisava ajudar em casa", lamenta.&lt;br /&gt;Denise ainda  iniciou e parou, em faculdades privadas, os cursos de direito e  marketing, quando finalmente, em 2006, conseguiu voltar a estudar e se  formou em gestão de recursos humanos na Universidade Estácio de Sá.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" colspan="2" style="color: white; font-family: tahoma,verdana,arial; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;Pensando em voltar&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;A  conclusão do curso de enfermagem para o produtor de eventos Clayton  Scadelai teve de ficar para depois. O jovem de 24 anos precisou parar a  faculdade por não conseguir conciliar a rotina de aulas e atividades  laboratoriais com o trabalho. "O meu trabalho como produtor não tem  rotina e, por isso, eu estava chegando muito atrasado às aulas. Fiquei  muito chateado em ter de parar, mas encarei como uma decisão momentânea e  que poderia continuar depois. É uma vontade que não morreu", revela.&lt;br /&gt;No  entanto, Scadelai sabe que voltar a fazer enfermagem, diante da rotina  de trabalho, não será de imediato. Enquanto isso, ele tem um plano B.  "Penso em fazer outro curso superior, de designer de interiores, e  futuramente pretendo voltar para a enfermagem", diz.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" colspan="2" style="color: white; font-family: tahoma,verdana,arial; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;Mensalidade baixa não compensou&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;Há  casos em que a falta de organização e, até mesmo, de preparo dos  professores faz com que o aluno desista do curso. Eder Gomes de Moraes,  25 anos, passou por essa experiência.&lt;br /&gt;"Fiquei apenas um mês e meio  no curso de análise de sistemas. Decidi parar depois que comecei a  perceber muita coisa errada na coordenação do curso e com alguns  professores que sequer sabiam o conteúdo a ser dado", afirma.&lt;br /&gt;Eder  confessa que foi atraído pelo baixo preço das mensalidades, mas diz que  nem sempre isso é vantagem. O segredo para não cair em uma armadilha  deste tipo é, segundo ele, pesquisar bastante sobre a instituição de  ensino. "Agora estou mais cauteloso na hora de escolher um curso, tanto  que devo voltar a estudar, só que na faculdade em que minha esposa já  estuda."&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" colspan="2" style="color: white; font-family: tahoma,verdana,arial; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;Decepcionado com o curso&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;Guilherme  Arena Ferreira Silva, de 22 anos, morador de Mongaguá, litoral de São  Paulo, começou e parou o curso de gastronomia por duas vezes. "Em 2006,  fui viver em Balneário Camboriú para estudar e encontrei dificuldades  por não arranjar emprego e, principalmente, lidar com serviços  domésticos como fazer comida, lavar louça e roupa", conta o jovem.&lt;br /&gt;De  volta para casa, ele decidiu retomar, em 2009, o curso de gastronomia,  só que desta vez em uma universidade na baixada santista. Foi então que  ele descobriu que a profissão estava muito distante do que imaginava. &lt;br /&gt;"Peguei  um grupo de alunos que não queria nada com nada. Era difícil lidar com  essa situação, já que eu levava o curso muito a sério. Além disso, com o  passar do tempo me desiludi, não era o que eu queria. Descobri que não  gostava de cozinhar para os outros, e sim para mim", diz o jovem, que já  planeja voltar a estudar, mas desta vez no curso superior de  biomedicina.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;table&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a class="leia_tb" href="http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12624"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-5233399004991357671?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/5233399004991357671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/08/o-caminho-de-volta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/5233399004991357671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/5233399004991357671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/08/o-caminho-de-volta.html' title='O caminho de volta'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-3509673582510045786</id><published>2010-08-02T12:48:00.000-07:00</published><updated>2010-08-02T12:48:50.299-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://www1.folha.uol.com.br'/><title type='text'>Ministro da Educação quer professores de ensino básico com pós-graduação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; O ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu que o próximo Plano  Nacional de Educação estipule metas para a formação de professores do  ensino básico público com pós-graduação. Para o ministro, o professor  especializado tem mais condições de estimular o ingresso à iniciação  científica na sala de aula. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; "Isso vai ajudá-lo [professor] a um ambiente mais propício para essa  prática", disse o ministro. A palestra de Haddad encerrou a 62ª Reunião  Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na  capital potiguar, na sexta-feira (30). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; No início da conferência, Haddad foi interrompido pelo protesto de  estudantes e professores do PET (Programa de Educação Tutorial). O  programa prevê que os alunos recebam orientação de um tutor para  atividades extracurriculares, inclusive na área de ciências. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Os manifestantes pediam a revogação de duas portarias, assinadas pelo  ministro nesta semana, que estabelecem o prazo de seis anos para os  tutores permanecerem no programa. Segundo Haddad, as medidas foram  editadas com o aval das principais instituições representadas no PET,  mas prometeu uma reunião com os estudantes para discutir as portarias. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-3509673582510045786?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/3509673582510045786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/08/ministro-da-educacao-quer-professores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3509673582510045786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3509673582510045786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/08/ministro-da-educacao-quer-professores.html' title='Ministro da Educação quer professores de ensino básico com pós-graduação'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-8149825809014341385</id><published>2010-08-02T12:42:00.000-07:00</published><updated>2010-08-02T12:42:59.082-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://educacao.uol.com.br'/><title type='text'>Em 2010, 15 ex-prefeitos já foram condenados pelo TCU por irregularidades na merenda escolar</title><content type='html'>&lt;div id="texto"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                          &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um levantamento feito pelo &lt;strong&gt;UOL Educação&lt;/strong&gt; mostra  que, entre janeiro e agosto, 15 ex-prefeitos foram condenados pelo TCU  (Tribunal de Contas da União) a devolver dinheiro para o governo federal  por causa de irregularidades na distribuição de merenda escolar.   &lt;br /&gt;O valor devido pelos políticos chega a R$ 5,4 milhões, em valores da  época das irregularidades. Neste ano, o FNDE (Fundo Nacional de  Desenvolvimento da Educação) está repassando a  Estados e municípios R$  0,30 por dia para cada aluno. Tomando por base esse valor, seria  possível alimentar, em um dia, 18 milhões de crianças em idade escolar  com a verba  desviada a ser devolvida. Em 2010, o governo federal deve  gastar R$ 3 bilhões em merenda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos 15 casos, quatro estão no Maranhão, quatro na Bahia, dois em São  Paulo e, o resto, dividido entre Goiás, Alagoas, Amapá, Pará e  Pernambuco. Uma ex-prefeita de Caxias (MA), a 360 km da capital São  Luís, é a que teve condenação no valor mais alto: cerca de R$ 2 milhões.  Além de ter comprado alimentos com preços acima dos praticados no  mercado, foram detectados problemas em notas fiscais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As irregularidades identificadas pelo FNDE  –que faz uma  complementação do dinheiro da merenda aos municípios– e pelo TCU vão  desde o superfaturamento de produtos à falta de prestação de contas.  Segundo o fundo, um ex-prefeito de Dormentes (PE), a cerca de 700 km de  Recife, forneceu quantidades menores de merenda do que o custeado pelo  PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar, que é do FNDE). No Pará e  em Alagoas, há ex-prefeitos que deixaram de distribuir a comida para as  escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para José Matias Pereira, professor de administração pública da UnB  (Universidade de Brasília), o que estimula algumas autoridades a  desviarem esse tipo de verba é a sensação de impunidade. “O alimento, às  vezes, é a motivação para o aluno ir para a escola. Quando você pega um  prefeito que se posiciona dessa forma [desviando recursos], na verdade,  ele age dentro de um contexto e é motivado, principalmente, por  interesses menores”, diz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;13 milhões&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tempo para que um gestor público seja condenado pode passar de  cinco anos. Um ex-prefeito de Ibirapitanga (BA), a 361 km de Salvador,  por exemplo, teve problemas com contratos em 1998 e foi condenado  somente em 2010. A demora no julgamento das ações acaba elevando o valor  devido, já que as decisões exigem o pagamento com correção monetária. O  valor a ser devolvido já pode ter passado de R$ 13 milhões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo com a devolução, o dinheiro não volta necessariamente para o  FNDE ou para o Ministério da Educação, já que o depósito precisa ser  feito na conta única do Tesouro Nacional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor também critica a demora em punir os responsáveis. “Se  você me perguntar se um diretor de escola não sabe que os alunos estão  sendo alimentados, sim, ele sabe. Essa informação teria que ir para um  sistema de controle e ter prioridade”, afirma. Quem detectar  irregularidades nas merendas pode denunciar o fato ao Ministério  Público.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-8149825809014341385?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/8149825809014341385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/08/em-2010-15-ex-prefeitos-ja-foram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/8149825809014341385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/8149825809014341385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/08/em-2010-15-ex-prefeitos-ja-foram.html' title='Em 2010, 15 ex-prefeitos já foram condenados pelo TCU por irregularidades na merenda escolar'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-3063774816753581843</id><published>2010-07-28T11:21:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T11:21:49.852-07:00</updated><title type='text'>Precisamos formar 10 mil doutores por ano, diz presidente de associação de pós-graduandos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Digo que precisamos formar mais de 10 mil doutores por ano para que  possamos realizar o desenvolvimento econômico e social do país”, disse a  presidente da ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos), Elisangela  Lizardo. “Tenho visto críticas equivocadas. Há quem diga que já temos  muitos doutores, que não precisamos continuar formando no ritmo em que  estamos", completou a acadêmica em mesa-redonda da 62ª reunião anual da  SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), que acontece de  25 a 30 de julho em Natal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mesa-redonda, que aconteceu dia 26 de julho, tratava dos três anos  do Reuni (Programa Reestruturação e Expansão das Universidades Federal).  Para ela, a expansão da graduação deve se estender à pós. “A ANPG  ressalta que o fomento, em especial às bolsas, tanto de iniciação  científica como para os pós-graduandos, é muito importante para o  desenvolvimento do sistema. Essas iniciativas devem ser casadas", disse  Elisangela. Outra especialista que participava do encontro, Helena  Nader, considera a pós-graduação como um dos desafios do programa de  expansão: “Quero ver como será o Reuni da pós-graduação”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O representante do MEC (Ministério da Educação) no debate, Murilo  Camargo, comentou sobre o Programa de Qualificação das Universidades  Públicas. A iniciativa, que une MEC e Capes (Coordenação de  Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) tem como objetivo auxiliar  as universidades a estruturar seus programas de pós-graduação. Segundo a  Sesu (Secretaria de Ensino Superior), a&amp;nbsp; intenção é induzir e orientar  para que as insstituições mais novas sejam polos produtores de  conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Começou a ser feito um mapa da situação de cada instituição, pois  elas terão que se atender, dentro de um prazo estabelecido, o que prevê  resolução já aprovada pelo CNE, mas que ainda necessita de homologação  pelo MEC”, explicou Camargo. O coordenador se referia à resolução, que  regulamenta o art. 52, inciso I da Lei 9.394, de 1996, e dispõe sobre  normas e procedimentos para credenciamento e recredenciamento de  universidades do sistema federal de ensino. No art. 3º, inciso VI, é  dito que, para ser credenciada como universidade, a instituição deve ter  oferta regular de pelo menos quatro cursos de mestrado e dois de  doutorado, reconhecidos pelo MEC. As instituições que não preenchem este  requisito terão prazo para cumprimento até 2016.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Informações da Capes&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-3063774816753581843?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/3063774816753581843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/precisamos-formar-10-mil-doutores-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3063774816753581843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3063774816753581843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/precisamos-formar-10-mil-doutores-por.html' title='Precisamos formar 10 mil doutores por ano, diz presidente de associação de pós-graduandos'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1681573919033248001</id><published>2010-07-24T04:08:00.000-07:00</published><updated>2010-07-24T04:08:57.513-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:www.uece.br/eventos/3fiped/'/><title type='text'>III Fórum Internacional de Pedagogia-FIPED</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/TErIixYD1sI/AAAAAAAAAIc/rfXZWU48clE/s1600/iiifiped-09062010-165231.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="105" src="http://3.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/TErIixYD1sI/AAAAAAAAAIc/rfXZWU48clE/s400/iiifiped-09062010-165231.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O III Fórum Internacional de Pedagogia –  FIPED será realizado, em 2010, em Quixadá-Ceará-Brasil. Este tem o  objetivo de ser um ambiente de debate nacional e internacional, sobre a  pesquisa na graduação que congregue profissionais e estudantes de  Pedagogia e demais áreas da educação, visando assumir a causa da  articulação entre ensino, pesquisa e extensão também na Graduação em  Pedagogia e demais áreas de formación de docentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A criação desse espaço de discussão  começou a se delinear em decorrência da reformulação do currículo dos  Cursos de Pedagogia que dentre outra exigências, tem-se como  necessidades emergentes a compreensão dos professores universitários  como capazes de conduzir as aulas da Graduação em Pedagogia de tal forma  que os discentes possam articular, desde os primeiros dias de aula, o  aparato teórico da disciplina a um trabalho de investigação acerca de um  tema de seu interesse, possibilitando ao aluno exercitar a sua própria  palavra, dando os primeiros passos para a construção da autonomia  profissional e intelectual por meio da pesquisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A programação do FIPED se constitui de  conferências e palestras que serão realizadas por professores  convidados, nas quais enfocarão políticas e experiências de pesquisa na  graduação. Já as oficinas primam pela elaboração de um pré-projeto de  pesquisa individual, constituindo-se, portanto, em instrumentos  fundamentais para que o Fórum cumpra seu objetivo de criar um lugar no  qual o graduando se engaje sistematicamente na pesquisa. As oficinas  visam, portanto, a suprir uma lacuna específica percebida ao longo da  história do Curso de Pedagogia de que muitos alunos estudam em  Universidades em que a pesquisa não se faz ou está pouco presente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dessa forma, integrando o Fórum, estes  estudantes participam de palestras que discutem a importância da  pesquisa na graduação, interagem com colegas de outras IES, apresentando  suas pesquisas e, ao retornarem para suas instituições, levam, além do  debate e do relato do que presenciaram, o pré-projeto como algo concreto  sobre como começar sua efetiva participação na pesquisa.&amp;nbsp; Portanto, as  oficinas, integrantes do projeto geral do FIPED, visam a proporcionar um  espaço para os graduandos em Pedagogia se engajarem em um trabalho  pontual para obter, minimamente, a instrumentalização necessária para  iniciar suas pesquisas individuais. Dessa forma, o aluno deve ir ao  FIPED preparado para produzir, observando os eixos que se articulam na  oficina, a apresentação da área e a escrita de um pré-projeto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, evidencia-se, portanto, o mérito  desse Fórum na tomada de consciência da importância da pesquisa na  graduação, ao mesmo tempo em que se institucionalizam as práticas de  pesquisas na graduação em Pedagogia e demais licenciaturas, por parte de  muitos professores. Espera-se, que com a realização do III FIPED,  possa-se contribuir para que mais alunos se envolvam no processo de  investigação e para que aqueles que já estão envolvidos em tal processo  possam ter um espaço para problematizar suas pesquisas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O I Fórum Internacional de Pedagogia –  FIPED aconteceu na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte – UERN –  Campus de Pau dos Ferros, nos dias 27 e 28 de novembro de 2008,  estruturado na discussão sobre a importância da PESQUISA e da EXTENSÃO  como elementos constitutivos da formação em Pedagogia e demais  profissionais da área de educação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano de 2009 foi realizada a II versão  do Encontro na Universidade Estadual da Paraíba – Campus de Campina  Grande, no período de 25 a 27 de novembro, quando, assim como no Fórum  anterior, constitui-se em espaço para apresentação das pesquisas que  estão sendo desenvolvidas no âmbito da Graduação em Pedagogia e demais  áreas envolvidas com a educação e formação docente. Isto posto,  conscientes da importância da pesquisa e da extensão, o Fórum  permanecerá com sua atenção centrada na figura do(a) graduando(a) e,  através das atividades estruturadas para o evento procurará apresentar  a(o)s participantes alternativas de inserção no mundo da pesquisa e da  extensão, concebidas como base para a produção de um conhecimento  efetivo do contexto no qual os(as) futuros(as) profissionais estarão  inseridos(as).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Deste modo, as OFICINAS são espaços  de destaque do evento e continuarão voltadas para elaboração de  PRÉ-PROJETOS de pesquisa, oferecendo diretrizes e apresentando  possibilidades de questões investigáveis, a partir das temáticas  específicas tratadas em cada uma delas, objetivando mostrar a(o)  graduando(a) o que e como se pesquisa em determinada área. Assim, o  evento não discute uma temática específica, mas todas as questões  relacionadas à educação brasileira, e de outros contextos similares, da  Educação Infantil ao Ensino Superior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em termos gerais, pretendemos contribuir  para a efetivação de modelo de universidade, capaz de desenvolver, na  sua plenitude, as suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e  produção cultural, pois almejamos ser, também a graduação, um espaço de  construção do saber, da investigação científica e instância  socializante, para tanto se faz necessário por em prática um novo  projeto de educação pautado não apenas no ensino, mas primordialmente na  pesquisa e na extensão. Estas práticas, inter-relacionadas, garantirão  não só a difusão do conhecimento, como também distribuição do  conhecimento, instrumento fundamental, nos nossos contextos, de  sobrevivência e justiça social.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, é prerrogativa do III FIPED  discutir a graduação a partir de uma nova dinâmica, para além do ensino,  centrada na iniciação científica, como forma de produzir conhecimento  novo, o que possibilitará formar professores(as) com um perfil  diferenciado. Não mais queremos uma Graduação como mero local de  transmissão de conhecimento formal, portadora dos ditames da conservação  e reprodução da sociedade. Almejamo-la como lugar de consecução de  ações de caráter educativo, científico, social, cultural, e tecnológico.  Estimular a inserção do corpo discente na pesquisa, na extensão e nos  grupos de trabalho e estudo tão logo ingressem na universidade deve se  constituir em prerrogativa para todas as graduações envolvidas com a  educação e, em particular, com a formação de professores(as) em geral.&lt;/div&gt;&lt;div class="conteudo"&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;INFORMAÇÕES SOBRE AS INSCRIÇÕES&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As inscrições estaão abertas desde o dia 24/05 indo até 30 de  outubro* de 2010 e deverão ser efetivadas através do preenchimento do  formulário de inscrição online no site do evento  (www.uece.br/eventos/3fiped). Valores de inscriçoes constam no edital,  link download.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CONFIRMAÇAO DAS INSCRIÇOES&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a) O comprovante de pagamento da inscrição deverá ser enviado devidamente pago para o email, iiifipedquixada@gmail.com.&lt;br /&gt;b) O inscrito receberá a confirmação da sua inscrição através de email.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;PAGAMENTO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O inscrito deverá efetuar o pagamento nominal para Jorge Alberto Rodriguez e Lilian Mara Trevissam&lt;br /&gt;Tavares, na Conta: 32.960 – 6, Agência: 0241-0, BANCO DO BRASIL impreterivelmente na boca do&lt;br /&gt;caixa.&lt;br /&gt;*ou até esgotarem as vagas.*&lt;br /&gt;*total de vagas para alojamento a ser divulgada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dúvidas  ou outras informações utilize Fale conosco ou ligue para (88) 3445-1039 ou (88) 3445- 1036.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Lista de GT's a serem escolhidos no item segmentos para apresentaçao de trabalhos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt; &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt; &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt; &lt;w:TrackMoves /&gt; &lt;w:TrackFormatting /&gt; &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt; &lt;w:PunctuationKerning /&gt; &lt;w:ValidateAgainstSchemas /&gt; &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt; &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt; 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font-size: 12pt;"&gt;GT – 01 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Educação Infantil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 02 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;– Currículo, práticas educativas e formação docente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 03 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Práticas Pedagógicas: educação a distancia e novas tecnologias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 04 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Prática educacional, inclusão e exclusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 05 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Formação profissional: educação e mercado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 06 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Visões multifacetadas da pesquisa na área da educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 07 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Formação de professores e os desafios da pesquisa na&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;universidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 08 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Alfabetização e letramento: estudo, organização e funcionamento do&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;texto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 09 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Gestão escolar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 10 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Universidade: políticas educativas e ensino superior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 11 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O curso de Pedagogia no contexto do capitalismo contemporâneo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 12 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O cotidiano escolar: violência, rebeldia, conflitos e resistências da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;sala de aula.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 13 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Literatura e arte-educação: realidade, linguagens e estilos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 14 – Literatura infanto-juvenil: o lúdico na escola&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 15 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Saúde coletiva e elementos educativos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 16 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Educação do e no campo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 17 – E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;stágio supervisionado: diálogo e troca de experiências na formação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;docente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 18 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Educação, meio ambiente e dilemas urbanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 19 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Sociedade estética e cultura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT - 20 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Estudo da cultura afro-brasileira: discursos e práticas pedagógicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 21 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Educação física: o corpo em debate.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 22 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Mídia, educação e comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 23 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Cultura popular: tradição, memória, identidade e patrimônio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 24 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Trabalho, educação e luta de classes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 25 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Diversidade sociocultural e educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 26 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Ser social, história, natureza e ciência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT –– 27 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Educação de jovens e adultos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 28 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Educação, gênero e diversidade sexual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 29 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Os desafios no ensino da Língua Portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 30 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Educação Matemática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 31 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O ensino de Química.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 32 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O ensino de Geografia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 33 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O ensino de Física.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GT – 34 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O ensino de História.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;GT – 35 – &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O ensino de Biologia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1681573919033248001?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1681573919033248001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/iii-forum-internacional-de-pedagogia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1681573919033248001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1681573919033248001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/iii-forum-internacional-de-pedagogia.html' title='III Fórum Internacional de Pedagogia-FIPED'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/TErIixYD1sI/AAAAAAAAAIc/rfXZWU48clE/s72-c/iiifiped-09062010-165231.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-7550423891450723211</id><published>2010-07-16T05:27:00.000-07:00</published><updated>2010-07-16T05:27:25.565-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>À caça de (bons) gestores</title><content type='html'>Estudo da consultoria global DBM, especializada em gestão do capital  humano, revelou que 2009 foi um ano de alta demanda por executivos e que  2010 tende a seguir o mesmo caminho. O crescimento pela busca de  profissionais em posições como a de gerentes, diretores, presidentes e  chefes intermediários no ano passado foi de 57% em relação a 2008. A  grande novidade é o aparecimento, pela primeira vez, dos segmentos de  educação e meio ambiente entre aqueles que mais buscaram no mercado  profissionais e gestores para seus quadros.&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Na área da educação, o  resultado é sem dúvida efeito direto da profissionalização do setor",  explica Alexandre Nabil, consultor da DBM. "Com a entrada de grupos  estrangeiros como a Laureate, o Capital Group e o Cartesian Group, ou de  fundos de investimentos como o GP e o UBC Pactual no ensino superior  privado brasileiro, criou-se uma cultura mais agressiva em termos de  gestão nas instituições, e a partir daí, a necessidade de se buscar  executivos de fora do mundo acadêmico, preferencialmente aqueles que já  gerenciaram projetos de grande envergadura na iniciativa privada",  enfatiza Nabil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A adoção dos princípios da governança corporativa,  essenciais para a perpetua­ção do negócio, para melhorar a imagem  institucional e garantir uma performance acima da média garantindo a  entrada de investimentos internos e externos foi fundamental para que o  setor se profissionalizasse e passasse a buscar os seus gestores entre  os melhores profissionais do mercado, como fazem diversos outros  segmentos da economia que vivem em constante competitividade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para  Carlos Monteiro, diretor-presidente da CM Consultoria de Administração e  Marketing, empresa especializada em consultoria educacional, a  tendência hoje é optar por uma gestão integrada, em que o gestor  acadêmico consiga pensar também na gestão financeira, ao mesmo tempo em  que o gestor financeiro se volte também para a qualidade acadêmica. "As  instituições de ensino superior buscam na profissionalização da sua  administração estratégias para manter a competitividade. Elas precisam  cada vez mais criar mecanismos que lhes permitam investir sem medo em  ciclos de expansão, atraindo recursos externos que lhes garantam um bom  caixa, criando a capacidade de atrair e reter talentos gerenciais. Hoje,  a receita certa é um pacto de gestão com foco em resultados", explica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas  buscar a profissionalização não é assim tão fácil. Um dos principais  obstáculos é a falta de profissionais capacitados. Outra pesquisa,  realizada mundialmente pela Manpower INC no final de 2009, apontou que a  escassez de talentos foi uma das grandes preocupações dos dirigentes de  grandes empresas. Segundo o estudo, 30% dos empregadores em todo o  mundo encontraram dificuldades para contratar candidatos qualificados  para as suas vagas. Representantes de vendas, técnicos, engenheiros e  executivos de gestão foram os cargos mais difíceis de preencher.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para  o professor Francisco Borges, diretor acadêmico da Veris Educacional,  esse problema também é enfrentado pelo mundo acadêmico. Algumas  instituições, inclusive, buscam os melhores executivos de outros  segmentos (veja box). "O que as instituições de ensino superior procuram  no mercado com uma frequência cada vez maior são gestores que saibam  gerenciar bem o negócio educação e que entendam que o melhor marketing  de uma escola é o marketing de relacionamento. É claro que não basta ter  boas noções e experiência em finanças, marketing ou vendas, também é  preciso ter bom trânsito na área acadêmica, entender como é compor um  bom regimento escolar, criar um calendário e uma grade adequados. Neste  novo modelo de administração, a gestão de todo o processo é o mais  importante", diz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Borges também atribui essa tendência à  profissionalização do setor. "As instituições de ensino superior  perceberam que precisavam quebrar paradigmas e dogmas até então  imutáveis para continuar sobrevivendo no mundo dos dias de hoje. Elas  têm de estar bem estruturadas para entregar resultados, assim com  qualquer empresa de outro segmento da iniciativa privada, porque a  sustentabilidade delas só é conseguida com bons resultados", explica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na  gestão de pessoas da área educacional, os profissionais que mais  interessam às instituições de ensino hoje são aqueles que, normalmente  formados em administração, economia e finanças, tecnologia da informação  ou marketing, investem também em cursos específicos de gestão e em  MBAs. Muitas vezes eles fazem parte das Gerações Y ou X, que embora  apresentem algumas características diferentes, têm foco em não temer o  estranho, as novidades e os desafios que o mercado apresenta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Francisco  Borges dá a dica para quem quer aproveitar o momento de demanda e se  qualificar. "Os profissionais de mercado que possuem e desenvolvem na  sua carreira características como liderança, comprometimento, perfil  inovador e empreendedor e ética são aqueles que mais interessam para  qualquer empresa e principalmente numa instituição para ocupar cargos  gerenciais, porque possuem a capacidade de ter uma visão geral e ampla  do mercado em que se inseriram."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já é possível desenvolver essas  habilidades nos bancos escolares. O Ibmec criou a pós-graduação em  gestão estratégica da educação, cujo público-alvo são diretores,  coordenadores e chefes ou responsáveis por unidades das Fatecs e Etecs,  enquanto a Abrafi, em parceria com a Faculdade Maurício de Nassau,  lançou o curso de Formação de Executivos em Educação Superior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas  também é possível encontrar apoio dentro da própria instituição de  ensino para a qual se trabalha. Para conquistar os resultados esperados  pelos novos acionistas e investidores, algumas instituições e escolas de  negócios também estão se voltando para o treinamento e preparação  interna dos colaboradores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Marisabel Ribeiro, diretora de talent  da Right Management e professora da ESPM e da FGV, relata que começa um  processo de treinamento interno de alguns colaboradores até então  essencialmente acadêmicos, para que eles possam adquirir essas novas  competências. "É preciso que esse novo gestor das instituições de ensino  superior privadas e também das universidades públicas tenha uma  formação mais holística. Não basta saber analisar os números, é preciso  entender como trabalhar com todo o entorno de uma gestão acadêmica."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse  movimento, porém, ainda é lento entre as instituições públicas. "Elas  engatinham nessa questão porque ainda vivem um outro tempo, mas também  já começam a se voltar para essa visão de que é necessário ter em seus  quadros profissionais que sejam mais facilmente adaptáveis às&amp;nbsp;  orientações e aos caminhos que o mercado segue e que consigam trabalhar  melhor com diversos tipos de ambientes".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Marisabel cita como  exemplo o atual processo de escolha dos reitores em algumas instituições  públicas e particulares. "Não é mais o melhor currículo que chama a  atenção, mas sim a melhor proposta de gestão, o melhor plano de trabalho  que esse acadêmico e postulante ao cargo apresente. Essa proposta  precisa contemplar não só o presente ou um futuro a curto prazo, mas tem  de ter flexibilidade e ética o suficiente para garantir o médio e o  longo prazo da vida dessa universidade."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alexandre Nabil, da DBM,  lembra que a pesquisa da sua empresa mostra sinais claros de que a opção  pela profissionalização não é mais uma tendência, mas uma saída. "Tanto  que as instituições já oferecem remuneração variável e um pacote de  remuneração atrativo para conquistar os novos gestores, da mesma forma  como outros segmentos do mercado atuam há vários anos", compara.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px; text-align: left; width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" colspan="2" style="color: white; font-family: tahoma,verdana,arial; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;O  perfil do administrador atual&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;- Procura deliberadamente aprender,  principalmente face ao novo desafio e mercado em que se inseriu;&lt;br /&gt;-  Reconhece o poder do aprendizado decorrente da experiência de trabalho;&lt;br /&gt;-  Sente-se responsável pela sua própria carreira e investe nela;&lt;br /&gt;-  Assume a responsabilidade pelo seu próprio desenvolvimento;&lt;br /&gt;-  Encara a educação como uma atividade permanente, para a vida toda;&lt;br /&gt;-  Percebe como o seu aprendizado afeta os negócios que dirige;&lt;br /&gt;-  Decide intencionalmente o que aprender.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px; text-align: left; width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" colspan="2" style="color: white; font-family: tahoma,verdana,arial; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;Áreas  de maior busca&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;1. Serviços&lt;br /&gt;2. Indústria&lt;br /&gt;3.  Instituições financeiras / Bancos&lt;br /&gt;4. Serviços de informática&lt;br /&gt;5.  Petroquímica / Química&lt;br /&gt;6. Varejo / Atacado&lt;br /&gt;7. Engenharia /  Construção&lt;br /&gt;8. Alimentação e bebidas&lt;br /&gt;9. Automotivas e autopeças&lt;br /&gt;10.  Produtos de consumo&lt;br /&gt;11. Farmacêutica&lt;br /&gt;12. Transportes&lt;br /&gt;13.  Agrícola&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px; text-align: left; width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" style="color: white; font-family: tahoma,verdana,arial; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;Fisgado pela educação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;Aos  47 anos e formado em engenharia eletrônica pela Escola Politécnica da  USP, Luciano Possani exerce há dois anos o cargo de diretor de TI do  Grupo Anhanguera Educacional. Ele nem pensava em entrar na área, mas foi  atraído pela oportunidade. "Educação não estava no universo de  possibilidades que eu procurava no mercado depois de trabalhar alguns  anos em uma empresa de TV por assinatura. Mas por meio de um processo  coordenado por um headhunter fui indicado para o cargo e fiquei surpreso  com a empresa e com todas as possibilidades que o mercado educacional  oferece hoje para um executivo", descreve.&lt;br /&gt;Luciano destaca que o  segmento tem desafios muito interessantes e que os grupos consolidados  se tornaram atraentes para qualquer executivo. "Embora a área  educacional tenha um marco regulatório forte, esse mercado cresceu muito  e se sofisticou nos últimos anos. No meu segmento, por exemplo, o nosso  desafio é como levar a educação por meio da tecnologia, como  interpretar a educação como um processo de captação e retenção de alunos  e como isso pode fazer a diferença no mercado."&lt;br /&gt;Para o diretor de  TI, os profissionais com uma carreira de sucesso em segmentos como  cartões de crédito e telecomunicações e ligados a marketing ou comercial  são os mais procurados pelas instituições porque trazem para a educação  uma experiência na implantação de processos vitoriosos em empresas  maduras no desenvolvimento das melhores práticas do mercado.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-7550423891450723211?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/7550423891450723211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/caca-de-bons-gestores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7550423891450723211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7550423891450723211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/caca-de-bons-gestores.html' title='À caça de (bons) gestores'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-2551402775356588644</id><published>2010-07-16T05:24:00.000-07:00</published><updated>2010-07-16T05:24:44.665-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>O "que" de qualidade</title><content type='html'>Numa perspectiva em que a qualidade de uma instituição de ensino está  diretamente relacionada ao papel que a educação superior cumpre para o  aprimoramento pessoal e o desenvolvimento da sociedade como um todo, a  busca por parâmetros de qualidade está muito mais relacionada à missão à  qual cada instituição está atrelada e ao atendimento de sua função  correspondente do que ao propósito meramente qualitativo. Assim entende  Kiyoshi Fukushi Mandiola, membro avaliador da Comissão Nacional de  Acreditação do Chile, órgão que avalia a coerência dos programas das  instituições de educação superior daquele país.&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na ocasião de  sua visita a São Paulo para participar de seminário internacional sobre  as novas dinâmicas da educação superior, em abril, Kiyoshi conversou com  a revista Ensino Superior para falar de qualidade e inovação da gestão  nas instituições de ensino. Com 25 anos de experiência em planejamento,  implementação e gestão de instituições de educação superior, Kiyoshi é o  vice-reitor de Aseguramiento de la Calidad (controle de qualidade) da  Universidade San Sebastian.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Chile, assim como no Brasil, cada  vez mais estudantes das classes de menor poder aquisitivo estão  ascendendo à graduação. Para ele, a atual concepção de universidade deve  experimentar uma mudança de paradigma, em que a formação acadêmica, a  docência, atividades de pesquisa e a habilitação para o mundo do  trabalho sejam consideradas distintamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior  - Fale um pouco da experiência da UniversidadeSan Sebastian.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A  Universidade San Sebastian tem 20 anos, 20 mil estudantes e já formou  mais de 100 mil estudantes. É uma universidade na qual tudo o que  fazemos tem um marco definido pela qualidade. A qualidade é um conceito  que depende da definição de cada um. Para a Universidade San Sebastian, a  qualidade está em fazer com que cada uma das pessoas que nela trabalham  desempenhe sua função da melhor maneira possível e, portanto, tenha uma  permanente disposição de melhorar o que faz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino  Superior - A qualidade está ligada também à satisfação dos profissionais  que trabalham na instituição?&lt;/strong&gt;A qualidade está em todos os  âmbitos. A razão de ser da universidade são os estudantes. Sendo assim,  nosso objetivo é entregar o melhor ambiente para que se possa estudar,  melhores instrumentos e condições para que se possa aprender e,  fundamentalmente, prepará-los para que sejam bons profissionais. Nossa  universidade crê firmemente no conceito de mobilidade social. Com a  educação superior podemos provocar uma mudança na qualidade de vida das  pessoas, dos estudantes mais especificamente, e de todos que os rodeiam,  da sua família. Os alunos que entram na nossa universidade não vêm de  classe social com tradição na educação superior, vêm de setores médios.  No Chile, sete em cada dez alunos são os primeiros membros da família a  ingressar numa universidade. Esperamos que o aluno realmente quebre esse  ciclo da realidade que tem vivido durante anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino  Superior - Como assegurar a qualidade sem comprometera rentabilidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se  pensarmos na qualidade como o que disse anteriormente, isso é uma  falácia. O que quero dizer é que a qualidade está na melhoria de vida  dos ingressantes. A instituição será mais eficaz na medida em que  promover a inserção e a capacitação dos estudantes. Ao final, é isso que  o mercado de trabalho e os próprios estudantes mais reconhecem. Então,  no fundo, qualidade se paga sozinha. O melhor negócio na educação  superior é fazer a coisa bem feita. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior -  Como promover um ambiente de inovação dentro da instituição?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oferecendo  um ambiente adequado e exigindo que professores, funcionários e toda a  equipe tenham conhecimento e estejam permanentemente se atualizando.  Ensinando-os a ter vontade de aprender a ler o mundo, ou seja, a ter uma  visão mais ampla e a entender que as coisas têm diferentes formas de  ser compreendidas e realizadas. Com estes elementos é possível obter uma  instituição inovadora. Não é possível conceber uma organização cujo  ambiente é coercitivo, onde não há possibilidade de troca de ideias.  Dessa maneira é como morrer pelo ócio. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior -  Uma postura inovadora garante o sucesso da instituição?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não é  somente ter atitude. Tem de gerar um ambiente em que seja permitido  aprimorar o conhecimento, dar possibilidade para que cada um seja capaz  de viver o mundo de maneira correspondente, mas que não seja apenas  conduzido, que busque corrigir. A inovação é um meio que deve ser  utilizado conforme o que se almeja. É preciso ter clareza do que se quer  ser como instituição de ensino. Ou seja, tenho de definir primeiro qual  é o meu projeto, o que quero fazer e, a partir disso, escolher quais  métodos vão me ajudar a atingir tal objetivo. Por outro lado é  importante destacar que, em muitos casos, a inovação ajuda a construir  uma identidade própria, a se diferenciar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior -  Como as ferramentas tecnológicas podem ajudar na administração de uma  instituição e até que ponto isso é necessário hoje em dia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A  primeira coisa que uma instituição precisa fazer é definir sua  identidade. A partir disso tem de buscar os mecanismos e tecnologias que  vão ajudá-la a conseguir seus objetivos. Nesse momento a tecnologia  passa a ser fundamental. A tecnologia hoje em dia é igual à  eletricidade: quando está não é importante, mas se deixa de estar  deixamos de enxergar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - Qual a  importância do uso de ferramentas tecnológicas no gerenciamento das  instituições de ensino?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apenas contar com isso, sem dúvida,  não ajuda a melhorar a qualidade do processo. A maneira como isso é  operado tornar-se fundamental para melhorar a qualidade em qualquer  instituição. E nesse processo podemos ter três setores envolvidos  ocupando funções distintas, embora o processo em si ultrapasse os três:  Quando eu vou até você para resolver alguma coisa e você me manda até  outro, porque aquilo não lhe diz respeito e assim por diante, isso é um  péssimo serviço. Mas quando todos têm a visão do processo, se preocupam  com tudo, não somente com a parte que lhes toca, isso é bom. As  ferramentas tecnológicas servem para isso: auxiliar no gerenciamento do  processo pertinente a uma universidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior -  Qual a sua ideia de empreendedorismo dentro das instituições de ensino?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É  que cada pessoa seja capaz de saborear sua vida profissional conforme o  seu sonho. Se eu tenho capacidade - e quando digo capacidade não é  somente profissional mas também a proporcionada pelo ambiente ao seu  entorno - para poder construir e alcançar o sonho que eu tenho como  pessoa, eu estou sendo um empreendedor. E isso não tem relação apenas  com a universidade. Para mim, empreendedorismo não é construir uma  empresa, mas sim o resultado de querer fazer melhor. Se eu me ocupo em  trabalhar para uma companhia que não é o meu sonho, não vai adiantar  nada. A pergunta é: como desenvolver uma carreira, como planejar uma  carreira para poder alcançar esse sonho? Isso é ser empreendedor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino  Superior - Na sua opinião, como medir a qualidade de uma instituição e  quem deve fazê-lo?&lt;/strong&gt;É uma pergunta muito difícil porque, como  disse, a qualidade depende de cada instituição. Então eu defino o que  quero ser como instituição e se eu cumpro com isso estou tendo  qualidade. O processo de acreditação verifica o grau de coerência  existente entre o que se diz cumprir e o que realmente se faz. Portanto,  um processo de acreditação bem conduzido, que não seja meramente  punitivo, além de avaliar o bom desenvolvimento do projeto  institucional, vai ser útil para sinalizar a qualidade da instituição na  medida em que observa sua coerência. Dessa maneira eu diria que um  processo de acreditação bem feito constitui uma ferramenta muito  poderosa para garantir a qualidade da instituição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino  Superior - Como a acreditação é feita no Chile?&lt;/strong&gt;No Chile o  processo de acreditação das instituições está sob a responsabilidade de  uma Comissão Nacional de Acreditação (CNA), que tem como marco uma lei  instituída para isso, que é a lei da seguridade da qualidade. E ela é  encarregada de fazer todo esse processo. Já nos Estados Unidos são seis  agências, uma para cada zona, e elas também garantem a qualidade, sempre  assegurando que se cumpra primeiro a missão da instituição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino  Superior - Qual o caminho da universidade do futuro?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Essa  também é uma pergunta difícil. Isso porque, na minha opinião, quando se  trata de entender o que é uma universidade, trata-se de defini-la com um  paradigma que é decorrente da atividade, ou seja, se é uma  universidade, se é uma ordem geradora de conhecimento da sociedade, aí  vai estar a pesquisa, a docência. A pergunta é se esse paradigma é  válido hoje em dia nessa sociedade em que estamos vivendo. É lógico  seguir definindo a universidade com base num paradigma ou há que se  buscar uma nova definição? Creio que a universidade do futuro vai tratar  de absorver isso. Haverá cada vez mais uma separação das instituições,  por exemplo: aquelas que preparam para o mercado de trabalho, as que se  dedicam a ser centros de pesquisa de excelência e aquelas que oferecem  um ensino mais geral, do conhecimento pelo conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-2551402775356588644?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/2551402775356588644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/o-que-de-qualidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2551402775356588644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2551402775356588644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/o-que-de-qualidade.html' title='O &quot;que&quot; de qualidade'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-8949800553322525002</id><published>2010-07-16T05:20:00.000-07:00</published><updated>2010-07-16T05:20:19.037-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://revistaeducacao.uol.com.br'/><title type='text'>Na trilha do educando</title><content type='html'>Até poucos anos atrás, a relação cotidiana entre professores e alunos  durante os períodos letivos costumava ter prazo para acabar: quando  tocava o sinal que encerrava a última aula. Daí até o dia seguinte,  desapareciam momentaneamente da vida alheia. Nas férias, cada um seguia  para o seu lado - e, exceto nos casos em que eram moradores do mesmo  bairro e poderiam se encontrar casualmente na rua, uns só receberiam  notícias dos outros quando retornassem ao convívio na escola. Situação  parecida regia o convívio diário entre os próprios professores, que  também se despediam dos colegas na última reunião do semestre e, salvo  as exceções em que havia amizade consolidada ou parentesco, só os  reencontrariam na primeira reunião do semestre seguinte.&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um  dia, alunos e professores deixavam a escola. A partir de então,  transformavam-se em lembranças, que ficavam cada vez mais vagas com o  tempo. Anos depois, alguns retornavam para matar saudades e contavam um  pouco do que tinham feito da vida. Hora de festa, mas só por dez ou 15  minutos, pois a próxima turma aguardava o início da aula. Em seguida, os  agora visitantes desapareciam novamente, voltando a se esconder por  trás dos pontos de interrogação que, em muitos casos, já os acompanhavam  quando estavam ali, mesmo tão perto, mas no fundo tão longe. Onde  vivem? Como se divertem? No que acreditam e o que mais desejam? Como são  as suas famílias? Em quem planejam votar nas próximas eleições? O que  pensam da escola e dos professores?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nenhuma das situações  descritas acima parece caber em escolas - de ensino fundamental, médio  ou superior - do século 21. Menos por conta do que ocorre dentro delas, e  muito mais em virtude das transformações provocadas por um braço imenso  da "revolução digital", que tem na internet seu maior ícone: as redes  sociais. Não se trata, evidentemente, de uma invenção recente, embora o  nome soe para muitos como algo contemporâneo. Elas existem desde que um  primeiro agrupamento de seres humanos decidiu manter contato regular,  por motivos pessoais ou profissionais, para troca de informações,  experiências, causos ou piadas. Praças, clubes, igrejas, bares e  restaurantes sediavam os encontros dessas redes - cujos membros  dispunham, a distância, dos correios (e, depois, do telefone) para  mantê-las ativas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Novas interações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com a  popularização da internet e dos novos recursos de telefonia móvel, essas  redes sociais encontraram um facilitador até então inédito. Sua  disseminação entre as novas gerações, familiarizadas desde a infância  com o uso de computadores e de telefones celulares, estabeleceu um  cenário radicalmente distinto para a interação social. Mesmo a  distância, é possível se manter conectado a alguém. Em diversas  circunstâncias, a própria distância tende a aumentar o grau de conexão.  No âmbito da escola, essas transformações derrubaram simbolicamente  paredes e muros. Não é mais preciso que todos estejam juntos na sala de  aula ou no espaço escolar para que haja interação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais do que  isso: novas categorias de trocas foram instauradas por essas redes. Já  faz algum tempo que, para buscar respostas às perguntas do segundo  parágrafo desta reportagem, e para inúmeras outras, inclusive algumas  que você nem mesmo havia formulado, basta ligar um aparelho com acesso à  internet e saber como navegar por ela. "Seria interessante que os  educadores ficassem atentos a alguns dados", alerta a pesquisadora Sonia  Bertocchi, gestora da comunidade virtual Minha Terra. "Redes sociais,  como o Orkut e o Facebook, já são mais utilizadas do que e-mail. Até  2009, o Orkut foi a rede social dominante no Brasil, alcançando 21  milhões de visitantes únicos em setembro de 2008. Naquele mês, cada um  deles passou em média 496 minutos no site e fez 28 visitas."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse  cenário, no entanto, se altera com velocidade impressionante. Em abril  deste ano, um estudo da StatCounter - que monitora o uso da internet -  colocou o Orkut em quinto lugar entre usuários brasileiros, com apenas  1,67% do total do tráfego. Na primeira posição, veio o Twitter, com  55,84%, seguido pelo Facebook, com 20,14%, e pelo You Tube, com 16,27%. O  ranking inclui ainda sites menos conhecidos, como o StumbleUpon, com  3,19%, o Delicious, com 0,69%, e o Digg, com 0,34%. As demais redes  sociais respondiam por 2,79% do tráfego brasileiro. Nesse mesmo estudo,  os números globais traziam o Facebook na liderança, com 55,13%, seguido  por StumbleUpon, com 21,83%, e pelo Twitter, com 7,15%.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sonia  considera também que educadores deveriam levar em consideração "a  demografia das redes sociais no que se refere ao uso pelos jovens".  Pesquisa apresentada nos EUA em abril deste ano pelo site Flowtown (1)  aponta para a predominância do público adolescente em algumas redes,  como o My Space, em que a faixa de 0 a 17 anos representa o maior  contingente. No Facebook, quase um terço dos usuários tem até 24 anos.  Pouco menos de metade dos que frequentam o Reddit e o StumbleUpon &lt;br /&gt;não  completaram 35 anos. Em quase todas as redes pesquisadas, o público com  menos de 45 anos é &lt;br /&gt;amplamente majoritário.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Os professores  não podem, ou não deveriam, ignorar esses dados nem essas ferramentas",  observa Sonia. "Seria interessante que olhassem para as redes sociais  como ambientes virtuais que oferecem muitas formas de interação com  diversas pessoas, que estimulam o contato com a diversidade  sociocultural, criam condições para se fazer uma rede de amigos e para  se manter informado pelo assunto de seu interesse." Um passo seguinte,  recomenda, "seria os professores se apropriarem dos recursos oferecidos  pelas redes sociais, visualizar o que trazem de possibilidades para a  aprendizagem de seus alunos, e incorporá-los ao currículo de maneira  inovadora".&lt;br /&gt;A pesquisadora Michele Schmitz, do Terraforum,  acredita que nos últimos anos houve "avanços quanto à utilização de  redes sociais por professores e gestores educacionais", mas que se trata  de algo "ainda muito ínfimo". "Vejo que muitos educadores ainda não  utilizam em larga escala as redes sociais e outras possibilidades da web  2.0 devido a vários fatores, mas o principal é a falta de recursos de  infraestrutura tecnológica, pois ainda não temos computadores e internet  de banda larga com qualidade em grande parte das escolas públicas do  país", afirma. "Vejo na falta de acesso adequado um grande limitador  para os professores conhecerem e utilizarem as possibilidades das redes  sociais para o processo de ensino e aprendizagem."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Michele prefere  não encarar os professores de acordo com juízos que os consideram  "resistentes a inovações tecnológicas". "O professor é um profissional  que precisa reconhecer as possibilidades e o valor agregado ao processo  de ensino e aprendizagem que as redes sociais, comunidades virtuais,  blogs e microblogs propiciam", pondera. "Não basta ser 'novo', ele  precisa vislumbrar o que esse 'novo' traz de benefício para sua prática  pedagógica." Sua experiência aponta para "uma gama de professores e  gestores educacionais utilizando cada vez mais as redes sociais". Esses  já teriam percebido "os benefícios em relação a estar mais atualizado e,  principalmente, trocando experiências com outros educadores".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Novos  usos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ver "profissionais do conhecimento interagindo em  redes sociais" corresponde, de acordo com Michele, a uma experiência  "fascinante". "Em um projeto que desenvolvemos recentemente, utilizando  redes sociais, ouvi de uma diretora de escola de ensino fundamental que  atua há mais de 10 anos na educação pública a expressão 'é como se eu  tivesse nascido novamente'", lembra. "Na ocasião, a diretora teve  oportunidade de vislumbrar os benefícios da interação em rede. Não é  mais um abrir janelas para ver o mundo e, sim, abrir janelas para  interagir com o mundo. Isso nos faz concluir o quanto avançaremos em  educação com o uso adequado das possibilidades das redes sociais."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Portfólio  digital&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O entusiasmo de Gladys Gonçalves ilustra essa  tomada de consciência. Professora na rede municipal de São Paulo e  diretora na rede estadual, ela pensa que a internet promoveu uma  "revolução". "Podemos dizer que há o mundo antes dela e o mundo depois  dela", avalia. "Ela revolucionou os costumes e, principalmente, as  relações sociais." O contraste entre "próximo" e "distante", na sua  opinião, deixou de existir. "O que acontece lá se integrou com o que  acontece cá. Hoje, o aluno é mais ligado ao que ocorre no mundo e criou  um universo próprio no seu mundo virtual. No dia a dia das minhas aulas  aprendo muito com eles. Parece que estão mais conectados do que eu,  embora seja uma 'viciada'."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como a internet representaria "o mundo  das possibilidades", Gladys acredita que "nós professores temos de  correr atrás", mas lamenta que esse comportamento ainda seja o de uma  minoria. "Muitos colegas desconhecem essa realidade, muitos ainda nem  usam o e-mail, ou usam pouco. A internet é a porta do infinito, do  ilimitado, uma ferramenta a mais, o amanhã, mas poucos a descobriram."  Natural que, entusiasmada dessa forma com os recursos à disposição,  tenha desenvolvido com seus alunos projetos ligados a redes sociais. Em  2009, quando assumiu o cargo de professora-orientadora de Informática  Educativa na Emef Guimarães Rosa, criou um blog da escola (2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele,  procurou organizar posts sobre as atividades da escola, com destaque  para os trabalhos dos alunos em sua disciplina. O resultado, na sua  definição, é "uma espécie de portfólio digital" - objeto de reportagens  do portal da Secretaria Municipal de Educação e do Diário Oficial do  Município, além de ter sido visitado pelo secretário municipal, que o  citou em seu blog. Gladys mantém perfis no Twitter, que visita  diariamente, e no Orkut, onde diz ter "muitos amigos pessoais e de  trabalho, assim como alunos e familiares", e que usa também para  organizar "fotos de momentos da minha vida".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Sou seguidora de  diversos blogs e procuro acompanhar tudo sobre educação e informática  educativa", acrescenta. Paradoxo curioso, mas revelador de como o  assunto é tratado em diversas redes de ensino: na escola em que Gladys  implantou o blog, o acesso ao Orkut - a rede social "mais conhecida e  usada pelos alunos", de acordo com sua avaliação - é bloqueado. "Os  alunos adoram o Orkut e o valorizam demais, como se fosse a coisa mais  importante da internet, e por aí eles se relacionam bastante", afirma.  "Na escola, o único momento de contato dos alunos com a internet é na  sala de informática, uma vez por semana. E ainda trabalhamos com  equipamentos antigos."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A geração de professores integrada desde a  adolescência às redes sociais tem em Monique Buzatto, hoje com 22 anos,  uma representante bem característica. "A primeira rede social que  comecei a usar foi o Orkut, em 2004", lembra. "Estava no ensino médio,  tinha 16 ou 17 anos, e uma amiga mandou um convite (ainda tinha isso!)  para que eu fizesse meu perfil. Só usávamos para trocar aquelas  mensagens super-relevantes que adolescentes trocam, sabe? (risos) Quando  entrei na faculdade, em 2006, comecei a participar dos fóruns de  discussão de algumas comunidades, principalmente as sobre literatura."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Monique  começou a ter alunos como amigos no Orkut em 2007, quando dava aulas de  inglês para adolescentes em uma escola de idiomas. "O objetivo era que  eles me mandassem as lições de casa por 'scrap', já que nunca as faziam  no livro e eu via que eles estavam sempre online", explica. "A escola em  que eu trabalhava tinha o lab, onde os alunos podiam acessar a internet  antes da aula. Eles ficavam sempre no Orkut, então tive a ideia de  aproveitar algo de que eles gostavam e usar aquilo a meu favor."  Curiosamente, o comportamento dos colegas professores que se tornavam  amigos na rede era (e continua sendo) muito diferente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Os colegas  professores me adicionavam, mas nunca realmente trocávamos mensagens",  afirma. "Tenho bem mais contato com alunos do que com colegas de  trabalho nas redes sociais. Acredito que as comunidades virtuais ajudam,  sim, a entender melhor os alunos. Dá para saber os assuntos que eles  comentam e seus interesses, como as bandas preferidas, os programas de  TV, os livros que leem, se gostam ou não do Crepúsculo, do Justin  Bieber, essas coisas." Monique recorda, em defesa da presença nas redes  sociais, que "na faculdade os professores reforçavam a importância de  contextualizar qualquer coisa que fôssemos ensinar e também a valorizar o  conhecimento de mundo dos alunos, partindo disso para chegar onde  gostaríamos".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Do cotidiano à sala de aula&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em  outras palavras, "preparar uma aula que fosse 'a cara' do aluno". No  primeiro semestre deste ano, Monique teve apenas alunos adultos, com  pelo menos 30 anos, que usam o Orkut, o Facebook e o Twitter. Como o  principal objetivo é "que os alunos falem inglês a maior parte do  tempo", ela se comunica com eles em inglês mesmo fora da aula, graças às  redes sociais. "Comentamos as fotos um do outro no Facebook, fazemos  piadinhas no Twitter", exemplifica. "Às vezes eu posto algum link de um  vídeo em inglês para eles se divertirem. Mas, principalmente, eu vejo os  assuntos de que eles falam e tento levar isso para a sala de aula,  usando como ponto de partida para chegar na matéria que preciso  ensinar."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A professora Claudia Cristina Vieira Valério, que  leciona nas redes estadual e municipal de São Paulo desde 1992,  considera também que "a sala de aula está se completando com o espaço  virtual". "Hoje os alunos se relacionam com seus professores de maneira  muito mais próxima através das redes", afirma. "É através delas que eles  conhecem o modo de vida de seu professor e até recebem orientações de  atividades a serem realizadas e entregues. Postam seus trabalhos, expõem  suas opiniões." Na Emef Franklin Augusto de Moura Campos, onde trabalha  desde 2009 como orientadora de Informática Educativa, também coordenou a  criação de um blog (3).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu objetivo era "a troca de experiências  entre professores, alunos e outras escolas, visto que a minha unidade  ainda não tinha esse meio de comunicação". Participaram do processo  alunos-monitores que formam a "Equipe Super@ção" e ajudam na alimentação  do espaço virtual com matérias e imagens. "O que hoje me surpreende é o  envolvimento da escola com o blog", comemora Claudia. "Ele avançou de  tal maneira que quase não damos conta de sua alimentação pela quantidade  de materiais que chegam às nossas mãos. Temos de usar outros canais  para apresentação de nossas atividades, como o Ning e o Educarede."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além  da aplicação profissional, Claudia utiliza redes sociais "para ter  contato com familiares distantes, amigos, colegas de trabalho, alunos e  até mesmo com superiores, a fim de receber informações e orientações  diversas". Diversão também integra o pacote. "Faço uso das redes de  maneira prazerosa e profissional visando conhecer pessoas e suas  atividades, e dividir conhecimento." Na sua avaliação, os educadores já  não enxergam as redes sociais com mistério ou preconceito. "Muitos já  dividem com seus alunos divertimento, conhecimentos e informações", diz.  "Há, de verdade, uma integração entre educação e mundo virtual."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-8949800553322525002?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/8949800553322525002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/na-trilha-do-educando.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/8949800553322525002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/8949800553322525002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/na-trilha-do-educando.html' title='Na trilha do educando'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-4407200321381428772</id><published>2010-07-10T07:19:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T07:19:03.304-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>Quanto vale o tempo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Atualizar blogs, disponibilizar conteúdo na internet e responder  e-mails são tarefas que passaram a fazer parte da rotina do professor. O  tempo que antes era dedicado à preparação das aulas e correção de  provas teve de ser dividido com a demanda dos mecanismos digitais como  fóruns, plataformas on-line e redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut e  blogs). No entanto, as mudanças impulsionadas pelos avanços tecnológicos  esbarram em uma questão que contrapõe o interesse de docentes e  instituições de ensino: a remuneração. &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O problema central nesse  contexto é mensurar o tempo gasto com as novas ferramentas. "A  tecnologia faz parte do cotidiano das aulas. O novo cenário exige  alterações na contratação dos docentes", defende Fábio Reis, diretor de  operações do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal). &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Por  outro lado, quaisquer mudanças na rotina de trabalho, de qualquer  profissional, geram resistência. A coordenadora de pesquisas da divisão  de tecnologia educacional da Positivo Informática, Betina von Staa,  lembra que esse período de introdução das tecnologias no ensino  superior, iniciado há alguns anos, foi marcado pela reação aos novos  métodos. "As pessoas levam um determinado tempo para aprender a lidar  com o novo. Nessa época aparentava que o trabalho tinha triplicado",  diz.&lt;br /&gt;Hoje, essa impressão começa a se dissipar, mas especialistas  alertam que a fase ainda é de transição. "Alguns professores entendem a  necessidade do aluno. Outros ainda estão se preparando ou usam os  recursos de forma errada", reflete Erwin Alexander Uhlmann, professor do  curso de ciência da computação da Universidade Guarulhos (UnG).&lt;br /&gt;Em  meio à adaptação de ambas as partes, tanto das instituições quanto dos  docentes, a discussão sobre as novas características do trabalho  docente, e de como incorporá-las preservando as relações trabalhistas,  ganha força. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Para Fábio Reis, o modelo de remuneração por  hora-aula, por exemplo, não deve sobreviver. "É preciso apostar em novas  alternativas, como num novo contrato por um conjunto de tarefas",  exemplifica. E complementa. "Esse modelo pede um novo perfil das  instituições. Se ficará difícil controlar o tempo de trabalho, por que  não verificar os resultados alcançados em determinado período? Esse é o  grande desafio", acredita.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;No caso da educação básica, a convenção  coletiva da categoria, assinada em maio deste ano, prevê o início das  discussões sobre o pagamento do tempo dedicado ao trabalho tecnológico.  Os debates devem ocorrer no âmbito intersindical e a expectativa é de  que a regulamentação entre em vigor a partir de 2011. "A questão é  importante e deve ser colocada em pauta entre os profissionais da área.  Reuniões são válidas e ajudam a traçar um novo perfil da educação  superior", opina Reis.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Outra dificuldade atual é a adaptação à  legislação que permite que 30% das aulas presenciais sejam ministradas a  distância. O assunto divide opiniões. "Ficará cada vez mais complicado  contabilizar a quantidade de trabalho do docente, já que ele terá de  atualizar conteúdos on-line e responder dúvidas com maior frequência.  Daí a importância de incluir as atividades tecnológicas no pacote de  extras que ele recebe normalmente para a preparação de aulas e correção  de provas", defende Francisco Borges, diretor acadêmico da Veris  Educacional. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Já Josiane Tonelotto, diretora de desenvolvimento  pedagógico da Universidade Anhembi Morumbi, considera que as tarefas  relacionadas à tecnologia são importantes para o cotidiano do  aprendizado, mas devem ser realizadas dentro do período normal de  trabalho sem remuneração extra. "Assim como a capacitação dos docentes, a  atualização de blogs e o uso do conteúdo virtual têm de ser incluídos  na rotina, com o professor recebendo normalmente pelas&amp;nbsp; horas  trabalhadas". &lt;br /&gt;Uma forma de evitar desgastes desnecessários é  deixar as regras claras no momento da contratação, sugere a  coor­denadora de pesquisas da Positivo Informática, Betina von Staa. "Os  gestores têm de deixar claro o que esperam dos docentes. Vale  especificar o que precisa ser feito em sala de aula e o que deve ser  realizado fora dela", ressalta. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;No caso de sentir que a  instituição de ensino faz exigências que não foram pré-estabelecidas, é  fundamental conversar com os coordenadores para definir novos formatos  de remuneração ou de atividades a serem desenvolvidas. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;E, em meio  a esse processo, a maior responsabilidade é das instituições, diz o  diretor da Faap, Rubens Fernandes Junior. "Além de pensar numa forma de  oferecer remuneração justa aos docentes de acordo com o trabalho  desenvolvido, é necessário mostrar que há outras maneiras de ministrar  as aulas", alerta. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Com apenas 21 anos, e membro de um programa  para integrar docentes veteranos e recém-formados, a professora do curso  de relações internacionais da Fundação Armando Álvares Pen­teado (Faap)  Fernanda Magnotta vê de perto o conflito de gerações a respeito do uso  da tecnologia, e acredita que o trabalho do professor não aumentou a  partir do uso de novos recursos. "Ficou mais fácil trabalhar. O tempo é o  mesmo que gastaríamos preparando uma aula e com a internet é possível  conseguir resultados mais rápidos. Existe o ônus, mas também há um  bônus", define. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Para Fernanda, com o uso da tecnologia a relação  do educador com o aluno fica mais próxima, o que facilita o  desenvolvimento das aulas. "Aquele que se comprometeu a ensinar tem de  se fazer presente - e isso é possível com o uso da tecnologia. Se o  professor não começar a falar a mesma linguagem, será esquecido. É  preciso mostrar que não somos inatingíveis." &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Na opinião de Jair  Manoel Casquel Junior, coordenador do curso de administração da  Faculdade Anhanguera Ribeirão Preto, existe uma opção que fará com que  os docentes comecem a classificar a tecnologia de maneira positiva:  enxergá-la como uma via de mão dupla. "As novas mídias valorizam o  trabalho. São excelentes ferramentas, nas quais vale a pena investir  algumas horas do dia. Elas darão visibilidade à carreira do docente",  afirma. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Marcos Formiga, professor do curso de engenharia da  Universidade de Brasília (UnB) e estudioso das tecnologias aplicadas à  educação, é mais enfático. "A atitude dos professores está em plena  mudança. Temos de evoluir de acordo com a tecnologia e saber passar esse  conteúdo para a nova geração", ressalta. Para ele, os métodos  convencionais não satisfazem as exigências atuais. "Não existe mais o  termo aprender na exaustão. O aluno está cansado do rigor e do  formalismo educacional", diz. &lt;br /&gt;O grande desafio, segundo Nilbo  Nogueira, mestre em educação pela Universidade de São Paulo (USP), é  fazer com que o professor use os recursos tecnológicos em prol do  ensino. "Não adianta apenas substituir a lousa por um arquivo de  computador. É essencial planejar aulas mais interativas e que despertem o  interesse dos alunos, pois eles são nativos digitais."&lt;/div&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 0px; margin-right: 0px; text-align: left; width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" colspan="2" style="color: white; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;Do analógico ao digital&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="2" style="font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;A profissão docente não é a primeira a passar por  mudanças impulsionadas pela tecnologia. Basta analisar o histórico de  outras carreiras para verificar que os novos recursos chegaram para  modificar o dia a dia de muitos trabalhadores. Um exemplo é o  jornalismo. Com o passar do tempo, os profissionais da comunicação  abandonaram de vez as máquinas de escrever para dar início à era  digital. Nesse contexto, tiveram de adaptar seus textos à linguagem da  internet e reservar mais tempo para atualizar sites e redes sociais. &lt;br /&gt;Outro  exemplo de profissional que passou por uma fase brusca de transição foi  o fotógrafo, que viu a máquina analógica sair de cena e dar lugar ao  modelo digital. Saber lidar com programas de tratamento de imagem também  foi fundamental para mantê-lo no mercado de trabalho. No entanto,  quando o assunto é construção civil, os profissionais envolvidos -  engenheiros, projetistas e arquitetos - precisaram se matricular em  cursos que ensinam a lidar com ferramentas digitais para elaboração de  projetos. Situação semelhante à dos advogados, que passaram a realizar  consultas das leis pela internet e a disponibilizar processos on-line.  Na área da saúde, os médicos tiveram de voltar à sala de aula para  conhecer mecanismos digitais, novas tecnologias e pesquisas.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;table bgcolor="#e5e5de" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 0px; margin-right: 0px; text-align: left; width: 360px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#6e6d5e" colspan="2" style="color: white; font-weight: bold; height: 30px; padding-left: 5px;" valign="top"&gt;O caso  da EAD&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="2" style="font-size: 11px; padding: 5px 4px 4px;" valign="top"&gt;No caso da EAD, a discussão sobre o trabalho e o tempo  docente se torna ainda mais premente. Para Marta de Campos Maia,  professora da Fundação Getulio Vargas e conselheira da Associação  Brasileira de Ensino a Distância (Abed), não há como negar que o  trabalho do professor e do tutor cresceu nos últimos anos. "A sobrecarga  é grande, pois o professor começou a lidar com esse sistema há pouco  tempo. Mas, ele deve adaptar a metodologia e a forma de enxergar o  ensino, se colocar no lugar do aluno e repensar o processo como um  todo", afirma. &lt;br /&gt;Por isso, na opinião dela, o docente deveria  receber pelo trabalho realizado fora do expediente. "A carga de trabalho  é maior, por isso o professor deveria receber uma remuneração mais  justa", ressalta. &lt;br /&gt;Além disso, os cursos a distância possuem  grande quantidade de alunos, o que exige um tempo maior para o preparo  das aulas, atualização do conteúdo e maior disponibilidade para  solucionar dúvidas. "Os vínculos empregatícios devem ser discutidos. Não  dá mais trabalhar por hora-aula", diz Jair Manoel Casquel Junior,  coordenador do curso de administração da Faculdade Anhanguera Ribeirão  Preto.&lt;br /&gt;Uma alternativa para enfrentar o novo cenário é optar pela  contratação por módulos. "Algumas instituições propõem o pagamento por  um trabalho específico. Se o docente for bom, se mantém e conquista seu  espaço", diz o coordenador. &lt;br /&gt;No caso dos professores tutores a  situação é ainda mais complexa. "É preciso prever uma remuneração  específica para esse profissional, que precisa de um estímulo. A  universidade deve estipular e acrescer uma porcentagem ao salário do  tutor relacionada às atividades que ele realizou fora do horário de  trabalho", opina Marta.&lt;br /&gt;E também no caso da EAD, a capacitação é a  solução. "É mais do que necessário investir em capacitação de tutores e  professores. Eles têm de estar aptos a ensinar", ressalta Marta. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-4407200321381428772?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/4407200321381428772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/quanto-vale-o-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4407200321381428772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4407200321381428772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/quanto-vale-o-tempo.html' title='Quanto vale o tempo'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-3260093669426754608</id><published>2010-07-10T07:13:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T07:13:09.860-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://aprendiz.uol.com.br/content/drispiclos.mmp'/><title type='text'>Arte, esporte e envolvimento comunitário garantem os maiores Idebs do país</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Oficinas de músicas, jogos de futebol, gravações de curtas-metragens e  pesquisas de campo. Promover essas atividades e trazer a comunidade para  participar foi a receita das três escolas melhor classificadas no  Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) — que mede a  proficiência dos alunos em português e matemática e a taxa de aprovação —  para alcançar os primeiros lugares. &lt;br /&gt;“O currículo é estipulado pelo MEC [Ministério da Educação] e é sempre o  mesmo para todas as escolas. O diferencial é como ele é trabalhado, se  inclui, por exemplo, artes, música, esportes”, avalia José Carlos de  Souza, diretor da escola de aplicação da Universidade Federal de  Pernambuco. O colégio foi o primeiro colocado no Ideb para a segunda  etapa do ensino fundamental, alcançando nota 8,0 em uma escala de zero a  10. A média nacional foi 4. &lt;br /&gt;O colégio oferece aulas de música, artes e oficinas de cinema. “As  escolas de aplicação foram criadas para implantar uma metodologia  diferente do ensino mecânico”, conta o diretor. Além disso, a escola tem  45% dos professores com título de mestre e 32% de doutor. As salas têm,  no máximo, 30 alunos. A estrutura é estendida para a comunidade em  oficinas de música e esportes para outras escolas e para os moradores da  proximidade. &lt;br /&gt;“Aqui aprendi a tocar flauta e pandeiro e agora estudo percussão”, conta  Aline Dourada, aluna da 6ª série, de 11 anos. “Eu vejo que muitas  escolas de amigos meus não oferecem música, artes e francês para os  alunos”, conta Aline, que estuda há dois anos na instituição. &lt;br /&gt;As aulas de música que atraem Aline também fazem sucesso entre os alunos  da escola carioca D. Pedro II, segundo lugar no Ideb entre a 5ª e a 8ª  série, alcançando 7,6 pontos. O colégio público, que completou 172 anos e  possui 14 unidades, oferece também aulas de desenho, além de grupos de  estudo de ciências sociais e literatura. Ao todo, 85% dos professores  são mestres ou doutores. &lt;br /&gt;“A unidade do bairro do Realengo surgiu da vontade de comunidade”, conta  a diretora de ensino do colégio, Ana Cristina Cardoso. “Os alunos  ajudam a manter uma biblioteca digital frequentada pelas pessoas de fora  da escola, além disso, nos articulamos com empresas e universidades  para que os alunos desenvolvam projetos de iniciação científica e para  recebermos estagiários de licenciatura”. &lt;br /&gt;A aluna Rachel Goulart, que tem 15 anos e está no primeiro ano do ensino  médio, lembra que ano passado fez as provas de Português e Matemática  do Ideb. “Foi até fácil. Todo conteúdo já tinha sido trabalhado na  aula”. Na escola, Rachel faz aulas de latim e um estágio na Fundação  Getúlio Vargas. “Depois do colégio pretendo estudar em uma das  universidades federais do Rio ou fora do Brasil”, planeja. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mesmo sucesso, outra estrutura&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Há cerca de 300 quilômetros dali, no município carioca Cambuci, a  pequena escola estadual Oscar Batista conquistou o terceiro lugar no  Ideb com uma estrutura menor que as duas primeiras, mas com ações  parecidas. O colégio, que teve nota 7,4, articulou um projeto com a  comunidade para combater a evasão e para incentivar os alunos nos  estudos. &lt;br /&gt;“No último Ideb [divulgado em 2007] ficamos abaixo da média nacional. Aí  reunimos uma equipe de educadores para visitar a casa dos alunos e  conversar com os pais para impedir a evasão”, conta a diretora do  colégio, Maria José Braga. Além disso, a escola promove projetos de  conscientização ambiental, campanhas contra a dengue e apresentações de  teatro e cinema para a comunidade. &lt;br /&gt;“O município é muito pobre. Não temos muitas opções de lazer, por isso  os alunos e os moradores valorizam muito as atividades promovidas pela  escola”, conta a diretora. “Os vídeos são produzidos pelos próprios  alunos, em uma oficina que a escola oferece. Eles já fizeram um filme  com ex-usuários de drogas da comunidade e os convidaram para assistir”,  lembra. &lt;br /&gt;O aluno Walter Augusto, de 15 anos, é coordenador das oficinas de vídeo e  de teatro e organizou a construção de uma videoteca na escola. “Estamos  cadastrando um acervo com DVDs e fitas. Vamos fazer um cadastro para  que os alunos possam levar os materiais para casa”, planeja. Walter  também é o vice-presidente do grêmio estudantil, organizado há dois  meses como uma das maneiras de atrair os alunos para a escola.   Ele conta que sempre estudou no Colégio Oscar Batista e que ano passado,  quando ingressou no 1º ano do ensino médio, conseguiu uma vaga em um  colégio federal. “Como era muito distante tive que desistir da vaga, mas  gostei da ideia de voltar para essa escola. Gosto muito daqui”, conta.  “É uma escola pequena, mas bem equipada. Temos laboratórios de  informática, física, biblioteca e agora nossa videoteca”, conta.      &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-3260093669426754608?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/3260093669426754608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/arte-esporte-e-envolvimento-comunitario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3260093669426754608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3260093669426754608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/arte-esporte-e-envolvimento-comunitario.html' title='Arte, esporte e envolvimento comunitário garantem os maiores Idebs do país'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-4118230213510765315</id><published>2010-07-10T07:08:00.001-07:00</published><updated>2010-07-10T07:08:41.492-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fonte:www.mec.gov.br'/><title type='text'>Políticas públicas visam modificar o ensino médio com várias inovações</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Brasil está em ritmo de crescimento da qualidade da educação, ao  superar as metas propostas para o índice de desenvolvimento da educação  básica (Ideb) em todas as etapas de ensino. Uma delas, porém, merece  atenção redobrada: o ensino médio. O Ministério da Educação tem  executado diversas ações para recuperar a qualidade da formação dos  jovens e tornar a escola mais atrativa.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;“O aumento do Ideb no  ensino médio será maior quando as crianças que hoje cursam o ensino  fundamental chegarem lá, com uma formação mais sólida. Mas não devemos  somente esperar; há políticas públicas que precisam impactar a geração  atual”, afirma a secretária de educação básica do MEC, Maria do Pilar  Lacerda. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Uma das políticas se refere ao programa Ensino Médio  Inovador, que tem o objetivo de incentivar as redes estaduais de ensino a  diversificar os currículos escolares. O programa – que integra educação  escolar e formação cidadã – começou este ano em 357 escolas públicas,  nos 17 estados que aderiram. A ação tem apoio técnico e financeiro do  governo federal. Parte do repasse foi feita em 2009 – R$ 10,8 milhões.  Este ano, serão transferidos mais R$ 11,8 milhões. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O currículo  proposto pelo Ensino Médio Inovador tem quatro eixos: trabalho, ciência,  tecnologia e cultura. Além disso, a carga horária deverá ser ampliada  das atuais 2.400 horas nos três anos do ensino médio para, no mínimo, 3  mil horas, com aumento gradual de 200 horas por ano. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;strong style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Inovações  &lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;– Outra inovação é oferecer aos estudantes a possibilidade de  escolha de 20% da carga horária dentro das atividades da escola.  Associar teoria e prática em laboratórios e oficinas em todos os campos  do saber também faz parte, bem como valorizar a leitura e garantir  formação cultural aos alunos. “A proposta do programa é replicável e  sugere um desenho mais contemporâneo do ensino aos jovens”, ressalta  Pilar.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Em termos de financiamento, o Ministério da Educação  estendeu ao ensino médio todo o apoio que, até 2005, era voltado somente  para o ensino fundamental. Repasses da merenda, transporte escolar e do  Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) chegam, agora, a  toda a educação básica. O mesmo ocorre com os programas do livro  didático e da biblioteca na escola. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Há, também, o programa  Brasil Profissionalizado, que visa fortalecer as redes estaduais de  educação profissional e tecnológica. Desde 2008, foram repassados R$ 1,2  bilhão a 23 estados brasileiros para que investissem na expansão dessa  modalidade da educação. Para este ano, os recursos são de R$ 2 bilhões. A  verba é investida de acordo com a demanda; os estados traçam metas e  definem as principais necessidades, entre aquisição de material  didático, construção, ampliação e reforma de escolas e capacitação de  professores.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;strong style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Ensino técnico&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; – O programa Escola  Técnica Aberta do Brasil (e-TEC Brasil), de educação a distância, foi  criado para expandir e democratizar a oferta de cursos técnicos de nível  médio, especialmente na periferia das áreas metropolitanas. Os cursos  são gratuitos e contam com tutoria presencial e a distância. O MEC  financia o material didático impresso e virtual, além de garantir o  pagamento de bolsas aos tutores. Hoje, 36 instituições, entre  universidades estaduais e federais e institutos federais, oferecem 48  cursos, para 22.322 alunos, em um total de 194 polos de apoio  presencial.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A expansão da Rede Federal de Educação Profissional,  Científica e Tecnológica também é marcante. Já funcionam 115 novas  escolas em todo o país e, até o final do ano, outras 99 serão  inauguradas. Assim, o país passará de 140 unidades criadas entre 1909 e  2002 para 354 até o fim do ano.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Quase todos os antigos centros  federais de educação tecnológica (Cefets) e escolas agrotécnicas  tornaram-se institutos federais de educação, ciência e tecnologia, com  projeto político-pedagógico inovador. Com a mudança, houve uma  repactuação das escolas federais de educação profissional com a educação  básica, tanto no que diz respeito à oferta qualificada de ensino médio,  quanto à formação de professores para essa etapa de ensino. Os  institutos têm de reservar 20% das vagas a cursos de licenciatura em  matemática, física, química e biologia, para ajudar a suprir a demanda  por professores dessas disciplinas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-4118230213510765315?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/4118230213510765315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/politicas-publicas-visam-modificar-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4118230213510765315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4118230213510765315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/07/politicas-publicas-visam-modificar-o.html' title='Políticas públicas visam modificar o ensino médio com várias inovações'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1164399487504288750</id><published>2010-04-30T11:40:00.000-07:00</published><updated>2010-04-30T11:40:31.586-07:00</updated><title type='text'>Cemitério Particular</title><content type='html'>&lt;div class="post-body entry-content" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Tenho horror a hospitais, os frios  corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios  onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo. Possuo, no  entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos,  quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou  seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram  a minha estima e perderam.&lt;br /&gt;Quando um tipo vai além de todas as medidas e  de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não  brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum  de meu cemitério – nele não existe jazigo de família, túmulos individuais, os  mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau caráter. Para  mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça, já não pode me  magoar.&lt;br /&gt;Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um  desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais  interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem  fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de  saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri  da memória, retirei da vida.&lt;br /&gt;Encontro na rua um desses fantasmas, paro a  conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o  abraço, o beijo fraterno de Judas. Sigo adiante, o tipo pensa que mais uma vez  me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Trecho de  "Navegação de Cabotagem", de Jorge Amado.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer"&gt; &lt;div class="post-footer-line post-footer-line-1"&gt;&lt;span class="post-icons"&gt;&lt;span class="item-control blog-admin pid-870596566"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1164399487504288750?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1164399487504288750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/04/cemiterio-particular.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1164399487504288750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1164399487504288750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/04/cemiterio-particular.html' title='Cemitério Particular'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-4442256328993705969</id><published>2010-04-30T11:38:00.000-07:00</published><updated>2010-04-30T11:38:33.975-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>Uma nova linguagem acadêmica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;S&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;e antes a imagem que a academia projetava era a de um rosto sisudo e quase autoritário, com distintos senhores confabulando a respeito de seus saberes, hoje é possível dizer que essa representação passa perto de uma pessoa jovem e conectada. Com a democratização do acesso ao ensino superior e a proliferação das novas tecnologias, era quase inevitável: a linguagem acadêmica está mudando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para conhecer a consequência desse processo, entretanto, ainda é preciso tempo, mas a representação máxima do conhecimento, ou seja, a formulação de teses acadêmicas, tem se beneficiado dessas novas possibilidades. Ao mesmo tempo que estudam o fenômeno social, as universidades se colocam na vanguarda de seus experimentos, com a permissão para que seus alunos apresentem dissertações em forma de blogs, livros, vídeos digitais ou via skype.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tanto em pesquisas como no próprio ensino, é possível verificar, cada vez mais, a incorporação dessas novas tecnologias. Um dos exemplos concretos é o aumento na oferta de cursos a distância, mas, uma vez que os alunos chamados "nativos digitais" (nascidos depois dos anos 80) dominam as novidades tecnológicas, a academia passa a ser parte integrante desse processo, inserindo, crítica e reflexivamente, a apropriação e utilização destas novas linguagens no cotidiano do ensino, da pesquisa e da extensão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Hoje é possível assistir a apresentações finais de TCCs, teses e dissertações por meio de vídeos digitais, fotografias, power point e até skype, por exemplo. Além disso, a grande maioria dos trabalhos é disponibilizada na internet. "Isso significa uma acessibilidade sem limites, incomparável com o formato tradicional do exemplar impresso nas mãos de poucos professores e na estante de uma biblioteca", afirma Paulo Cesar Duque Estrada, pró-reitor de pós-graduação e pesquisa da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apesar disso, segundo ele, acessibilidade não significa garantia imediata de maior entendimento do público em geral. "Quem recebe a informação terá de possuir capacidade para processá-las, ou seja, ainda não se inventou uma tecnologia que substitua o processo de formação acadêmica por meio do qual se adquire a necessária capacidade de pensar com rigor e, assim, se tornar um pesquisador ou pesquisadora", avalia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste contexto, há duas linhas a serem pensadas, de acordo com a coordenadora do curso de letras da PUC de Minas Gerais (PUC-MG), Juliana Alves de Assis. O primeiro é que o uso de recursos tecnológicos pode, sim, tornar a apresentação mais dinâmica e interativa. O segundo é que há pesquisas que tomam a tecnologia e as práticas discursivas em que ela é empregada como objeto de estudo. Neste caso, o uso da tecnologia em questão pode ser imprescindível à compreensão do próprio objeto de pesquisa. "As tecnologias fazem parte de nosso cotidiano, das práticas sociais das quais participamos. Nessa medida, são importantes tanto como ferramentas para os eventos de interação do domínio acadêmico quanto como objetos de estudo", explica a professora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div border="0" hspace="0" style="text-align: justify;" vspace="0"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O pesquisador é um dos que mais utilizam novas formas de tecnologia em seus trabalhos. Os sites e programas ligados à internet, os mecanismos para armazenamento e trabalho com dados coletados, tudo isso passa a ser mais rápido. "A depender da área do conhecimento, são indispensáveis recursos como imagens, vídeos, arquivos de som. Desse modo, a utilização de tecnologia poderia não apenas facilitar as apresentações, mas, principalmente, proporcionar-lhes maior qualidade de reprodução", afirma Mauro Dunder, doutorando em letras pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da Universidade Bandeirante (Uniban). "Mas no que diz respeito a apresentações de trabalhos, a academia não se livrará tão cedo do apego que tem a determinadas tradições", completa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table style="margin-left: 0px; margin-right: 0px; text-align: left; width: 1px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pedro Jacobi, professor da Faculdade de Educação e do programa de pós-graduação em ciência ambiental (Procam) da USP, concorda. Para ele, utilizar novas tecnologias não é tão simples, já que existe um ritual a se cumprir e um tempo disponível para apresentação. Mas ele se diz favorável a todo tipo de experimentação que possa complementar, de forma criativa, uma apresentação, assim como a transmissão online das defesas, o que abre espaço para um público muito mais amplo. "Tive a oportunidade de ver um orientando meu utilizar, na sua defesa, material em vídeo. O mais importante é analisar a qualidade do produto final. A academia ainda tem uma ritualística muito pouco criativa que dialoga quase nada com as novas mídias digitais", afirma.&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Muitos docentes acreditam que as tecnologias devem servir ao conteúdo e não o contrário. Uma excelente ideia, por exemplo, não pode se tornar coadjuvante para um espetáculo de recursos tecnológicos ou que esse espetáculo esconda um vazio teórico. É necessário saber empregar a melhor linguagem tecnológica para que o conceito seja bem compreendido e a aprendizagem, favorecida. "O investimento em uma apresentação performática do ponto de vista tecnológico deve ser usado como ferramenta a serviço da elucidação dos tópicos centrais do trabalho. Esse deve ser o aspecto central a ser levado em consideração pelo aluno", defende Paulo Gomes Cardim, reitor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. "Às vezes, até um power point atrapalha. Já vi muitas apresentações pirotécnicas inúteis e dispersivas. Em muitos casos, nada supera um bom debate", completa André Azevedo da Fonseca, coordenador do curso de comunicação social da Universidade de Uberaba (Uniube), em Minas Gerais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ele defende a ideia de que todos os trabalhos devem ser publicados na internet, o que tende a inspirar uma responsabilidade crescente nos alunos. "Por um lado, os estudantes se sentem mais motivados, pois, em vez de serem engavetadas, as suas produções intelectuais são publicadas e podem contribuir para a visibilidade profissional. Por outro lado, a publicação na web faz com que os alunos evitem o "copy/paste" [copia e cola] ou a simples má vontade, pois a visibilidade do trabalho facilita a denúncia", diz o professor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esse processo pode ainda ser facilitador do trabalho dos professores e alunos, na medida em que propicia a participação de um número maior de pessoas, sem restrição de tempo, espaço ou recursos e dá mais agilidade na busca de informação, com mais pessoas pesquisando conjuntamente. Além disso, podem ser replicadas indefinidamente. "A simulação ou a gravação de experiências, por exemplo, diminui a necessidade de laboratórios, materiais, professores e alunos presentes para realizar e/ou observar o que se está estudando", diz a professora do departamento de letras da PUC do Rio de Janeiro, Violeta Quental, para quem a tecnologia sempre auxilia o pesquisador, seja ela o lápis ou o computador, já que surge da pesquisa, muitas vezes dentro da própria academia. "Nesse sentido, o pesquisador é totalmente aberto ao uso da tecnologia. No entanto, ainda há muito a pensar em relação a uma nova linguagem na academia, a uma substituição completa da linguagem verbal por outras linguagens", afirma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Consultora de educação a distância, a professora Márcia Augusta Marinho Petrone acredita que, se houverem aulas com boas questões, material contextualizado, desafios interessantes e criativos, a manutenção da mesma lógica "tecnoeducacional" nos projetos de conclusão de curso será natural. "Os recursos podem tornar mais dinâmicos os processos, mais profundas as buscas de informação, mas o que dará a efetividade no processo educativo é a qualidade de como é desenvolvido o programa, de como o professor conduz os problemas, os temas escolhidos de interesse, a participação diversificada dos alunos, a busca das soluções criativas e importantes para a comunidade", explica a professora, para quem ainda é muito tímido o uso dessas tecnologias dentro das instituições. "Nos locais nos quais se formam professores, por exemplo, dificilmente vê-se o uso de tecnologias. Logo, não é de se espantar que os alunos usem muita tecnologia, mas fora da sala de aula. Certamente temos muitas experiências de sucesso e precisamos continuar a estudar, pesquisar, participar e promover a entrada de novos conhecimentos na escola", diz. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para ela, o contexto de cada instituição de ensino, de seu corpo discente e até do docente, apresenta diferentes realidades, e isso precisa ser considerado. "Eu diria que nos cursos de pós será efetivamente mais fácil utilizar a tecnologia para exames, teses e bancas finais. A videoconferência suportaria facilmente essa situação e certamente os alunos não teriam dificuldades", diz. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Estimular o uso desses recursos durante todo o processo educativo do curso também é importante. Na PUC do Rio Grande do Sul, diferentes unidades acadêmicas dispõem de espaços educativos equipados para permitir o acesso e a inserção dos futuros profissionais na 'realidade tecnológica'. "Por conta disso, as apresentações dos trabalhos acadêmicos, em qualquer curso, podem envolver desde as tecnologias de suporte convencionais ao trabalho de sala de aula, como projetores multimídia e computador com acesso à internet, até a utilização de sofisticados recursos computacionais de simulação, ou mesmo a inserção de contatos virtuais síncronos, também via internet (skype) e/ou outras ferramentas de EAD, com professores ou especialistas, ou, ainda, integrantes de bancas examinadoras que não se façam presentes no campus, no momento das defesas", explica a diretora da Faculdade de Educação da PUC-RS, Marília Costa Morosini.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quando os canais de acesso à informação são chancelados pela universidade, amplia-se o alcance da produção desses conhecimentos e as condições para a sua compreensão e entendimento por um maior número de receptores, não só da área acadêmica. "O papel da academia é também produzir ciência e tecnologia, estendendo à sociedade os frutos do seu trabalho, e não apenas disseminar o conhecimento historicamente acumulado pela humanidade no espaço restrito da sala de aula", diz Morosini.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Embora experiências como essas estejam sendo realizadas, o professor de sociolinguística da USP Luiz Antonio da Silva acredita que o acesso a esses recursos pelas instituições ainda é pequeno, principalmente nas universidades públicas. "Ainda assim, creio que a academia não deva ficar alheia às inovações tecnológicas, tomando o devido cuidado para não usar sem uma finalidade definida, isto é, apenas para parecer moderno", diz o professor, que orienta o aluno Artarxerxes Tiago Tácito Modesto, doutorando em letras pela USP, "um dos alunos que possuem experiências mais inovadoras com relação ao uso de novas tecnologias em apresentações finais de trabalhos", &lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;descreve&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em sua dissertação de doutorado, ainda em curso, Modesto pretende utilizar conversas realizadas online e, como apoio, apresentar data show para exibir gráficos e emoticons (figuras usadas em ferramentas de bate-papo), entre outros elementos discursivos, além de, "quem sabe", fazer uma demonstração em tempo real dos fenômenos analisados na pesquisa, através da interação eletrônica. "Não acredito que os trabalhos tradicionais estejam com os dias contados. Afinal, as novas tecnologias não vieram substituir a episteme, mas sim conferir novas maneiras de se chegar até ela. Acredito numa simbiose natural entre os meios de divulgação tradicionais e os inovadores. Não há melhor ou pior, apenas maneiras diferentes de divulgar os resultados da investigação", diz o aluno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-4442256328993705969?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/4442256328993705969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/04/uma-nova-linguagem-academica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4442256328993705969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4442256328993705969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/04/uma-nova-linguagem-academica.html' title='Uma nova linguagem acadêmica'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-2450971292657836554</id><published>2010-04-30T11:31:00.000-07:00</published><updated>2010-04-30T11:31:57.929-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>Procura-se um educomunicador</title><content type='html'>&lt;div class="materia_texto" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Com a rápida evolução das novas tecnologias, a comunicação tem se tornado cada vez mais popular e o acesso à informação mais simples. Porém, isso não significa que os receptores já estejam dominando a novidade. Assim, a relação comunicação e educação é atualmente um dos principais focos de atenção dentro das instituições de ensino. É sob essa perspectiva que a educomunicação tem ganhado força.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Ismar de Oliveira Soares diz que é ao mesmo tempo jornalista, professor e educomunicador. Com pós-doutorado em comunicação e educação pela Marquette University Milaukee Wisconsin, é professor da Escola de Comunicações da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da instituição, além de ocupar a vice-presidência do World Council for Media Education, com sede em Madri, Espanha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Principal responsável pela criação do novíssimo curso de licenciatura em Educomunicação da USP, que estreia em 2011, muitos estudiosos apontam Ismar como o primeiro a usar o termo no Brasil. O professor explica que o conceito da área passou por mudanças, e aponta cuidados que as universidades devem ter para não utilizá-lo de "forma inadequada".&lt;br /&gt;Bastante otimista ao falar do futuro da educomunicação, Ismar de Oliveira também afirma que a busca pelo profissional com formação nesse campo cresce cada vez mais no mercado e que as instituições de ensino particular têm um papel importante a desempenhar no processo, que vai além do preenchimento de vagas. Leia abaixo a entrevista concedida à revista Ensino Superior:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - Como se define o conceito de educomunicação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, é importante entender que ao longo dos anos houve uma mudança no conceito. Até o início da década de 1990 a Unesco identificava a educomunicação como todo trabalho de educar para a mídia e formar um receptor crítico. Atualmente, ela significa apoderar-se dos recursos tecnológicos e praticar a comunicação a partir de uma igualdade de condições pelas quais comunidades se envolvem para construir espaços democráticos, participativos. Uma realidade na qual a comunicação é utilizada para exercer a cidadania com uma intenção educativa, mas também se preocupando com o mercado. Em outras palavras, a educomunicação desenvolve e implementa meios comunicativos em espaços educativos regidos por uma gestão democrática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - Ela é uma profissão do século 21? Qual o perfil do seu profissional?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida. Há 20 anos o educomunicador era considerado alguém que realizava uma ação voluntária, um bom comunicador interessado na comunidade. Porém, com a mudança de conceito e os trabalhos que foram sendo desenvolvidos na área, o profissional da educomunicação passou a ser reconhecido. É alguém que domina as tecnologias de informação, mas que empresta a elas todo um sentido social, participativo, com uma fundamentação humanista forte. Posso citar como exemplo a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, que tem normas publicadas para o desenvolvimento da educomunicação nas escolas públicas. São professores que se convertem em educomunicadores, ou seja, temos aí uma ação profissional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - Muitos entendem o educomunicador antes como um professor que utiliza as mídias para as práticas pedagógicas. O senhor concorda?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O educomunicador não é necessariamente um professor. É claro que um docente pode ser um educomunicador, mas tanto quanto um jornalista ou um publicitário podem ser também. Não basta apenas usar a mídia em sala de aula, isso não significa uma ação educomunicativa. Tal ação só existe quando um espaço comunicativo é criado e os alunos compartilham a produção do conhecimento. O professor educomunicador, no ambiente escolar, dá autonomia, permite que o aluno seja protagonista. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - Como usar a comunicação, segundo a educomunicação, dentro de uma instituição de ensino superior?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer instituição de ensino superior, quando se fala em comunicação, a assessoria de imprensa e os profissionais do marketing logo vêm à mente. Já uma equipe de educomunicação, no caso, auxilia a alta direção da organização a repensar suas relações com o próprio meio. É como uma assessoria especializada. Essa assessoria pode fazer uso dos instrumentos de relações públicas, publicidade e jornalismo, porém antes vai realizar um planejamento para mostrar como uma instituição pode ser orgânica. O mercado e o capital continuam sendo elementos importantes, mas que constituem, sobretudo, um espaço de diálogo e produção de cultura.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - O educomunicador também é um gestor?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ele é gestor por natureza. O conceito de gestão é inerente ao conceito de educomunicação. A educomunicação se divide em várias áreas de intervenção. O educomunicador planeja ações em um sistema para que a prática da educomunicação tenha sentido. Entre suas funções, esse profissional precisa sempre saber formar e orientar equipes, produzir avaliações, prever necessidades de tecnologia e sustentabilidade nos projetos em que está envolvido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - As instituições de ensino superior no Brasil já estão preparadas para atender esse novo mercado?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As universidades têm condições, mas hoje não estão preparadas. Sem dúvida há uma mobilização. Existem muitos cursos de especialização, surgiu também uma graduação de bacharelado na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). O maior risco é utilizar o conceito de educomunicação de uma forma inadequada. No momento, o sistema educacional e o ensino superior em geral ao pensar em educomunicação pensam em TICs e tecnologia educativa, o que não é correto. É preciso também ter o cuidado para que o tema não seja usado somente dentro de uma visão mercadológica, sem a responsabilidade social inerente a essa prática. Essa é uma das grandes preocupações do novo curso da USP. Formar pessoas para atender a demanda nas universidades, e em condições de criar bons cursos nas universidades que assim desejarem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - Como será esse curso de licenciatura em educomunicação da USP?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Será um curso noturno, de 2.800 horas, oferecido pela Escola de Comunicações e Artes. As disciplinas pedagógicas serão cursadas na Faculdade de Educação. A primeira turma inicia as aulas em 2011. As disciplinas serão divididas em três áreas de formação: básica, específica e pedagógica. Na primeira, vamos discutir as teorias da educação, comunicação e o futuro da profissão. No campo das específicas, as aulas vão discutir leituras de mídia, gestão dos processos de comunicação, uso das tecnologias nos espaços educativos e planejamento e avaliação de processos. Já as disciplinas pedagógicas serão cursadas na Faculdade de Educação, para aproximar os alunos da prática docente. Além disso, eles terão de realizar 400 horas de trabalho em organizações, para aperfeiçoar a profissão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - A abertura do curso serve para suprir uma demanda de professores no próprio curso da universidade? Qual o mercado para os professores que se especializam nessa área?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O mercado inicial está voltado para a educação formal, pois existe uma carência de professores de comunicação. Com a LDB, as escolas passaram a ter uma autonomia para criar disciplinas. No entanto, a norma solicita que as instituições reservem 25% da carga horária para a área de comunicação, que deveria ser dividida entre as disciplinas de línguas e de mídias. Só que as escolas não têm adotado a prática de professores voltados para mídia porque não existe esse profissional. O nosso primeiro objetivo então é atender à demanda do ensino médio para introduzir a comunicação como está na lei. Mas temos também um atendimento imediato ao terceiro setor. As organizações não governamentais estão cada vez mais ampliando o campo de formação em trabalhos voltados para criança e mídia. E há ainda espaço nos canais de televisão e rádios educativas, além dos canais segmentados, que serão exigidos com a digitalização da televisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - O educomunicador pode atuar em empresas ou está restrito às instituições de ensino?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A educomunicação está engatinhando nas empresas, mas acredito que onde existem grupos humanos pode-se pensar nela. Uma empresa preocupada em dialogar com seu entorno pode patrocinar ações de organizações que apliquem a educomunicação. É o caso da Petrobras, da Vale. E é possível o educomunicador trabalhar também dentro da empresa. A educomunicação advoga maior liberdade de expressão e as empresas podem admitir que isso aconteça em algumas áreas. Na verdade, muitas já estão se abrindo neste novo campo que cada vez mais cresce, chamado responsabilidade social. É a partir daí que as organizações começam a olhar para os seus empregados e percebem que é preciso mudar as relações. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - Existe uma demanda crescente para esse tipo de profissional?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ela é visível em termos de solicitação. Aponto exemplos: atualmente, o Ministério do Meio Ambiente tem um grande problema para que a população tenha acesso a informações. Por isso, a pasta criou o Programa de Educomunicação Socioambiental, que promove a produção de programas e campanhas educativas socioambientais, e está contratando pessoas especializadas para geri-lo. Já no Ministério da Educação há uma discussão sobre a reforma do ensino médio, e uma das propostas é aumentar o ensino em um ano, para que se desenvolvam práticas educomunicativas. Ou seja, vamos precisar de especialistas para essa faixa. E o terceiro setor também está se desenvolvendo. Então, não há dúvidas de que estamos diante de um crescimento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior - Qual pode ser o papel das instituições particulares no desenvolvimento desse novo campo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o Brasil necessita neste momento de um investimento na formação de educomunicadores. As grandes mantenedoras deveriam estar discutindo mais esse tema. Em 1999 foi realizado um encontro em São Paulo, chamado Mídia e Educação. Uma das conclusões foi a de que as universidades que tivessem bons cursos de pedagogia e comunicação deveriam começar a pensar na formação do educomunicador. E as mantenedoras estavam presentes. Penso que chegou o momento novamente de elas refletirem o que significa entrar nesse novo nicho. Assim como as instituições particulares podem servir para atender a uma demanda na formação de novos profissionais, elas podem definir, em conjunto com o ministério e com as universidades públicas que já estão pesquisando o assunto, parâmetros sobre como avançar nesse campo de forma adequada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-2450971292657836554?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/2450971292657836554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/04/procura-se-um-educomunicador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2450971292657836554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2450971292657836554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/04/procura-se-um-educomunicador.html' title='Procura-se um educomunicador'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-6785366607743175183</id><published>2010-04-16T12:38:00.000-07:00</published><updated>2010-04-16T12:38:00.283-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonhttp://educacao.uol.com.br'/><title type='text'>Pesquisa mostra que estresse no trabalho prejudica a voz do professor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O estresse no trabalho aumenta de 6 a 9,5 vezes a possibilidade de o professor se tornar incapaz para o trabalho, pois é um dos fatores que influencia em problemas de voz em docentes. Essa é uma das conclusões de pesquisa feita pela fonoaudióloga Susana Giannini, da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo). Cansaço na fala, ficar sem voz, ter rouquidão ou apresentar coceira, pigarro e dor na garganta são alguns dos sintomas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As alterações na voz ocorrem por três fatores principais: o pessoal, que são os cuidados básicos com a voz, a alimentação, a qualidade do sono, a hidratação (tomar goles de água enquanto fala) e o exercício de aquecimento vocal antes do início da aula; os ruídos provocados por classes numerosas ou por indisciplina; e as condições de trabalho e de ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os distúrbios de voz atingem de 60% a 70% dos professores; na população em geral, o índice é de 11%. Mesmo diante deste porcentual elevado, a maioria dos profissionais não procura orientação ou demora muito para buscar ajuda. Sem orientação e prevenção, a doença tende a se agravar, até incapacitar o professor de dar aula. Quando isso ocorre, o professor é obrigado a interromper a carreira, às vezes precocemente, e passa a fazer trabalho burocrático, explica Susana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com o adoecimento vocal, o professor perde a qualidade da voz e isso interfere no aprendizado dos alunos. Outro agravante é que o docente precisa arcar com as despesas médicas para o tratamento e perde benefícios que receberia se continuasse a exercer a função. Isso ocorre pois o distúrbio não é reconhecido pela Previdência Social como doença ocupacional --embora a OIT (Organização Internacional do Trabalho) considere a categoria como a que tem maior risco de ficar sem voz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se o distúrbio for considerado como doença ocupacional, haverá aprimoramento do diagnóstico e do tratamento dos docentes, diz a pesquisadora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pesquisa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para confirmar se o estresse era uma causa da doença na voz, a fonoaudióloga avaliou 167 professores de ensino infantil, fundamental e médio com distúrbios de voz na cidade de São Paulo. Depois, comparou o resultado com 105 colegas saudáveis, provenientes das mesmas escolas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O estudo constatou, por estatística, que há relação entre ter distúrbios vocais e estresse provocado pela organização do trabalho. Professor com distúrbio vocal tem de 6 a 9,5 vezes mais probabilidade de perder condições de executar seu trabalho antes de chegar à aposentadoria. O estresse foi medido pelos níveis de excesso de trabalho e pela falta de autonomia sobre este.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quase 70% dos que tinham problemas vocais apresentaram excesso de trabalho, mostrando que a pressão para realizá-lo era média ou alta. Nos professores saudáveis, a porcentagem foi 54,4%. Em relação à autonomia, 73% dos professores com distúrbio de voz mostraram ter pouca ou média autonomia sobre o trabalho. No outro grupo, a porcentagem foi de 62,1%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fatores de risco&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os fatores de risco devem ser considerados conforme a intensidade, o tempo de exposição, a duração do ciclo de trabalho, a distribuição das pausas ou a estrutura de horários, entre outros. São agrupados nas categorias organizacional, biológica e ambiental:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;•Organizacional – Jornada de trabalho prolongada; sobrecarga, acúmulo de atividades ou de funções; demanda vocal excessiva; ausência de pausas e de locais de descanso durante a jornada; falta de autonomia; ritmo de trabalho estressante; trabalho sob forte pressão e insatisfação com o trabalho e/ ou com a remuneração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;•aspectos biológicos da voz – São as alterações advindas da idade, alergias, infecções de vias aéreas superiores, influências hormonais, medicações, etilismo, tabagismo e falta de hidratação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;•ambiental – Os fatores ambientais incluem riscos físicos (ruídos, desconforto e choque térmico, dentre outros) e riscos químicos (exposição a produtos irritativos de vias aéreas e presença de poeira ou fumaça no local de trabalho).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-6785366607743175183?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/6785366607743175183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/04/pesquisa-mostra-que-estresse-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6785366607743175183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6785366607743175183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/04/pesquisa-mostra-que-estresse-no.html' title='Pesquisa mostra que estresse no trabalho prejudica a voz do professor'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-2430257317523391123</id><published>2010-03-29T09:17:00.000-07:00</published><updated>2010-03-29T09:17:11.580-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:www.uol.com.br'/><title type='text'>Brasil começa a discutir um "SUS" para a educação nesta segunda-feira</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Começam, nesta segunda-feira (29), os debates para a criação de um "SUS" da educação. Eles fazem parte da Conae (Conferência Nacional de Educação), que ocorre em Brasília, até o dia 1º. Devem participar 2.500 delegados eleitos em municípios e Estados e mais 500 observadores. A Conae vai elaborar o PNE (Plano Nacional de Educação) para a próxima década que será apresentado pelo MEC (MInistério da Educação) ao Congresso Nacional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A ideia, defendem alguns especialistas, é criar um sistema que integre os governos municipal, estadual e federal -- assim como o SUS (Sistema Único de Saúde). Wagner Santana, oficial de projetos da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) no Brasil é um dos engrossam o coro por uma rede que integre os três níveis de governo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Coautor do livro “Educação e Federalismo no Brasil: Combater as Desigualdades, Garantir a Diversidade”, Santana concedeu uma entrevista por e-mail sobre o sistema nacional de educação. Ele é enfático sobre o que o país precisa no campo das políticas para o ensino: "É fundamental o estabelecimento de metas realistas e ao mesmo tempo desafiadoras, que sejam monitoradas e avaliadas constantemente e com amplo controle social". Confira parte da entrevista:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;UOL Educação&lt;/strong&gt; - Um Sistema Nacional de Educação deveria ser parecido com o SUS? Em que medida?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Santana &lt;/strong&gt;- A proposta de Sistema Nacional de Educação atualmente em discussão trata especificamente da construção de diretrizes educacionais comuns a serem implementadas em todo território nacional, respeitando-se as diversidades regionais e tendo como perspectiva a superação das desigualdades regionais. A proposta em discussão atribui também ao Sistema Nacional de Educação um papel de articulador, normatizador e coordenador e, sempre que necessário, financiador dos sistemas de ensino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ou seja, não se trata de implementar um “SUS da Educação”, mas de construir estratégias para que a educação brasileira tenha referenciais nacionais de qualidade e que a oferta educativa pelos sistemas de ensino estadual e municipal de todo o país tenha maior identidade. O desenho institucional desse sistema é uma das tarefas a ser enfrentada no processo de elaboração do novo Plano Nacional de Educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;UOL Educação&lt;/strong&gt; - O SUS é um modelo elogiado por especialistas, mas, no dia a dia, a população enfrenta problemas que vão da falta de capacidade de atendimento até o mau atendimento. Como um sistema nacional poderia superar estes tipos de dificuldades vistos na saúde?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Santana &lt;/strong&gt;- A oferta de serviços de saúde e de educação, que são direitos previstos no nosso marco legal, são de natureza muito distinta. Não há nenhum hospital, por exemplo, que tenha que atender o mesmo número de pessoas todos os dias ao longo de quatro, seis ou oito horas. Ao mesmo tempo, o usuário de saúde pode buscar qualquer unidade de atendimento do SUS, enquanto na educação o atendimento quase sempre é feito por uma única unidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No caso da educação, a constituição e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação são claros quanto às responsabilidades da União, Estados, Distrito Federal e municípios. Cabe, portanto, estabelecer critérios de gestão da oferta pelos entes federados de forma articulada, colaborativa e normatizada por princípios comuns e tendo como perspectiva a garantia de um direito humano fundamental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;UOL Educação&lt;/strong&gt; - As desigualdades internas no país são gigantescas. Como um sistema geral poderia dar conta delas? Elas podem ser superadas com financiamento proporcional às necessidades?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Santana&lt;/strong&gt; - Certamente uma das questões a serem resolvidas é um melhor equilíbrio entre as responsabilidades dos entes federativos quanto à oferta educativa e os recursos disponíveis por cada um deles. Uma reforma fiscal seria a melhor estratégia nesse sentido, mas de difícil viabilidade política no curto prazo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Assim, estratégias como o Fundef [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério] e posteriormente o Fundeb [O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] têm cumprido um papel redutor das desigualdades, garantindo patamares mínimos de oferta. Entretanto, ainda persistem desigualdades na disponibilidade de recursos que precisam ser enfrentadas por essas políticas. Outro ponto importante é a necessidade de aumentar o montante global dos recursos a serem investidos em educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A proposta de um sistema nacional de educação ou outro modelo de gestão da oferta educativa deve buscar ainda reduzir desigualdades quanto a padrões de atendimento (infra-estrutura de escolas, remuneração e condições de trabalho docente, etc.) e buscar alguma unidade no que diz respeito aos conteúdos ensinados nas escolas, respeitando-se, evidentemente, as diversidades regionais e locais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;UOL Educação&lt;/strong&gt; - Como fazer com que uma política pública dure além do tempo dos mandatos do executivo no Brasil? Estamos muito longe disso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Santana&lt;/strong&gt; - É fundamental que o novo Plano Nacional de Educação seja construído a partir de acordos entre os entes federativos em relação aos principais desafios da educação nacional e as estratégias para enfrentá-los. Além disso, é fundamental o estabelecimento de metas realistas e ao mesmo tempo desafiadoras, que sejam monitoradas e avaliadas constantemente e com amplo controle social. Nesse sentido, é fundamental que o novo Plano defina também instâncias de gestão envolvendo os três entes federados e com participação social. Finalmente, é importante a vigilância junto aos poderes públicos nos três níveis para que o Plano Nacional de Educação, além dos planos estaduais e municipais, sejam a principal referência para a construção de políticas de governo. Essa tarefa está longe de ser simples, mas é condição fundamental para termos políticas duradouras de Estado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;UOL Educação&lt;/strong&gt; – Quais são os critérios que devemos medir em uma educação de qualidade, além do desempenho e do fluxo de estudantes?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Santana&lt;/strong&gt; - Quando falamos em qualidade nos referimos a formação inicial e continuada de docentes, a condições de trabalho adequadas e a políticas de valorização dos profissionais de educação, a conteúdos pertinentes e relevantes, a escolas inclusivas e que respeitem a diversidade dos alunos (de gênero, religião, orientações sexuais etc.) entre outros aspectos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-2430257317523391123?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/2430257317523391123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/brasil-comeca-discutir-um-sus-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2430257317523391123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2430257317523391123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/brasil-comeca-discutir-um-sus-para.html' title='Brasil começa a discutir um &quot;SUS&quot; para a educação nesta segunda-feira'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1439154592513214269</id><published>2010-03-26T14:45:00.000-07:00</published><updated>2010-03-26T14:45:37.457-07:00</updated><title type='text'>A Quinta-feira Santa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no misterio da Paixão de Cristo, já que quem deseja seguí-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos dá um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta a Jesus 'sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava', mas que, ante cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, se ajoelha e lava os seus pés, como gesto inquietante de uma acolhida inalcansável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;São Paulo completa a representação lembrando a todas as comunidades cristãs o que ele mesmo recebeu: que aquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se sacramento permanente em um pão e em um vinho que convertem em alimento seu Corpo e seu Sangue para todos os que queiram recordá-lo e esperar sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristía.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor na qual Jesus, um dia como hoje, na véspera da su paixão, "enquanto ceava com seus discípulos tomou pão..." (Mt 26, 26).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dEle abençoando o pão e o vinho: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antes de ser entregue, Cristo se entrega como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra sua morte: o que fez, o fez como anúncio profético e oferecimento antecipado e real da sua morte antes da sua Paixão. Por isso "quando comemos deste pão y bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte" (1Cor 11, 26).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Assim podemos afirmar que a Eucaristia é o memorial não tanto da Última Ceia, e sim da Morte de Cristo que é Senhor, e "Senhor da Morte", isto é, o Resuscitado cujo regresso esperamos de acordo com a promessa que Ele mesmo fez ao despedir-se: "Um pouco de tempo e já não me vereis, mais um pouco de tempo ainda e me vereis" (Jo 16, 16).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como diz o prefácio deste dia: "Cristo verdadeiro e único sacerdote, se ofereceu como vítima de salvação e nos mandou perpetuar esta oferenda em sua comemoração". Porém esta Eucaristia deve ser celebrada com características próprias: como Missa "na Ceia do Senhor".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nesta Missa, de maneira diferente de todas as demais Eucaristias, não celebramos "diretamente" nem a morte nem a ressurreição de Cristo. Não nos adiantamos à Sexta-feira Santa nem à noite de Páscoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje celebramos a alegria de saber que esta morte do Senhor, que não terminou no fracasso mas no êxito, teve um por quê e um para quê: foi uma "entrega", um "dar-se", foi "por algo"ou melhor dizendo, "por alguém" e nada menos que por "nós e por nossa salvação" (Credo). "Ninguém a tira de mim,(Jesus se refere à sua vida) mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la." (Jo 10, 18), e hoje nos diz que foi para "remissão dos pecados" (Mt 26, 28c). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por isso esta Eucaristia deve ser celebrada o mais solenemente possível, porém, nos cantos, na mensagem, nos símbolos, não deve ser nem tão festiva nem tão jubilosamente explosiva como a Noite de Páscoa, noite em que celebramos o desfecho glorioso desta entrega, sem a qual tivesse sido inútil; tivesse sido apenas a entrega de alguém mais que morre pelos pobres e não os liberta. Porém não está repleta da solene e contrita tristeza da Sexta-feira Santa, porque o que nos interessa "sublinhar" neste momento, é que "o Pai entregou o Seu Filho para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna"(Jo 3, 16) e que o Filho entregou-se voluntariamente a nós apesar de que fosse através da morte em uma cruz ignominiosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje há alegria e a Igreja rompe a austeridade quaresmal cantando o "glória": é a alegria de quem se sabe amado por Deus; porém ao mesmo tempo é sóbria e dolorida, porque conhecemos o preço que Cristo pagou por nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Poderíamos dizer que a alegria é por nós e a dor por Ele. Entretanto predomina o gozo porque no amor nunca podemos falar estritamente de tristeza, porque aquele que dá e se entrega con amor e por amor, o faz com alegria e para dar alegria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Podemos dizer que hoje celebramos com a liturgia (1a. Leitura) a Páscoa. Porém a da Noite do Êxodo (Ex 12) e não a da chegada à Terra Prometida (Js 5, 10-ss).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje inicia a festa da "crise pascoal", isto é, da luta entre a morte e a vida, já que a vida nunca foi absorvida pela morte mas sim combatida por ela. A noite do sábado de Glória é o canto à vitória porém tingida de sangue, e hoje é o hino à luta, mas de quem vence, porque sua arma é o amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1439154592513214269?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1439154592513214269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/quinta-feira-santa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1439154592513214269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1439154592513214269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/quinta-feira-santa.html' title='A Quinta-feira Santa'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-2805909901286892640</id><published>2010-03-26T14:41:00.000-07:00</published><updated>2010-03-26T14:41:19.781-07:00</updated><title type='text'>Semana Santa. Você sabe o que significa?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Semana Santa começou a ser celebrada no ano de 325 d.c. através do concílio de Nicéia. Naqula ocasião o Imperador Constantino já havia transformado o Império Romano em um Império Cristão e dái também começou a patrocinar a Semana Santa com a regência do papa Silvestre I.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A escolha dos dias que envolve a semana santa parte da escolha do domingo de Páscoa. O dia de páscoa é escolhido com base nas fases da lua cheia. O primeiro domingo logo após a primeira lua cheia do outono (hemisfério sul) ou da primavera (hemisfério norte) é o domingo de Páscoa. A partir desta data é que são marcados todos os outros dias vinculados a esta festa importante tais como&amp;gt; O carnaval, a quaresma, a quarta-feira de cinzas, o domingo de ramos a sexta-feira santa, a ascenção do Senhor, penstecostes, santíssima trindade e dia de Corpus Christe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O sentido religioso da Semana Santa é uma reflexão sobre os últimos momentos de Jesus e o porquê da comemoração da Páscoa. A celebração começa no Domingo de Ramos onde é lembrada a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e termina no Domingo de Páscoa onde comemoramos a sua Ressurreição. Não há Páscoa sem a Semana Santa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-2805909901286892640?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/2805909901286892640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/semana-santa-voce-sabe-o-que-significa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2805909901286892640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2805909901286892640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/semana-santa-voce-sabe-o-que-significa.html' title='Semana Santa. Você sabe o que significa?'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-315626661254506021</id><published>2010-03-20T13:57:00.000-07:00</published><updated>2010-03-20T13:57:46.392-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>Imagem esfacelada</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para qualquer leigo é perceptível que, ao longo do tempo, a imagem do professor tem se transformado e a relação aluno-docente é retratada de diversas formas pelos meios de comunicação. Mas a professora de língua portuguesa dos ensinos fundamental e médio Daniella Barbosa Buttler quis comprovar a teoria a partir de um estudo aprofundado. Em seu doutorado em Linguística Aplicada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), Daniella desenvolveu a tese A imagem esfacelada do professor - um estudo em textos de revistas e concluiu que a projeção dos professores é tão difusa que inclui questões de gênero, saudosismo e até idealização versus atuais condições para o exercício docente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"O trabalho teve como proposta refletir acerca da imagem da atividade docente, construída em textos destinados aos professores e ao público em geral, assim como identificar qual discurso algumas revistas difundem sobre e para o professor", explica Daniella. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dos 400 textos lidos nas revistas, apenas nove crônicas usavam o trabalho do professor como tema, sendo de diferentes autores e épocas, mas todas publicadas sempre em outubro, mês em que se comemora o Dia do Professor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Interessante notar que, durante a seleção dos textos, não encontramos crônicas que abordassem o tema de outro profissional. Isso acontece porque a escola e o trabalho docente são muito presentes na vida das pessoas. Todos passaram por um ambiente escolar em alguma época da vida. Por isso os cronistas se sentem à vontade para falar do trabalho do professor", afirma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo Daniella, as revistas mostraram-se muito voltadas para um modelo romântico do professor ideal. Todos os docentes do passado eram mulheres, remetendo à figura materna. Para a autora, a maioria das crônicas mostra que, por meio do olhar das escritoras das décadas de 30, 40 e 50, pode-se contemplar o que seria a "figura perfeita" do professor em sala de aula. Os profissionais representariam esse professor que consegue dosar, na medida certa, afetividade e competência. Os enunciadores conheceram uma figura "perfeita" e agora buscam perpetuar o modelo romântico de professora ideal que tanto os inspirou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um outro conjunto de crônicas mostra que o saudosismo em relação à figura do professor é recorrente. Ela usa como exemplo um discurso da atriz Fernanda Montenegro para o então presidente Fernando Henrique Cardoso, quando homenageada com a Gran-Cruz da Ordem Nacional do Mérito, após receber a Palma de Ouro do Festival de Cannes de melhor atriz pelo filme Central do Brasil. Em um trecho, ela diz: "As primeiras coisas que decorei na minha vida foram dois poemas que Dona Carmosina mandou que decorássemos. [...] Senhor Presidente, precisamos de muitas Carmosinas e, se possível, nenhuma Dora".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Daniella vê na fala indícios desse saudosismo. "Percebe-se que o desejo da atriz é transformar Dora [personagem do filme Central do Brasil] e todas as professoras do presente em Donas Carmosinas porque, segundo ela, as professoras do passado não eram impedidas de agir. A professora do passado mandou e atingiu a eficácia."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em outro periódico, as crônicas mostram um contraponto: os professores do passado exigiam, portanto eram atores; os do presente se apresentam impotentes para o agir por diversas razões, sendo agentes. "As crônicas têm o debate valorativo entre o aluno do passado e o do presente; o professor do passado e o do presente e as condições de trabalho. O aluno do passado tanto quanto o do presente faz suas reivindicações e também suas recusas. O que há de fato é que, na figura do narrador-aluno que conduz a crônica, temos uma espécie de aluno modelo, que se coloca individualmente. Considero, então, que o que realmente muda é a postura de um aluno no geral, já que ele demonstra muita prepotência e onipotência", explica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com relação à mecânica dessas relações no passado, Daniella observou "vozes" de professores que davam ordens e ameaçavam os alunos; de alunos que falavam que o professor não explicava a matéria; pais que pareciam "aterrorizados" com o ponto de vista científico do professor; pais que reclamavam do agir do professor e de outros que incentivavam o seu filho a frequentar a escola. Todavia, todos os conflitos não atingiam o trabalho e a carreira docente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Os textos centram-se justamente nessa questão: na construção da representação de uma professora ideal e de seu papel. Apresenta o modelo desse professor, mas não revela os elementos responsáveis para que esse ideal se concretize no processo de ensino-aprendizagem, a não ser o que é da natureza desse professor", afirma Daniella. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os professores, porém, já não são os mesmos: não existem mais exigências contundentes e muito menos a tentativa de realização dos alunos por meio dos estudos. Nas crônicas fica claro que a aprovação é automática, e o professor é impedido de trabalhar por diferentes razões. Alguns dos indicadores desse mal-estar docente são explicitamente apontados nos textos: a avaliação recorrente dos alunos e pais; o trabalho fora do horário; a preparação; a violência nas instituições escolares; a falta de remuneração adequada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Daniella avalia que no presente há uma re-configuração negativa. Os verbos estão todos na voz passiva, sem o agente, o que revela que ninguém é responsável pelo tratamento dado ao professor. "O docente é impedido de agir: é impotente, objeto do agir do outro, subordinado à família e aos seus alunos, semelhante ao proletariado. Tem aluno prepotente e onipotente. Todos os conflitos atingem o professor diretamente." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além disso, a professora diz que é possível perceber, nos enunciados verbais estudados, que a identidade do professor é construída pela mídia na relação língua, imagem, discurso e história, ou seja, a mídia se transforma em suporte de historicidade. Para Daniella, da vida real do professor a mídia mostra apenas o lado negativo. "Assim, o professor passa a fazer parte de uma categoria atacada e responsabilizada pela crise da educação brasileira. O professor é excluído pelo discurso que o desqualifica e o desmoraliza." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quanto ao título do trabalho, Daniella explica que a imagem de qualquer trabalhador é esfacelada. "Não há uma representação, uma imagem, há várias de um mesmo profissional. Daí a conclusão de que essa imagem é esfacelada pelos múltiplos papéis que o professor desempenha; pelas teorias pedagógicas que mostram a importância do vínculo afetivo com o aluno; a remuneração em descendência; a multiplicação das horas de trabalho; o descontentamento e descrédito da população e das instituições governamentais que culpam os professores; a atividade vista como prestação de serviços; a heterogeneidade na classe dos trabalhadores; o desenvolvimento científico acelerado; o excesso de alunos em sala e a pouca motivação dos alunos", explica.&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Opção pelo cotidiano&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em sua tese de doutorado, Daniella Barbosa analisou crônicas publicadas em duas revistas: uma voltada para o público docente e de âmbito nacional e outra distribuída em São Paulo para o público em geral. Na pesquisa foram investigadas as chamadas "re-configurações construídas em textos sobre o trabalho do professor". A autora fez um levantamento sobre as características do agir do professor em situação de trabalho, sobre as quais foram identificadas formas linguístico-discursivas que permitiram detectar essas re-configurações. A crônica foi escolhida por tratar temas do cotidiano e o período de 2000 a 2006 aponta para uma mudança de paradigma do docente, sobretudo porque no início do século XXI ecoavam as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), que tendo sido lançados na última década do século XX orientaram uma profunda mudança na história da educação brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os resultados da análise dos textos da revista voltada para o educador foram divididos em duas partes: as crônicas e os roteiros. As crônicas revelaram um saudosismo em relação ao docente do passado. Já os roteiros de reflexão para professores evidenciaram um locutor que se dirige ao "professor", com verbos no imperativo sem camuflar o caráter prescritivo, e tomando como modelo o professor do passado, sem considerar as condições sócio-históricas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na análise dos textos da revista de São Paulo a autora encontrou um contraponto e um confronto entre os professores do passado e os da atualidade: os primeiros exigiam e agiam, enquanto os segundos se apresentam como impotentes para o agir, devido à mudança das relações e papéis entre professor, aluno, pais e direção de escola. "Notamos que as crônicas da primeira revista re-configuram o professor como era em um passado longínquo, em que as condições sociais de trabalho eram diferentes, mas mesmo assim a revista coloca esse professor como sendo o professor ideal para os dias de hoje, o que vemos nos roteiros. Já as crônicas da segunda revista mostram como são os professores da atualidade, com seus múltiplos problemas reais, que fazem oscilar o seu papel tradicional."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Adriana Natali&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-315626661254506021?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/315626661254506021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/imagem-esfacelada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/315626661254506021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/315626661254506021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/imagem-esfacelada.html' title='Imagem esfacelada'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-7003217128452888826</id><published>2010-03-03T11:27:00.000-08:00</published><updated>2010-03-03T11:27:37.848-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>Sua majestade, o professor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Num tempo em que a concorrência entre as instituições de ensino superior se acirra, a questão da sobrevivência das organizações coloca-se como preocupação central para muitos gestores. O que faz a diferença nesse contexto? A infra-estrutura, a gestão ou o relacionamento entre alunos, professores e funcionários?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma pesquisa realizada pelo sociólogo Gilson Borda, que resultou na sua tese de doutorado, defendida na Universidade de Brasília, contém algumas ideias que podem ajudar as instituições a se posicionarem nesse contexto. A partir de questionários e entrevistas aplicadas a 351 alunos de duas instituições de ensino superior particulares do Distrito Federal, Borda concluiu que um bom professor vale mais do que instalações luxuosas. O resultado é válido para 80% dos estudantes que participaram do estudo e está relacionado, segundo o autor do trabalho, a uma mudança das relações que estão em curso no mundo contemporâneo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além de alunos, que responderam a um questionário com questões semi-abertas, foram entrevistados 14 gestores e profissionais das duas instituições. Uma delas existe há mais de 40 anos e localiza-se no Plano Piloto (área central de Brasília); a outra é pequena, nova e fica numa cidade-satélite (periferia). O autor conta que optou por investigar instituições com perfis diferentes para obter mais abrangência de resultados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Na segunda metade do século passado prevaleciam o capital econômico e o capital intelectual como valores das organizações. No cenário atual, o capital social está ganhando cada vez mais espaço como fundamento da relação de confiança que uma organização estabelece com as pessoas", diz Borda, explicando que capital social diz respeito às relações das instituições com clientes, prestadores de serviço, funcionários ou a comunidade em geral. Na opinião dele, a importância do capital social só tende a aumentar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E, nesse processo, os professores desempenham um papel fundamental, afinal, são eles que convivem com os estudantes no dia a dia, constituindo-se na face mais visível da instituição. "O professor consolida ou não a confiança que o aluno mantém com a instituição de ensino", sintetiza o pesquisador. Ele considera que a sobrevivência das instituições está relacionada ao estabelecimento de relações de confiança, sobre as quais se constrói a credibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para Borda, esse resultado implica o rompimento de algumas ideias preconcebidas, como a de que a imagem se constrói apenas por meio de uma comunicação eficiente. "A espiral de confiança é construída à medida que são reforçados os valores fundamentais", explica o pesquisador. Ele constatou um grau de satisfação maior dos alunos da instituição mais nova e menor, onde os resultados indicam a existência de maior engajamento dos professores. Por isso, ele reitera que o capital econômico e tudo que se associa a ele (investimento em infraestrutura, por exemplo) está vinculado ao capital social (o bom ou mau relacionamento com alunos, por exemplo). Novamente, os docentes são fundamentais nesse processo: o estudo aponta que a qualificação dos professores é o principal fator de atração de uma instituição .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para Fábio José Garcia dos Reis, diretor de operações do Centro Unisal, em Lorena, no interior de São Paulo, o reconhecimento da importância do professor numa instituição educacional é algo que se constata ao longo da história e continua valendo até hoje. "Os professores tornam-se referência pelas suas publicações, pelo relacionamento com o mercado, pela sua capacidade de elaborar novos projetos e serviços e pelas diversas conversas com os alunos na orientação para o estudo, pesquisa ou trabalho", afirma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para Roberto Lobo Leal e Silva Filho, diretor da consultoria Lobo &amp;amp; Associados, o professor é o "DNA da instituição". "Não adianta ter um salão de mármore se os professores forem omissos", sintetiza. Entretanto, ele considera que o professor tem peso maior ou menor dependendo do perfil da instituição. "Nas instituições de massa, o valor da mensalidade pode ser um forte fator de atração", analisa. Mas mesmo nessas instituições, ressalva o consultor, não se pode esperar a oferta de um ensino de qualidade somente com professores horistas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reis se contrapõe, enfatizando que a credibilidade não está relacionada, necessariamente, ao tempo de dedicação do professor, embora reconheça que é importante ter muitos docentes vinculados a fim de se levar adiante projetos de pesquisa, ensino e extensão. "É ideal, mas o alto custo torna isso inviável para muitas instituições privadas."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Titulação é atrativo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao realizar a pesquisa para a sua tese de doutorado pela Universidade de Brasília, o sociólogo Gilson Borda pediu, em questionário distribuído aos alunos, que eles enumerassem, de forma classificatória (1º, 2º, 3º lugar), o que mais os atraiu no momento de escolha de uma instituição de ensino superior. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para 86,6% dos participantes, a qualificação e a titulação dos professores foram marcadas como um dos cinco atrativos mais importantes para a escolha da instituição, distribuídos da seguinte forma: 32,5% dos alunos consideram a qualificação dos professores como o item mais importante; 20,7% como o segundo item; 13,6% como terceiro; 9,3% indicaram como quarto item e 10,5% marcaram como quinto fator. Apenas 1,9% dos participantes enumeraram a qualificação e a titulação dos professores como item menos importante entre os expostos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em sua tese, Borda observa que a marca da instituição também é um fator de referência para a credibilidade. "Em um momento inicial, caso o aluno não conheça o professor, ou não tenha informação suficiente sobre ele, é [a instituição educacional] quem pode validar o docente e sua formação", escreve. Em outros casos, especialmente se a instituição está em fase de desenvolvimento de sua imagem institucional, é o professor, pelo seu bom currículo, que gera valor e atratividade para a marca. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-7003217128452888826?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/7003217128452888826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/sua-majestade-o-professor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7003217128452888826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7003217128452888826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/sua-majestade-o-professor.html' title='Sua majestade, o professor'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-7816029138580730175</id><published>2010-03-03T11:23:00.000-08:00</published><updated>2010-03-03T11:23:17.396-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Folha online'/><title type='text'>País cumpre só 1/3 das metas para a educação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um dos levantamentos mais abrangentes já realizados sobre a última década, feito sob encomenda para o Ministério da Educação, revela que só 33% das 294 metas do Plano Nacional de Educação, criado por lei em 2001, foram cumpridas, informa a reportagem de Angela Pinho e Larissa Guimarães publicada nesta quarta-feira (3) pela Folha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O estudo, que abrange o período de 2001 a 2008, aponta ainda alta repetência, baixa taxa de universitários --apesar dos programas criados nos últimos anos-- e acesso à educação infantil longe do proposto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Criado para implantar políticas educacionais que sobrevivam a trocas de governo, o plano atribui metas a União, Estados e municípios. Muitas delas não têm indicador que permita acompanhar sua execução. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O governo Lula disse que o relatório é preliminar, prometeu dobrar o atendimento de crianças em creches e citou avanços em indicadores dos ensinos fundamental e médio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-7816029138580730175?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/7816029138580730175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/pais-cumpre-so-13-das-metas-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7816029138580730175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7816029138580730175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/03/pais-cumpre-so-13-das-metas-para.html' title='País cumpre só 1/3 das metas para a educação'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-8005842861461431729</id><published>2010-02-14T15:09:00.000-08:00</published><updated>2010-02-14T15:09:44.775-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://revistaeducacao.uol.com.br'/><title type='text'>Profissão: docente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No difícil e urgente tema da formação de professores, poucos autores são tão citados como o português António Nóvoa. Reitor da Universidade de Lisboa, Nóvoa ressente-se de ter reduzido o tempo para escrever e pesquisar. Mesmo assim, vem propondo novas perspectivas para a compreensão do problema, que tem dimensões planetárias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Agora, por exemplo, dedica-se ao que chama de "construir lógicas de comparação" entre os sistemas educativos em diferentes países do mundo, inclusive aqueles que não adotaram as métricas de avaliação mais difundidas, como o Pisa (sigla em inglês que designa o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao mesmo tempo, Nóvoa vem produzindo artigos e ensaios que originaram o livro &lt;strong&gt;Os professores - Imagens do futuro e do presente&lt;/strong&gt;, recém-lançado em Portugal, e que espera publicar em breve também no Brasil. E já sonha com o próximo. &lt;strong&gt;"Nos tempos que correm, de tanto ruído e agitação, gostaria muito de escrever um livro sobre a pedagogia do silêncio"&lt;/strong&gt;, conta na entrevista concedida, via e-mail, ao repórter Paulo de Camargo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;No Brasil, vivemos um momento de grande discussão sobre a formação do professor, o que inclui a formação inicial, nas universidades, até a valorização dos profissionais mais experientes. Hoje, esta é uma questão mundial?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É uma questão de âmbito mundial. Num texto recente, apresentei cinco teses sobre a formação de professores, que respondem à sua pergunta. É impossível desenvolvê-las, mas posso enunciá-las. A formação de professores deve: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a) assumir uma forte componente prática, centrada na aprendizagem dos alunos e no estudo de casos concretos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;b) passar para "dentro" da profissão, isto é, basear-se na aquisição de uma cultura profissional, concedendo aos professores mais experientes um papel central na formação dos mais jovens; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;c) dedicar uma atenção especial às dimensões pessoais, trabalhando a capacidade de relação e de comunicação que define o tato pedagógico; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;d) valorizar o trabalho em equipe e o exercício coletivo da profissão; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e) estar marcada por um princípio de responsabilidade social, favorecendo a comunicação pública e a participação dos professores no espaço público da educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Onde está o coração do problema da formação dos professores? É a reestruturação dos cursos de pedagogia? Ou são as políticas de apoio ao professor nos primeiros anos de atuação, ou ainda as estratégias de formação em serviço?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Todos esses aspectos devem ser considerados. Chegou o tempo de fazermos uma verdadeira revolução na formação de professores. O que existe é frágil. A interligação entre as questões do ensino, da investigação e das práticas escolares e a participação efetiva dos profissionais na formação dos futuros professores são fundamentais para que se crie um novo modelo de formação de professores. Não nascemos professores. Tornamo-nos professores por meio de um processo de formação e de aprendizagem na profissão. É neste sentido que falo de passar a formação de professores para "dentro" da profissão. Quem forma os médicos são outros médicos. O mesmo devia acontecer na profissão docente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Pelo que conhece do Brasil, quais são as principais distorções no sistema atual de formação de professores?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ouço muitas críticas. Pelo meu lado, tenho procurado chamar a atenção para dois momentos fundamentais que têm sido ignorados ao longo das últimas décadas, não só no Brasil, mas em muitos países, o que revela bem a confusão que hoje existe nas políticas e nos programas de formação de professores. O primeiro momento corresponde à entrada num curso que habilita para a docência. O atual processo, burocrático e administrativo, não faz qualquer sentido. É urgente introduzir um recrutamento mais individualizado, que permita perceber as inclinações e as disposições de cada um para se tornar professor. E é preciso criar as condições para que os melhores alunos do ensino médio escolham a profissão docente. Ser professor não pode ser uma segunda escolha. O outro momento é a transição de aluno (como se dizia no passado, de aluno-mestre, isto é, de aluno que aprende para ser mestre) para professor principiante. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os primeiros anos de exercício docente são absolutamente fundamentais. E ninguém cuida destes anos, nos quais se define grande parte do percurso profissional de cada um. É urgente criar formas de acolhimento, de enquadramento e de supervisão dos professores durante os primeiros anos da sua atividade profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Uma política de piso salarial, como a que está sendo implementada no Brasil, por si só é garantia de aprimoramento no sistema? Ou é uma condição necessária, mas não suficiente?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É uma condição necessária, mas não suficiente. A sociedade pede aos professores que resolvam todos os problemas das crianças e dos jovens, e acredita que é na escola que se define um futuro melhor. A sociedade pede quase tudo aos professores e dá-lhes quase nada. É um contrassenso, para não dizer uma hipocrisia. A profissão de professor necessita de ser revalorizada do ponto de vista salarial, mas também no que diz respeito ao seu estatuto social e profissional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;No Brasil, frequentemente é apontado o corporativismo da classe profissional dos professores, que recusa, por exemplo, políticas de remuneração por mérito ou desempenho, bem como práticas de avaliação de sua atuação profissional. Como o senhor vê esses temas?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tenho chamado a atenção para uma nova profissionalidade docente, que passa por quatro aspectos: formação, cultura profissional, avaliação e intervenção pública. Em todos eles, advogo um maior poder dos professores sobre a sua própria profissão, invertendo tendências das últimas décadas. Já falei da formação. Falarei agora da avaliação. É uma dimensão central de qualquer profissão. A crise da educação só será superada através de uma exigente prestação de contas. A confiança e a credibilidade são essenciais para o trabalho dos professores. E conquistam-se em grande parte por meio da avaliação e da comunicação pública com a sociedade. Mas os dispositivos de avaliação devem servir para reforçar a autonomia dos professores e não para um maior controle do Estado ou para impor critérios economicistas na regulação da profissão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Certa vez, o senhor apontou a contradição das políticas de iniciação profissional dos professores brasileiros, ou seja, os mais inexperientes acabam nas periferias, nas escolas ditas 'difíceis'. Como, a seu ver, deveriam ser os primeiros anos de trabalho do professor?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os jovens professores deveriam ser protegidos nos primeiros anos de exercício. Como os médicos. Ninguém começa sozinho a fazer operações complexas para, à medida que se torna um médico mais experiente e competente, se dedicar apenas a curar constipações. Devia ser assim também com os professores. As situações escolares mais difíceis deviam estar a cargo dos melhores professores. Infelizmente, é para estas situações que os jovens professores são muitas vezes lançados sem qualquer apoio. É um erro de graves consequências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;O senhor acredita nos modelos de tutoria (ou coaching) dos professores mais novos por profissionais da educação mais experientes?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sim. É muito importante a socialização profissional que é feita pelos mais experientes junto dos mais jovens. A transição de uma cultura de isolamento para uma cultura colaborativa é um aspecto decisivo para os professores. Trabalho em equipe. Colaboração. Partilha. Sem isso, é impossível enfrentar os problemas educativos atuais. Nem todos os professores são iguais. É preciso que haja referências dentro da profissão - aqueles professores que reconhecemos como profissionais de grande competência e dedicação e que devem ter um papel no enquadramento dos mais jovens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Há uma corrida no mundo pelos indicadores de qualidade - basicamente, o desempenho dos jovens no campo da leitura e dos números, em projetos de avaliação como o Pisa. O foco exclusivo nesses índices não acaba por induzir a uma visão limitada do que seja o papel da educação?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje em dia, esse tipo de estudos de avaliação cumpre uma função essencial nas políticas educativas no plano internacional. São indicadores que traduzem uma visão empobrecida da educação, mas que não podem ser ignorados. É preciso fazer a sua leitura crítica, a sua interpretação e construir modelos alternativos de comparação. Uma parte do meu trabalho nos últimos anos tem sido, justamente, a tentativa de construir lógicas de comparação entre países que não estejam prisioneiros dessas "hierarquias" e que nos permitam um olhar crítico sobre os sistemas educativos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Com o advento das novas tecnologias e com a crise dos modelos educacionais, muitos pesquisadores começaram a prever o surgimento de uma nova escola. O senhor está entre aqueles que acreditam em mudanças profundas no modelo tradicional da escola? Ou estamos a aprimorar uma concepção bancária de educação, como diria Paulo Freire?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De fato, não tem havido a produção de um novo modelo de escola. As tecnologias são muito importantes e têm contribuído para algumas mudanças no ensino e na aprendizagem. Mas elas, por si só, não alterarão o nosso modelo de escola. Se perdermos o sentido humano da educação, perdemos tudo. Só um ser humano consegue educar outro ser humano. Por isso tenho insistido na importância das dimensões pessoais no exercício da profissão docente. Precisamos de professores interessantes e interessados. Precisamos de inspiradores, e não de repetidores. Pessoas que tenham vida, coisas para dizer, exemplos para dar. Educar é contar uma história, e inscrever cada criança, cada jovem, nessa história. É fazer uma viagem pela cultura, pelo conhecimento, pela criação. Uma viagem, para recorrer a Proust, na qual mais importante do que encontrar novas terras é alcançar novos olhares. É nesse sentido que apreendo, hoje, o contributo tão significativo de Paulo Freire para pensar a educação numa perspectiva crítica e progressista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Para finalizarmos, o senhor poderia sintetizar qual deve ser a função do professor na educação contemporânea? A que requisitos deve atender, como deve ser sua formação?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sabemos todos que é impossível definir o "bom professor", a não ser através dessas listas intermináveis de "competências", cuja simples enumeração se torna insuportável. Mas é possível, talvez, esboçar alguns apontamentos simples, sobre o trabalho docente nas sociedades contemporâneas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O conhecimento. Aligeiro as palavras do filósofo francês Alain: Dizem-me que, para instruir, é necessário conhecer aqueles que se instruem. Talvez. Mas bem mais importante é, sem dúvida, conhecer bem aquilo que se ensina. Alain tinha razão. O trabalho do professor consiste na construção de práticas docentes que conduzam os alunos à aprendizagem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A cultura profissional. Ser professor é compreender os sentidos da instituição escolar, integrar-se numa profissão, aprender com os colegas mais experientes. É na escola e no diálogo com os outros professores que se aprende a profissão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O tato pedagógico. Quantos livros se gastaram para tentar apreender esse conceito tão difícil de definir? Nele cabe essa capacidade de relação e de comunicação sem a qual não se cumpre o ato de educar. E também essa serenidade de quem é capaz de se dar ao respeito, conquistando os alunos para o trabalho escolar. No ensino, as dimensões profissionais cruzam-se sempre, inevitavelmente, com as dimensões pessoais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O trabalho em equipe. Os novos modos de profissionalidade docente implicam um reforço das dimensões coletivas e colaborativas, do trabalho em equipe, da intervenção conjunta nos projetos educativos de escola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O compromisso social. Podemos chamar-lhe diferentes nomes, mas todos convergem no sentido dos princípios, dos valores, da inclusão social, da diversidade cultural. Educar é conseguir que a criança ultrapasse as fronteiras que, tantas vezes, lhe foram traçadas como destino pelo nascimento, pela família ou pela sociedade. Hoje, a rea­lidade da escola obriga-nos a ir além da escola. Comunicar com o público, intervir na sociedade, faz parte do ethos profissional docente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Paulo de Camargo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-8005842861461431729?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/8005842861461431729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/02/profissao-docente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/8005842861461431729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/8005842861461431729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/02/profissao-docente.html' title='Profissão: docente'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-7587671092160159401</id><published>2010-02-13T06:47:00.000-08:00</published><updated>2010-02-13T06:47:26.800-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://revistaeducaçao.uol.com.br'/><title type='text'>O tempo lento do educar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não se pode conceber uma arte de ensinar destituída de alegria, de descobertas emocionantes, e de uma disciplina que nasça da harmonia. Professores que exercem essa arte profissionalmente desenvolvem, também com alegria, e com disciplina, talentos didáticos necessários para que suas aulas sejam inesquecíveis. O talento da voz audível e persuasiva. O talento do corpo entusiasmado. O talento da memória fluente. O talento da linguagem viva, musical. O talento da imaginação cheia de cores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esses talentos estão presentes no trabalho do educador e escritor mineiro Francisco Marques (1959-), ou, como vem se tornando cada vez mais conhecido, o Chico dos Bonecos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Salta aos olhos e impressiona os ouvidos o jogo contínuo de sons e letras, imagens e palavras. Lançando mão das tradições populares, das canções de domínio público, Chico dos Bonecos vai recriando a linguagem, revirando os conceitos, inspirando professores e alunos. É de sua autoria, por exemplo, a paródia que há de salvar aqueles que, em outros tempos, dormiram com medo das terríveis caretas do Boi da Cara Preta:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Foi, foi, foi,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;foi só pra você&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que eu troquei a letra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;da canção de adormecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Numa entrevista, Chico dos Bonecos disse que, para ele, o brinquedo mais atraente é a palavra. A palavra em tensão criativa, luminosa, cantarolante, rimável, amigável. Em seu livro A biblioteca dos bichos (1995), com versos redondilhos maiores, define a leitura que cada um sabe fazer. Saltada, como a do sapo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Sapo só lê pulando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cada pulo é uma vitória!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pula de um livro pra outro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;na prateleira de História.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Rica em vocabulário:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Maritaca xexelenta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;prova um milho imaginário:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;espaventa a xexelência&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;debulhando o dicionário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Atenta ao seu poder:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Pintada toda-toda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;lia limpando o bigode:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Com a força dessas palavras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;nem a minha pinta pode...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A leitura educadora que os bichos fazem serve como estímulo para o bicho-homem, inventor dos livros mas nem sempre adepto desta maravilhosa invenção. E não há forma melhor de ensinar do que mostrar como se faz, algo bem mais divertido do que, de longe, e com cara amarrada, mandar o outro fazer... o aluno fazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lugar de brincadeira é na escola&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se o professor é um artista, e se a leitura é animado jogo de palavras, a escola só terá sentido se se tornar lugar de brincadeiras. Porque a brincadeira ensina. O estudo é divertimento, quando se entende que aprender é decorrência natural de estar vivo, os cinco sentidos abertos. A escola é o lugar no qual letras e números são brinquedos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No livro Garranchos (2001), um dos poemas mostra a escola mais humilde como lugar privilegiado em que a criança pode entregar-se de corpo e alma à experiência do aprender:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Meu pouco estudo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;minha leitura fraca&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;eu aprendi numa escola rural&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- dessas pequenininhas que cabem no bolso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dessas que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;numa olhadela&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;cabe a escola todinha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e aguenta ainda litros de céu&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;árvores e árvores&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;cachorros e cocôs no corredor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e um menino com a cara breada de terra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;brincando com os números.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aluno de Comênio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para educar, precisamos respirar "profundalentamente", sem pressas, sem ansiedade. Educar é tarefa existencial. O professor, a professora como fontes de calor e de luz. Nada fácil. Mas é imprescindível. Caso contrário, o aprender perde toda a graça. Vira desgraça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No seu mais recente livro, Muitas coisas, poucas palavras (2009), Chico dos Bonecos capta o essencial dos ensinamentos de Comênio em sua Didática magna, em estilo teatral, com direito a canções e ilustrações (estas, a cargo de Silvia Amstalden).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A arte de ensinar é fruto de outra - da arte de aprender. E uma e outra não podem ser submetidas à pressa ou a discursos de eficácia que atropelem o mais importante:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A nossa arte de ensinar é uma estrada segura, clara, cercada de infinitas coisas para se ver, ouvir, saborear, pegar, cheirar. Por isso, nessa estrada caminhamos devagar, calmamente, lentamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nessa estrada uma coisa vem depois da outra. Portanto, a demora para consolidar um conhecimento não é sinônimo de perda de tempo. Ao contrário, é uma economia de tempo, porque, a partir daí, um novo conhecimento pode ser construído com segurança. Por isso, nessa estrada, caminhamos rapidamente - lentamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esse é o paradoxo fundamental do aprender brincando e do brincar aprendendo. O aprendizado que respeita a realidade de cada aluno não é veloz nem lento. Cada passo tem o seu momento, o seu atrativo, a sua dificuldade, a sua beleza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Atuando como discípulo e divulgador de Comênio, Chico dos Bonecos defende outro paradoxo. Torna presente entre nós um pensador com mais de 400 anos de idade, um pensador do passado, cujas ideias, no entanto, ainda são consideradas utópicas, futuristas, vanguardistas, desafiantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Gabriel Perrissé&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-7587671092160159401?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/7587671092160159401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/02/o-tempo-lento-do-educar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7587671092160159401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7587671092160159401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/02/o-tempo-lento-do-educar.html' title='O tempo lento do educar'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-4659305848844346195</id><published>2010-02-13T06:40:00.000-08:00</published><updated>2010-02-13T06:40:49.453-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fone:http://revistaeducacao.uol.com.br'/><title type='text'>A busca do conhecimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nos últimos 10 anos, o número de programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em educação oferecidos no Brasil aumentou de 36 para 86. O crescimento superior a 138% em apenas uma década é um indício claro do desenvolvimento do setor, que vem se modificando, se ramificando e atraindo profissionais não só da educação, mas também oriundos de outras áreas do conhecimento. Os números relativos à expansão dos programas de pós-graduação lato sensu (especialização e extensão) são controversos, mas especialistas são unânimes em afirmar que também apresentaram crescimento vigoroso. Edson do Carmo Inforsato, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar da Unesp de Araraquara, estima que haja no Brasil ao menos 2 mil cursos de pós-graduação lato sensu relacionados à educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Especialistas apontam que a Lei de Diretrizes Básicas (LDB) de 1996, que estipulou que todos os professores de educação infantil e de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental teriam de obter no mínimo a graduação em pedagogia, pode ter estimulado o crescimento da oferta das pós-graduações em educação. "Ainda não vi nenhuma pesquisa comprovando isso, mas certamente pode haver uma correlação. Houve uma profusão na procura por cursos depois da segunda metade dos anos 90. De 1996 até 2005 e 2006, houve um boom de ofertas", diz Inforsato. Alexandre Fernandez Vaz, professor de Educação, História e Política da Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concorda: "O crescimento da oferta de pós em educação pode estar associado à LDB, sim. Houve uma formação em massa de professores, potenciais alunos de pós".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além da LDB de 1996, Joaquim Gonçalves Barbosa, coordenador do programa de Pós-Graduação da Metodista, aponta outros fatores decisivos. "O trabalho do educador hoje é menos ortodoxo. Antigamente, os educadores trabalhavam apenas em escolas. Hoje eles trabalham em empresas, em ONGs, projetos sociais. Essa formação mais refinada, específica, vem para preencher uma carência", afirma. Para Barbosa, a interdisciplinaridade também ajuda na popularização das pós em educação. "Hoje, na sociedade, as disciplinas estão mais interligadas. O educador trabalha com o médico, com o psicólogo, com o engenheiro e o inverso também é verdadeiro."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porém, dúvidas crescem na medida em que há aumento da oferta. Alunos questionam a qualidade dos cursos; professores questionam o tênue equilíbrio entre produção de conhecimento e formação para o mercado; instituições questionam sobre seguir demandas sociais ou mercadológicas; e por aí afora. Enquanto a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) acompanha e avalia periodicamente as pós-graduações stricto sensu, os cursos lato sensu não são avaliados. O Ministério da Educação informou, via assessoria, que cursos lato sensu oferecidos por instituições credenciadas não dependem de autorização prévia nem reconhecimento, por isso não são avaliados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os educadores ouvidos pela reportagem concordam que a avaliação externa é fundamental para garantir um padrão mínimo de qualidade. Segundo Joaquim Gonçalves Barbosa, a avaliação acaba proporcionando um processo interno na instituição, garantindo uma contínua busca por melhorias. "A avaliação da Capes é muito importante. Não estou dizendo que não pode ser melhorada ou repensada, mas que acaba produzindo uma diretriz avaliativa muito positiva. A instituição passa a entender e definir seus próprios critérios de avaliação dos professores, seus próprios critérios de produção acadêmica." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há um consenso em favor de uma avaliação externa do sistema lato sensu. "Os programas lato sensu são muito importantes na extensão e na formação continuada de professores, mas podem também ser caça-níqueis. Há um problema sério na baixa qualidade de muitos desses cursos", diz Alexandre Fernandez Vaz. O professor, no entanto, aponta êxitos no sistema de pós-graduação nacional. "O Brasil tem um sistema de pós-graduação bastante avançado, em algumas áreas se equipara aos países desenvolvidos. E isso é de responsabilidade também dos programas de educação."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fernandez Vaz, em sua análise, diferencia dois tipos de profissionais, os pesquisadores e os professores, e destaca o papel das pós lato sensu na formação continuada. "O que chega ao professor e ao aluno na escola não vem do stricto sensu, que é para formar pesquisadores, uma certa elite intelectual, que não é melhor ou pior que os professores. O que chega ao professor da escola é o lato sensu, que trabalha de forma muito mais íntima com o dia a dia da profissão".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tendências contemporâneas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje, há diversas linhas de pesquisa para mestrado e doutorado que simplesmente não existiam 10 anos atrás. No lato sensu, há uma profusão de novos cursos, com algumas áreas despontando como tendências, como a gestão educacional e o estudo da comunicação aliada à educação. No Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Educação paga cursos de pós-graduação em gestão educacional para melhorar seu quadro de diretores e coordenadores. "Muitos dos diretores não têm formação para serem gestores ou administrar a escola. A demanda por essa formação específica cresceu muito nos últimos anos", relata Rosália Duarte, coordenadora da Pós-Graduação em Educação da PUC do Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E não foi só no Rio que cresceu a procura por cursos que esquadrinham o cotidiano administrativo de uma instituição de ensino. Tais especializações tiveram origem no campo pedagógico da administração escolar. Contudo, com o avanço das ferramentas de administração e com a proliferação social da ideia de eficiência na gestão de recursos (sejam eles financeiros, humanos ou naturais), essas modalidades de pós se aperfeiçoaram, ganharam densidade e passaram a figurar sob os holofotes. Rosália afirma que não gosta de generalizar, mas admite que os recursos são muito malgeridos em diversas áreas do Brasil, não só na educação. Aí, talvez, resida parte do interesse que as pós em gestão despertam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sobre as muitas pós lato sensu em educação existentes hoje, Rosália Duarte não acha que há uma fragmentação, mas um olhar mais específico para alguns pontos. "É um refinamento do ponto de vista da abordagem e aprofundamento, recortamos o objeto para que seja mais bem analisado em sua complexidade interna e na relação com outras áreas", explica. "Talvez o motivo disso seja dar respostas mais precisas a perguntas cada vez mais elaboradas. Orientar políticas educacionais, planejamento e pesquisas de uma forma cada vez mais precisa, que não produzam resultados tão genéricos". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No geral, a oferta dos cursos lato sensu parece reagir aos movimentos vindos do mercado de trabalho e da própria sociedade. Outros exemplos citados foram os cursos de educação ambiental e aqueles que relacionam educação e mídia. Os dois temas estão, há algum tempo, na pauta diária e hoje são imprescindíveis na organização ou estruturação de qualquer política educacional, pública ou privada. Fernandez Vaz, porém, faz um contraponto e adverte sobre possíveis armadilhas nessa relação entre mercado e educação. "O mercado é formador de demandas importantes na sociedade contemporânea, mas ele não é a única dimensão a ser levada em conta. A educação, embora possa ser comercializada como mercadoria, não deve ser tratada como tal. Ela tem outro papel e outra função social." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A opção do mestrado profissional&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As pós-graduações stricto sensu, por não serem tão comprometidas com o mercado ou com um pragmatismo imediato, de certa maneira, equilibram a balança. Atualmente há muitas linhas de pesquisa que abrangem fenômenos sociais recentes, como educação e movimentos sociais, educação e gênero, educação e minorias étnicas (como indígenas e quilombolas), dentre outras. As pesquisas resultantes das dissertações de mestrado e doutorado, de acordo com os educadores, não precisam ter efeito imediato, mas são indispensáveis. "Esse pensamento [pesquisa orientada para alguma prática pré-estabelecida] limita e sabota a produção de conhecimento, e é absolutamente salutar o país manter uma produção constante", afirma Fernandez Vaz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No meio do caminho entre as pesquisas e as pós com aplicações mais práticas situa-se o mestrado profissional (MP). Essa modalidade também proporciona titulação de mestre e diploma acadêmico - enquanto as pós lato sensu conferem um certificado - e é formatada para trabalhar com questões mais íntimas da prática profissional e das demandas do mercado. O problema, de acordo com a interpretação dos educadores, é que o mestrado profissional ainda enfrenta resistência não só na área da educação, mas no meio das ciências humanas em geral. Enquanto nas ciências biológicas e exatas a oferta dos mestrados profissionais cresce, não há no sistema de bancos de dados da Capes nenhum MP na área da educação. "O mestrado profissional é uma opção viável, razoável", afirma Fernandez Vaz. "Nas áreas de humanas há um pouco de preconceito, que deveria ser enfrentado e discutido. É uma alternativa interessante de formação adicional de qualidade, pois nem todos querem seguir carreira de pesquisador", completa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-4659305848844346195?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/4659305848844346195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/02/busca-do-conhecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4659305848844346195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4659305848844346195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/02/busca-do-conhecimento.html' title='A busca do conhecimento'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-3584498874845785851</id><published>2010-01-08T15:05:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T15:05:32.003-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://aprendiz.uol.com.br'/><title type='text'>Primeira escola gay do país abre matrículas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Escola Jovem LGBT, a primeira do gênero no país, localizada em Campinas (SP), abriu processo seletivo para seus primeiros cursos. O projeto, coordenado pelo Grupo E-Jovem, pretende formar em três anos jovens especialistas em Cultura LGBT.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em 2010, são três os cursos oferecidos: Expressão Gráfica – Criação de Fanzines, Expressão Cênica – WebTV e Expressão Artística – Dança. Os cursos são custeados pelo nosso convênio com o governo do estado de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os cursos terão uma aula semanal, com turmas durante a semana ou aos sábados e duração de 10 meses. São totalmente gratuitos. Alunos entre 12 e 29 anos podem se inscrever em apenas um, dois ou em todos os três cursos. Quem morar fora de Campinas poderá ainda concorrer a uma bolsa de estudos para cobrir parcial ou integralmente os gastos com transporte e terá prioridade nas turmas de sábado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As matrículas para a Escola Jovem LGBT serão realizadas somente pelo site www.e-jovem.com, entre os dias 6 e 22 de janeiro e terão uma taxa única de inscrição no valor de R$10. As aulas começam em março de 2010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais informações sobre os cursos no site www.e-jovem.com ou pelo e-mail escola@e-jovem.com. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-3584498874845785851?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/3584498874845785851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/primeira-escola-gay-do-pais-abre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3584498874845785851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3584498874845785851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/primeira-escola-gay-do-pais-abre.html' title='Primeira escola gay do país abre matrículas'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-4792906052359845481</id><published>2010-01-08T12:58:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T12:58:20.928-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://portal.mec.gov.br'/><title type='text'>Plataforma Freire recebe quase 3 mil inscrições para educação infantil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Plataforma Freire registrou, até o início deste mês, 2.722 pré-inscrições para o curso de especialização em educação infantil dirigido a professores, coordenadores e diretores de creches e pré-escolas das redes públicas, filantrópicas, comunitárias ou confessionais. Entre os estados com maior número de pré-inscritos se destacam o Rio Grande do Norte, com 508, e o Pará, com 358.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Plataforma Freire é um sistema desenvolvido pelo MEC por meio do qual o professor se inscreve em cursos oferecidos pelo Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, com o objetivo de adequar a sua graduação. As pré-inscrições podem ser feitas até o dia 30 deste mês. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No conjunto, o Ministério da Educação, em parceria com 15 universidades federais, oferece 3.210 vagas em curso presencial e gratuito, que será ministrado em 59 municípios de 15 estados das regiões Norte (quatro estados), Nordeste (seis), Centro-Oeste (três) e Sul (dois). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A primeira etapa para concorrer a uma vaga na especialização em educação infantil é a pré-inscrição do profissional na Plataforma Freire. A segunda é a validação da inscrição, que será feita de forma articulada entre cada secretaria estadual de educação, a representação local da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a universidade que dará o curso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo a coordenadora de formação de professores da Secretaria de Educação Básica do MEC, Helena Freitas, o curso tem os objetivos de formar quadros do magistério da educação infantil nos municípios, promover o desenvolvimento da política de formação e aprimorar os educadores. “Estes profissionais poderão desenvolver-se como professores formadores, responsáveis pelo trabalho formativo e pelo atendimento das necessidades dos educadores da infância de cada município”, explica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Vagas&lt;/strong&gt; – O curso será ministrado em 59 municípios por uma rede de 15 universidades federais, algumas conveniadas com instituições estaduais. A carga é de 360 horas e duração de 18 meses. Na hora de fazer a inscrição, o professor, diretor, coordenador ou membro das equipes de educação infantil dos municípios deve buscar a vaga na sede ou no campus da universidade mais próxima da cidade onde reside ou trabalha. Para concorrer, o candidato deve atender a uma série de requisitos: ter (preferencialmente) graduação em pedagogia; trabalhar há pelo menos dois anos na educação infantil; ter disponibilidade para fazer a formação em serviço; se não for da carreira do magistério público, assumir compromisso de trabalhar na educação infantil por, no mínimo 18 meses, após a conclusão do curso; dispor de, no mínimo, dez horas semanais para estudos complementares durante o curso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Veja a seguir as pré-inscrições registradas na Plataforma Freire, por estado,até 7 de janeiro, para o curso de especialização em educação infantil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amazonas 147 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amapá 115&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bahia 285&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ceará 156&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Goiás 159&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Maranhão 125&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mato Grosso do Sul 206&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mato Grosso 158&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pará 358&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Piauí 243&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Paraná 89&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Rio Grande do Norte 508&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Rondônia 49&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Santa Catarina 85&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sergipe 39&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Total – 15 estados Pré-inscritos – 2.722&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-4792906052359845481?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/4792906052359845481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/plataforma-freire-recebe-quase-3-mil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4792906052359845481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4792906052359845481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/plataforma-freire-recebe-quase-3-mil.html' title='Plataforma Freire recebe quase 3 mil inscrições para educação infantil'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1918878535648479893</id><published>2010-01-06T13:02:00.000-08:00</published><updated>2010-01-06T13:02:51.729-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://aprendiz.uol.com.br'/><title type='text'>Os dois tempos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Jornal é como remédio e mercadoria de supermercado: tem prazo de validade. Para saber a validade, é só verificar a data. A validade de jornal é a mais curta que há: um dia, hoje. No dia seguinte, ele continua com a aparência de jornal, mas, com a mudança da data, ele muda também: vira papel velho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por isso jornalista tem de estar sempre informado do que está acontecendo. Jornalista que noticia notícia velha, já acontecida, acaba por perder o emprego (esse é o meu dilema: quero noticiar de novo notícia já noticiada...).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas há um outro tipo de escritura que não tem prazo de validade. Nenhuma data informa a sua idade porque a sua idade não importa: ela nunca fica velha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quem entende isso são os poetas e os místicos. Poesia não tem data, está sempre jovem, não envelhece com a passagem do tempo -porque ela nasce de um outro tempo. O místico Ângelus Silésius explicou assim: "Temos dois olhos. Com um, vemos as coisas eternas, que permanecem. Com o outro, as coisas efêmeras, que desaparecem". Então, há dois tempos, um tempo das coisas que não passam e, portanto, não têm prazo de validade, e um tempo das coisas que valem só por um dia e logo desaparecem...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aquilo que o tempo comeu, o tempo trará de volta. Como diz absurdamente o livro do Eclesiastes: "Lança o teu pão sobre as águas porque depois de muitos dias o encontrarás...". Pão sobre as águas do rio. As águas do rio passam e dissolvem o pão. As águas voltam -porque o rio é circular- e com elas volta também o pão. Tudo se repete. Não leio de novo o jornal de ontem. Ele está morto. Mas leio de novo, muitas vezes, o poema que já li, e sempre que o faço a vida ressuscita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os homens racionais devem ter paciência com os sonhadores. Porque esse tempo eterno são os sonhadores que o sentem na sua alma e o transformam em literatura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fernando Pessoa se perguntava: "Ah, quem sabe, quem sabe, se não parti outrora, antes de mim, dum cais... Quem sabe se não deixei, antes de a hora / Do mundo exterior como eu a vejo / Raiar-se para mim, / Um grande cais cheio de pouca gente...".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Octávio Paz sentia igual:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Todos os dias atravessamos a mesma rua ou o mesmo jardim; todas as tardes nossos olhos batem no mesmo muro avermelhado, feito de tijolos e tempo urbano. De repente, num dia qualquer, a rua dá para outro mundo, o jardim acaba de nascer, o muro fatigado se cobre de signos. Nunca os tínhamos visto e agora ficamos espantados por eles serem assim: tanto e tão esmagadoramente reais. Não, isso que estamos vendo pela primeira vez já havíamos visto antes. Em algum lugar, no qual nunca estivemos, já estavam o muro, a rua, o jardim. Parece que nos recordamos e quereríamos voltar para lá, para esse lugar onde as coisas são sempre assim, banhadas por uma luz antiquíssima e ao mesmo tempo acabada de nascer. Nós também somos de lá. Um sopro nos golpeia a fronte. Estamos encantados, suspensos no meio da tarde imóvel. Adivinhamos que somos de outro mundo".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por que estou escrevendo essas coisas sobre o tempo do jornal e da notícia e sobre o tempo da poesia e da repetição? Porque estou com vontade de ressuscitar coisas que já publiquei. Foi o fracasso da conferência de Copenhague. Quero escrever de novo o que escrevi. Se os grandes políticos, economistas e cientistas não se entendem, as crianças haverão de entender...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Rubem Alves &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1918878535648479893?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1918878535648479893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/os-dois-tempos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1918878535648479893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1918878535648479893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/os-dois-tempos.html' title='Os dois tempos'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-4757319346343954451</id><published>2010-01-06T12:57:00.000-08:00</published><updated>2010-01-06T12:57:44.351-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:Folha Online-Educação'/><title type='text'>Mais 43 questões do Enade são anuladas por problema na formulação; total chega a 54</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais 43 questões do Enade, exame federal que avalia o ensino superior, foram anuladas por problemas em sua formulação. Dois itens em questões dissertativas também foram cancelados. A decisão foi tomada por especialistas nomeados pelo Inep (instituto ligado ao Ministério da Educação) para analisar a prova. Outras 11 perguntas de comunicação social já haviam sido anuladas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entre essas questões, está uma que pedia que os alunos avaliassem críticas feitas pela imprensa à declaração do presidente Lula de que a crise econômica mundial não passava de uma "marolinha". Entre as alternativas estava a de que tinha havido, por parte dos críticos, "prejulgamento" ou "irresponsabilidade". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já foram 54 questões descartadas ao todo (7% do total), maior número desde que o exame foi criado, em 2004, e mais do que o dobro que em 2008, quando houve 23 anulações. Todos os que fizeram o exame irão ganhar pontos por elas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entre os problemas, estavam respostas duplas ou incorretas e enunciados errados ou incompletos. Em outros casos, os especialistas consideraram que as questões não cumpriam as diretrizes estabelecidas. As perguntas foram elaboradas pela Consulplan, que venceu a licitação para fazer a prova. Procurada ontem, a empresa afirmou que o Inep deveria se pronunciar sobre o assunto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O presidente do instituto, Joaquim José Soares Neto, afirmou que sua equipe irá analisar o motivo da anulação de cada questão para decidir se toma alguma medida em relação à empresa. Entre as sanções possíveis, segundo ele, estão desde multa até a proibição de que a Consulplan participe de outras licitações do Inep. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Enade avalia a cada três anos um grupo de cursos superiores. Em 2009, foi a vez principalmente de áreas de humanidades. Todas as provas tinham 40 questões, sendo 10 comuns a todas as áreas e as demais de conteúdo específico. Tropeços em avaliações como o Enade e o Enem, que vazou e foi divulgado com gabarito errado, fizeram com que, no final do ano passado, o então presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, deixasse o cargo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Enem &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cerca de 200 detentos de SP e do RS deixaram de fazer ontem o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). As provas do exame em presídios foram marcadas para ontem e hoje por razões de segurança, com questões diferentes das aplicadas em dezembro para os demais candidatos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entre 12 mil que se inscreveram, esses cerca de 200 foram prejudicados porque as provas ou os técnicos que deveriam aplicá-las não chegaram às suas unidades prisionais. Em São Paulo, o problema se concentrou em dez unidades da Fundação Casa, antiga Febem. De acordo com a instituição, 29 internos deixaram de fazer a prova. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O MEC confirma a existência do problema, mas diverge sobre os números. Para o ministério, foram oito unidades prisionais em SP e 27 jovens prejudicados. No RS, 181 presos deixaram de fazer a prova. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-4757319346343954451?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/4757319346343954451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/mais-43-questoes-do-enade-sao-anuladas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4757319346343954451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4757319346343954451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/mais-43-questoes-do-enade-sao-anuladas.html' title='Mais 43 questões do Enade são anuladas por problema na formulação; total chega a 54'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1584803025174906563</id><published>2010-01-06T12:54:00.000-08:00</published><updated>2010-01-06T12:54:54.899-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:educacao.uol.com.br'/><title type='text'>MEC abre 114,8 mil vagas para formação continuada de professores</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; MEC (Ministério da Educação), em parceria com 18 universidades públicas, oferece este ano, pelo programa Pró-Letramento, 114.857 vagas para professores em cursos de formação continuada em matemática, alfabetização e linguagem. As vagas serão distribuídas em 1.547 municípios, em todas as unidades da Federação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Pró-Letramento funciona como um curso de atualização específico para professores que lecionam do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Os educadores podem fazer um curso de alfabetização e linguagem e outro de matemática, com carga de 120 horas cada um.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A formação combina encontros presenciais e atividades individuais durante oito meses. Ao fazer os dois cursos, o professor permanece em formação por um ano e meio, segundo Adriane Vieira Santana, da Coordenação-Geral de Formação de Professores da Secretaria de Educação Básica do MEC. O início dos cursos está previsto para abril.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No programa, as universidades produzem os materiais didáticos, formam e orientam os tutores e dirigem os seminários. Já as secretarias de educação autorizam os professores a fazer os cursos, coordenam e acompanham o projeto. O MEC elabora as diretrizes, define os critérios para organização dos cursos e custeia as bolsas dos tutores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Podem exercer o papel de tutores os professores das redes públicas com graduação (pedagogia, letras ou matemática) ou curso normal (magistério de nível médio). Para desenvolver a atividade eles recebem treinamento e bolsas mensais de R$ 400.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em 2009, segundo dados da Coordenação-Geral de Formação de Professores, 169.754 professores ingressaram nos cursos do Pró-Letramento. Desde 2005, quando o programa foi criado, 254 mil foram qualificados. Levantamento do Censo Escolar de 2007 indica que 615 mil lecionam nos cinco anos iniciais do ensino fundamental nas redes públicas municipais, estaduais e do Distrito Federal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outras informações sobre o programa podem ser encontradas no site da Secretaria de Educação Básica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MEC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1584803025174906563?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1584803025174906563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/mec-abre-1148-mil-vagas-para-formacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1584803025174906563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1584803025174906563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/mec-abre-1148-mil-vagas-para-formacao.html' title='MEC abre 114,8 mil vagas para formação continuada de professores'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-6288906286866867892</id><published>2010-01-04T15:19:00.000-08:00</published><updated>2010-01-04T15:19:08.755-08:00</updated><title type='text'>Enem será aplicado amanhã a 12 mil presidiários</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cerca de 12 mil detentos fazem nesta terça e&amp;nbsp;quarta-feira&amp;nbsp;as provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Uma versão dos testes de ciências humanas e da natureza e de linguagens e matemática será aplicada em 330 unidades prisionais que mantêm programas especiais de ensino médio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), os resultados serão divulgados em fevereiro, junto com as notas dos candidatos que fizeram a prova regular nos dias 5 e 6 de dezembro. Os presidiários poderão usar o resultado do Enem para tentar uma bolsa no Prouni (Programa Universidade para Todos) ou para pleitear uma vaga nas universidades públicas que adotam a nota do exame em seus processos seletivos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os presídios participantes são de 15 estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Paraná, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina, Amazonas, Rondônia, Espírito Santo e Amapá) e do Distrito Federal. De acordo com o Inep, apesar de a prova ter questões diferentes daquelas que foram aplicadas no Enem regular, o exame aplicado nos presídios tem o mesmo nível de dificuldade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amanhã, as provas serão de ciências humanas e da natureza. Depois de amanhã, os detentos serão avaliados em linguagens e matemática e farão uma redação. Nos dois dias, a prova começará às 13h (horário de Brasília).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além dos presidiários, cerca de 300 candidatos do Espírito Santo farão a prova nesta semana. Eles não conseguiram realizar o exame em dezembro por causa das chuvas que caíram no Estado, alagando escolas e impedindo a chegada aos locais de prova. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-6288906286866867892?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/6288906286866867892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/enem-sera-aplicado-amanha-12-mil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6288906286866867892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6288906286866867892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/enem-sera-aplicado-amanha-12-mil.html' title='Enem será aplicado amanhã a 12 mil presidiários'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1236919651499142399</id><published>2010-01-04T15:16:00.000-08:00</published><updated>2010-01-04T15:16:01.276-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://aprendiz.uol.com.br/content/drispiclos.mmp'/><title type='text'>Sistema de ciclos tem desempenho equivalente ao de séries</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O sistema escolar de ciclos tem desempenho equivalente ao de séries. A conclusão é da pesquisa desenvolvida para a tese de doutorado “Análise do desempenho do ensino fundamental de escolas cicladas e não-cicladas (sistema de séries)”, da educadora Ivanete Bellucci Pires de Almeida, defendida na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A pesquisadora analisou 110 unidades escolares públicas de Campinas (SP), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ), a partir de dados de proficiência média em leitura e matemática, trabalho pedagógico do professor e nível socioeconômico. Foram cruzados dados de aplicações de testes de leitura e matemática em 12.678 alunos do ensino fundamental dos três polos – 10.201 de escolas que adotam os ciclos e 2.477 que utilizam as séries. A pesquisa envolveu também 416 professores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A análise dos dados mostra que o desempenho do aluno é altamente influenciado por três características dos professores avaliados: a participação ativa do educador na concepção do projeto pedagógico da escola; a manutenção do professor na escola por mais de três anos; e a experiência de mais de três anos do educador em uma determinada série.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Observamos que entre as que se apresentaram eficientes, o professor é participante e entende que seu trabalho deve fazer diferença na escola”, explicou Ivanete ao Jornal da Unicamp. Ela acredita que quanto mais tempo o professor passar em uma determinada série, maior será a oportunidade de se aprimorar e isso reflete no desempenho das crianças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As informações foram cruzadas por meio do modelo matemático Análise por Envoltória de Dados (DEA), que, segundo a pesquisadora, facilitou a identificação de escolas eficientes e não eficientes ao mesmo tempo em que permitiu trabalhar com múltiplos recursos e possibilitou melhores resultados para o estudo. “Ressaltamos que esses resultados não podem extrapolar além do conjunto de escolas pesquisadas”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Aprofundamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“As escolas eficientes precisam ser analisadas por especialistas em qualidade de ensino”, explica Ivanete. A pesquisadora salienta a necessidade de investigar profundamente os elementos que conduzem essas unidades à eficiência para que sejam aplicados em outras escolas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A eficiência das escolas independe do nível socieconômico médio, segundo Ivanete. “Algumas escolas consideradas eficientes estão em lugares periféricos de seus municípios. O que pode dizer é que é possível na periferia, com condições adversas, fazer trabalho significativo com os alunos, desenvolver um trabalho que faça diferença na vida do aluno”, enfatiza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quanto à estrutura, as escolas também se igualam nos estados pesquisados. “Observamos que a escola pública é muito parecida no que diz respeito à estrutura física: tem os professores, um coordenador pedagógico, um diretor, um vice-diretor e os alunos em média com a mesma idade. Não existe marca que indique superação entre uma ou outra”, acentua.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1236919651499142399?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1236919651499142399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/sistema-de-ciclos-tem-desempenho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1236919651499142399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1236919651499142399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2010/01/sistema-de-ciclos-tem-desempenho.html' title='Sistema de ciclos tem desempenho equivalente ao de séries'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-150191522625414687</id><published>2009-12-30T14:43:00.000-08:00</published><updated>2009-12-30T14:43:50.438-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:Agenca Estado'/><title type='text'>Governo federal anuncia reajuste de 7,86% a professores</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Brasília - O Ministério da Educação definiu hoje o reajuste para o piso salarial dos professores: 7,86%. Com o índice, professores da rede pública de ensino devem receber no próximo ano, por uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, pelo menos R$ 1.024,67 - R$ 255,05 a mais do que o salário médio do brasileiro em outubro. O valor foi anunciado hoje pelo o ministro da Educação, Fernando Haddad, depois de uma consulta à Advocacia Geral da União (AGU) sobre como fazer o cálculo do aumento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A lei que institui o salário mínimo da categoria, de 2008, afirma que o piso deve acompanhar o reajuste do valor custo-aluno do Fundeb. A dúvida era se tal regra deveria ser aplicada sobre o valor projetado para 2010 ou o efetivamente aplicado em 2009 - comparado com 2008. A AGU considerou mais adequada a segunda alternativa. Se as contas fossem feitas com o valor projetado do custo-aluno, o salário mínimo da categoria seria de R$ 1.415,97.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O ministro, no entanto, alertou que a decisão da AGU não é vinculante e, por isso, é passível de contestação na Justiça. Embora o desfecho tenha apontado pelo menor índice de reajuste, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CMN), Paulo Ziulkoski, afirma que boa parte das prefeituras terá dificuldade em arcar com novos custos, principalmente em 2010, quando municípios terão de obedecer o piso definido pela lei. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao anunciar os dados, porém, Haddad garantiu que Estados e municípios teriam condições de arcar com o reajuste. Ele listou três fatores como justificativa. O primeiro seria o aporte adicional de R$ 1 bilhão do governo federal para Estados e municípios, resultado do aumento dos repasses para merenda e transporte escolar. "O valor representa 2,5 mais do que havia sido solicitado por governadores e prefeitos", disse o ministro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A segunda razão apontada foi o aumento das transferências da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de R$ 5,07 bilhões em 2009 para R$ 7 bilhões em 2010. "Com essas alterações, o reajuste de 7,86% é suportável", avaliou. Outro motivo para Estados e municípios honrarem os compromissos seriam as projeções do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010, que indicam crescimento de 5% na arrecadação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando a lei do piso salarial foi aprovada, cerca de 37% dos professores recebiam menos do que o fixado na época, afirmou o ministro. O restante, ganhava por mês quantia equivalente ou superior ao que havia sido definido pela lei. Atualmente, não há estimativas de quantos municípios ainda não conseguiram pagar o valor completo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um estudo do Ministério da Educação feito neste semestre mostra que o salário médio de professores do País era de R$ 1.527 em 2008, quase R$ 600 a mais do que a média nacional. Em 16 Estados brasileiros o salário do professor era ainda inferior à média nacional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-150191522625414687?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/150191522625414687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/governo-federal-anuncia-reajuste-de-786.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/150191522625414687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/150191522625414687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/governo-federal-anuncia-reajuste-de-786.html' title='Governo federal anuncia reajuste de 7,86% a professores'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-720051797241258480</id><published>2009-12-22T14:04:00.000-08:00</published><updated>2009-12-22T14:04:56.443-08:00</updated><title type='text'>FELIZ NATAL</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SzFCUbHvHHI/AAAAAAAAAIA/sxj-4qWphdk/s1600-h/natal.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SzFCUbHvHHI/AAAAAAAAAIA/sxj-4qWphdk/s400/natal.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-720051797241258480?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/720051797241258480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/feliz-natal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/720051797241258480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/720051797241258480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/feliz-natal.html' title='FELIZ NATAL'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SzFCUbHvHHI/AAAAAAAAAIA/sxj-4qWphdk/s72-c/natal.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1325459803156119773</id><published>2009-12-21T10:58:00.000-08:00</published><updated>2009-12-21T10:58:10.767-08:00</updated><title type='text'>As Tradições de Natal em todo o mundo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;A Ceia de Natal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Ceia de Natal é diferente em cada país, cada povo comemora o natal de uma maneira diferente e em cada mesa as comidas também diferem de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;país para país. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- No Brasil a tradição é o Peru de Natal, o Tender e o Chester, bem como as frutas tropicais (abacaxi, melão, mangas, uvas, etc).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Na Alemanha os pratos mais tradicionais são a base de carne de porco, incluindo enchidos, chouriços e salsichas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Nos Estados Unidos o peru também é tradicional e as rabanadas fazem a alegria das crianças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Na França pratos a base de molhos brancos, com ervilhas e grãos se fazem presentes todos os anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Na Itália não pode faltar o peru, as massas tradicionais e bom vinho tinto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Em Portugal o prato tipico do Natal é o Bacalhau com Batatas e também o peru recheado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;A história do Pai Natal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A história do Pai Natal dizem que começou há muitos séculos provavelmente em 330 d.C, quando um bom velhinho chamado São Nicolau nascido em Petara (Turquia) que era bispo de Mira, distribuia presentes para as crianças mais pobres. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O bom velhinho que os brasileiros chamam de Papai Noel e os portugueses chama de Pai Natal tem outros nomes nos outros países? Isso mesmo cada país tem um idioma, ou seja fala-se idiomas diferentes na França, na Inglaterra, na Itália, na Alemanha. Vamos conhecer na lista que segue abaixo os diferentes nomes do Pai Natal:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Alemanha – Kriss Kringle (Criança de Cristo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Espanha – Papa Noel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Finlândia – Joulupukki&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Rússia – Grandfather Frost&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Itália – Babbo Natale&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dinamarca – Juliman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;França – Pere Noel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Canadá – Santa Claus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Holanda – Kerstman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Japão – Jizzo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Feliz Natal em outros idiomas:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Albanês – Gëzuar Krishtilindjen&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Alemão – Fröhliche Weihnachten&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Armênio – Shenoraavor Nor Dari yev Pari gaghand&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Basco – Zorionak&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bósnio, Croata, Sérvio – Sretan Božić&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Castelhano – Feliz Navidad ou Felices Pascuas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Catalão – Bon Nadal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Coreano – Chuk Sung Tan&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esperanto – Gajan Kristnaskon&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Finlandês – Hyvää joulua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Francês – Joyeux Noël&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Galês – Nadolig Llawen&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Georgiano – Kristas Shobas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Grego – Καλά Χριστούγεννα&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Holandês – Prettige Kerstfeest&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Inglês – Merry Christmas ou Happy Christmas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A história da árvore de Natal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A história da árvore de Natal começou na Alemanha na Idade Média, certo dia Martinho Lutero, estava a andar por uma floresta repleta de pinheiros, olhou ao céu e o viu coberto de centenas de estrelas brilhantes. Ficou tão fascinado que ele decidiu pegar um pinheiro e colocar enfeites de Natal, em celebração ao nascimento do Menino Jesus. Muitos enfeites podem ser colocados na árvore de natal, desde bolas coloridas, bonecos, luz pisca-pisca que representam as estrelas e a ponteira em forma de estrela guia (a estrela que guiou os reis magos até o local de nascimento de Jesus).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;As tradições e Comemorações em Diversos Países do Mundo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Suécia - As festividades de Fim de Ano, tem inicio no dia 13 de Dezembro dia de Santa Luzia. AS celebrações iniciam-se com uma procissão por diversas cidades do país com uma tocha acesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Austrália - Como a Austrália assim como o Brasil estão localizados no hemisferio sul e nesta época do ano, dezembro é o mês de verão, muitas pessoas comemoram o Natal na praia e os presentes são trocados somente no dia 25 de Dezembro e não na noite de Natal como é comum em muitos países.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Japão – Embora somente uma minoria da população seja católica, os cristãos japoneses comemoram o Natal como no Ocidente, com a ceia de natal, a árvore de natal e a troca de presentes na noite de 24 de Dezembro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Finlândia - Considerada a terra do pai natal, mais especificamente na Lapônia é considerado um dos mais belos lugares do mundo, e onde a cultura do Natal é considerada a mais forte do mundo.Como o país é muito frio algumas familias na noite de natal antes da ceia costumam fazer saunas para poderem se aquecer, a lareira também é muito importante não só pelo frio que lá faz, mas como é por onde segundo a lenda o Pai natal entra na casa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Inglaterra - As tradições natalinas são fortemente difundida, a ceia deve ter a familia toda reunida, a decoração de natal deve ser completa com direito a arvore, luzes, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Itália - As familias costumam assistir a Missa do Galo celebrada a meia noite do dia 24 de Dezembro no Vaticano, e após a missa seguem para suas casas para a ceia de Natal onde é feita a troca dos presentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Brasil - No Brasil a festa de Natal apesar da arvore de natal, luzes e enfeites, a festa não é tão típica como nos outros países. Geralmente as famílias costumam dançar e ouvir musicas que não são de Natal, a troca dos presentes de natal pode ser feito através do amigo secreto ou amigo oculto, onde cada pessoa tem de adivinhar que vai lhe oferecer o presente, tornando a festa uma grande brincadeira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1325459803156119773?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1325459803156119773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/as-tradicoes-de-natal-em-todo-o-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1325459803156119773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1325459803156119773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/as-tradicoes-de-natal-em-todo-o-mundo.html' title='As Tradições de Natal em todo o mundo'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-6512793029786301363</id><published>2009-12-20T11:56:00.000-08:00</published><updated>2009-12-20T11:56:27.597-08:00</updated><title type='text'>NOTA OFICIAL -UERN COMUNICA CANCELAMENTO DO PSV 2010</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte informa que neste domingo, dia 20 de dezembro de 2009, ao dar início à aplicação das provas do Processo Seletivo Vocacionado 2010, identificou em algumas salas desencontros na lista dos candidatos/sala com os dados constantes no cartão de inscrição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Comissão Permanente do Vestibular decidiu por cancelar todo o processo, prevenindo assim eventuais prejuízos aos candidatos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A UERN informa ainda que abriu processo administrativo para apurar junto à empresa responsável pelo PSV, a AOCP (PR), as responsabilidades pelo erro de processamento e para adoção das providências cabíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A UERN tranquiliza todos os candidatos e seus familiares, bem como toda a comunidade acadêmica, assegurando que serão adotadas todas as providências para que o PSV seja aplicado em período posterior, observadas as datas mais adequadas e sem custos adicionais para os candidatos, com ampla divulgação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Informamos ainda que os fiscais que trabalharam neste primeiro dia do PSV receberão seus honorários sem nenhum prejuízo, assim como continuarão cadastrados para a nova etapa do processo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Agradecemos a compreensão de todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Prof. João Batista Xavier&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Presidente da Comperve&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-6512793029786301363?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/6512793029786301363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/nota-oficial-uern-comunica-cancelamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6512793029786301363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6512793029786301363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/nota-oficial-uern-comunica-cancelamento.html' title='NOTA OFICIAL -UERN COMUNICA CANCELAMENTO DO PSV 2010'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1078223633442759252</id><published>2009-12-17T02:55:00.000-08:00</published><updated>2009-12-17T02:55:38.898-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:educacao.uol.com.br'/><title type='text'>Câmara muda regra de correção de piso salarial de professor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16) o projeto de lei 3776/08, do Executivo, que determina o uso do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) para a revisão, em janeiro de cada ano, do piso salarial brasileiro para o magistério público da educação básica. A matéria deve ser votada ainda pelo Senado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O governo pretende mudar a lei de criação do piso, sancionada neste ano, para evitar um "aumento contínuo" dos gastos com pagamentos aos professores. Isso permitiria, segundo o Executivo, que o dinheiro do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) fosse usado para outras despesas, como construção de escolas, compra de material de ensino e universalização do uso da informática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A lei que criou o piso nacional (11.738/08) adota, como índice de correção, o mesmo percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano. Esse valor é definido nacionalmente de acordo com o número de matrículas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao usar o INPC para corrigir o salário dos professores, o governo pretende desvincular a correção do crescimento do número de matrículas e da própria elevação do número de profissionais que ganharão o piso da categoria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1078223633442759252?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1078223633442759252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/camara-muda-regra-de-correcao-de-piso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1078223633442759252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1078223633442759252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/camara-muda-regra-de-correcao-de-piso.html' title='Câmara muda regra de correção de piso salarial de professor'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-5068707279852827606</id><published>2009-12-16T11:01:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T11:01:32.372-08:00</updated><title type='text'>Leitura melhora a função cerebral em crianças</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Crianças com dificuldades de leitura e que passaram por um treino intensivo de seis meses mostraram que, além da habilidade de leitura também aumentaram a conectividade de uma determinada região do cérebro, o que proporcionou uma melhora cognitiva, diz estudo do Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH), EUA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Nós sabíamos que o treino comportamental podia melhorar as funções cerebrais”, diz Thomas Insel, do NIMH. “Mas o grande achado foi detectar as mudanças nos padrões de conectividade cerebral com o treino. Essa descoberta a partir de pacientes com déficits de leitura sugere que é possível tentar novas estratégias no tratamento de alguns transtornos mentais, que afetam circuitos neurais específicos.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Treino intensivo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O estudo, publicado no periódico Neuron, foi conduzido por Marcel Just da Universidade de Carnegie Mellon, com crianças na faixa dos 8 anos de idade. A pesquisa partiu de quatro métodos diferentes com aulas de reforço de leitura. O foco dessas aulas eram aumentar a habilidade dos participantes de interpretar palavras pouco familiares.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As aulas foram dadas 5 dias por semana durante 6 meses, com média de 50 minutos de duração (100 horas no total). Os resultados positivos foram observados nos participantes de todos os grupos e, portanto, unificados no resultado final.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os participantes também tiveram suas funções neurais monitoradas através de tecnologias que avaliavam a atividade cerebral por imagens. No início do estudo, as crianças com dificuldades de leitura mostravam uma pior qualidade no fluxo de informação através da região do cérebro denominada centro semi-oval anterior esquerdo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Após os seis meses do experimento, com o treino intensivo de leitura, os indivíduos com dificuldade mostraram melhoras significativas nessa área, além de compreender melhor os textos que liam. O grupo de controle, que não havia tomado parte das aulas de reforço, não mostrou nenhuma diferença, o que descartou a possibilidade de maturação natural do cérebro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entretanto a associação entre leitura e mudanças na plasticidade cerebral ainda não estão claras, ou seja, se o processo de melhora, através de treino, de decodificação das palavras causa a mudança nas conexões neurais ou se a mudança na estrutura cerebral é responsável por uma melhora na interpretação de texto. De qualquer forma a leitura parece exercer uma influência positiva no cérebro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Nossos achados enfatizam os lados positivos de treinos comportamentais que aumentem a habilidade de leitura, mas isso pode levar a novos tratamentos de outras condições e transtornos mentais que estejam relacionados com a conectividade cerebral, como o autismo”, pontua Just.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-5068707279852827606?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/5068707279852827606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/leitura-melhora-funcao-cerebral-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/5068707279852827606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/5068707279852827606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/leitura-melhora-funcao-cerebral-em.html' title='Leitura melhora a função cerebral em crianças'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-3651068822745650324</id><published>2009-12-12T06:03:00.000-08:00</published><updated>2009-12-12T06:03:23.547-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://www.agora.uol.com.br'/><title type='text'>Justiça dá benefício especial para a Educação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os professores que atuam, ou já atuaram, como diretor de escola, coordenador ou assessor pedagógico podem contar esse tempo para garantir a aposentadoria especial, da mesma forma que aqueles que só trabalharam dentro da sala de aula. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A decisão é do STF (Supremo Tribunal Federal), que publicou ontem, no "Diário Oficial da União", a Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) sobre o tema. Segundo o STF, o processo terminou --ou seja, não há possibilidade de recurso e a decisão deve ser seguida em todo o país&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-3651068822745650324?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/3651068822745650324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/justica-da-beneficio-especial-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3651068822745650324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3651068822745650324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/justica-da-beneficio-especial-para.html' title='Justiça dá benefício especial para a Educação'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-2205762331630722446</id><published>2009-12-12T05:57:00.000-08:00</published><updated>2009-12-12T05:57:46.733-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:Folha Online'/><title type='text'>MEC fixa data para criança entrar no 1º ano</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Ministério da Educação decidiu enviar projeto de lei ao Congresso que prevê que só poderão entrar no ensino fundamental (1º ao 9º ano), público ou privado, crianças que completarem seis anos até 31 de março. Já o Senado aprovou ontem texto contrário, que permite o ingresso aos cinco anos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O MEC defendia que o "corte" deveria ser o "início do ano letivo", o que poderia variar entre as redes de janeiro a março. Por isso, resolveu agora fixar uma data única. A mudança foi decidida na segunda-feira (7), após reunião com gestores estaduais e municipais. O projeto deve ser enviado ao Legislativo ainda neste ano. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O governo Lula tenta padronizar a entrada das crianças no fundamental, uma vez que Estados e municípios têm adotado lógicas diferentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com critérios divergentes, há dificuldades quando o estudante precisa mudar de rede. Além disso, escolas particulares disputam para ver quem aceita crianças mais novas. O Conselho Nacional de Educação recomenda o "corte" no início do ano letivo, o que é seguido por Estados como Pernambuco e Rio Grande do Sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quem completa seis anos após esse limite deverá estar na pré-escola e entrar no fundamental apenas no ano seguinte. Mas, como a recomendação não tem força de lei, Estados têm aceitado crianças com cinco anos na educação fundamental, desde que completem seis durante o ano letivo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Conselho Estadual de São Paulo permite que o aluno complete seis anos até o fim de junho; Mato Grosso do Sul e Paraná aceitam até dezembro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O MEC pensava desde o meio do ano em padronizar uma data. Chegou a desistir da ideia, mas retomou depois que começaram a aparecer os critérios divergentes entre as redes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se aprovada pelo Congresso, a nova lógica definida pelo governo valerá para alunos que ainda vão entrar na pré-escola. Não está definido o que ocorrerá com as que já cursam essa etapa e estão prestes a entrar na educação fundamental. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Divergências &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por trás da confusão, está a discussão de qual idade a criança deve ser alfabetizada. O MEC entende que uma criança de cinco anos é muito nova para entrar no ensino fundamental e começar o processo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O presidente da federação das escolas privadas, José Augusto de Mattos Lourenço, discorda da lógica. O próprio MEC, diz Lourenço, recomenda que o 1º ano do fundamental deva ser parecido com o último ano da antiga pré-escola. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A partir do ano que vem, o fundamental passa de oito para nove anos de duração, incorporando um ano da pré-escola. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"O que MEC anunciou agora não muda nada. Defendemos o 'corte' em 31 de dezembro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Criança de cinco anos pode começar a ser alfabetizada, como já ocorre na pré-escola das particulares", afirmou Mattos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Projeto aprovado ontem pela Comissão de Educação do Senado tem caráter semelhante --libera a entrada da criança aos cinco anos. "Podemos ter um currículo adequado ao desenvolvimento da criança", disse o senador Flávio Arns (PSDB-PR), autor da proposta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se não houver recurso de nenhum senador, o projeto segue para a Câmara; se aprovado, vai para análise de Lula. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além do fundamental de nove anos, o MEC planeja normatizar a pré-escola (quatro e cinco anos), que será obrigatória a partir de 2016, conforme regra que entrou em vigor em novembro. A ideia é proibir repetência e avaliação com nota nessa etapa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-2205762331630722446?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/2205762331630722446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/mec-fixa-data-para-crianca-entrar-no-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2205762331630722446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2205762331630722446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/mec-fixa-data-para-crianca-entrar-no-1.html' title='MEC fixa data para criança entrar no 1º ano'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1643817630854724150</id><published>2009-12-12T05:46:00.000-08:00</published><updated>2009-12-12T05:46:00.648-08:00</updated><title type='text'>Conselho autoriza alunos de 5 anos no ensino fundamental em 2010</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Crianças de cinco anos de idade que já tiverem cursado dois anos de pré-escola poderão entrar no ensino fundamental de nove anos em 2010. A decisão foi tomada na quinta-feira (10) pelo CNE (Conselho Nacional de Educação) e vale exclusivamente para o ano que vem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para entrar em vigor, a medida ainda necessita ser homologada pelo ministro Fernando Haddad (Educação), o que deve ocorrer nas próximas semanas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O objetivo do conselho foi evitar que se repitam casos de crianças que estão sendo obrigadas pelas escolas a repetirem algum ano na educação infantil porque não tinham seis anos completos para ingressar no ensino fundamental. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Não queremos mais deixar acontecer essa situação patética de ter que explicar para uma criança que todos os seus colegas vão para o primeiro ano, menos ela", disse o conselheiro César Callegari. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O problema está acontecendo porque, na maior parte do país, a idade mínima para o ensino fundamental é de seis anos, como determinou o CNE em 2005; em outros lugares, porém, estão sendo aceitas crianças de cinco anos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;2011 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A posição do conselho para 2011 em diante foi mantida no texto aprovado ontem: depois de 2010, só poderão ser matriculadas no fundamental crianças que completarem seis anos até o dia 31 de março. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já na pré-escola, só poderão entrar crianças com quatro anos completos também até essa data. Esse é também o teor de um projeto de lei que o MEC (Ministério da Educação) pretende enviar ao Congresso até o fim deste ano. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para o presidente da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), Carlos Eduardo Sanches, a resolução proposta pelo CNE está correta, mas o problema só será resolvido quando as regras forem colocadas na lei. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Só as resoluções do CNE não são suficientes para os questionamentos judiciais que estão acontecendo", afirma Sanches. Isso ocorre porque alguns juízes entendem que Estados e municípios têm autonomia para definir a idade de entrada na escola em suas redes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com isso, governos estaduais e prefeituras estão sendo obrigados pela Justiça a matricular crianças mais novas. Isso aconteceu principalmente nos Estados do Paraná e de Mato Grosso do Sul. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Capacidade de abstração&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;João Batista Araújo e Oliveira, especialista em alfabetização e presidente do Instituto Alfa e Beto, defende que a idade mínima para a entrada no ensino fundamental seja de seis anos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Aos seis, a maioria das crianças já está pronta do ponto de vista neurológico para os desafios de uma tarefa que exige abstração, como alfabetizar", afirma. Nessa idade, os alunos também têm uma capacidade de concentração maior, explica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1643817630854724150?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1643817630854724150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/conselho-autoriza-alunos-de-5-anos-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1643817630854724150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1643817630854724150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/conselho-autoriza-alunos-de-5-anos-no.html' title='Conselho autoriza alunos de 5 anos no ensino fundamental em 2010'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-2576221999328504320</id><published>2009-12-11T05:52:00.000-08:00</published><updated>2009-12-11T05:52:46.760-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://www.revistaescola.abril.com'/><title type='text'>Semana pedagógica: o que não pode faltar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se é verdade que um bom planejamento evita problemas posteriores, certamente a primeira semana do ano é a mais importante para qualquer escola: é quando os gestores e a equipe pedagógica se reúnem para projetar os próximos 200 dias letivos e fazer a revisão do Projeto Político Pedagógico (PPP) - o documento que marca a identidade da escola e indica os caminhos para que os objetivos educacionais sejam atingidos. É o momento de integrar os professores que estão chegando, colocando-os em contato com o jeito de trabalhar do grupo, e, claro, mostrar os dados da escola para todos os docentes, além de apresentar as informações sobre as turmas para as quais cada um vai lecionar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antes de produzir esta reportagem, perguntamos a diretores e coordenadores pedagógicos, em nosso site, quais as principais dúvidas em relação à semana de planejamento. Recebemos 45 mensagens, questionando desde como organizar os encontros (e quem deve participar deles) até incertezas sobre os temas a debater. Para ajudar esses e outros leitores, sugerimos um cronograma para cinco dias de planejamento, com indicações sobre o que fazer em cada um deles e ideias práticas para conduzir os trabalhos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Organização &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A semana pedagógica, nunca é demais lembrar, não se restringe a esse período - pelo menos para os gestores. Érika Virgílio Rodrigues da Cunha, professora de Didática, Currículo e Avaliação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), afirma que o diretor deve planejar com antecedência, executar a agenda definida e acompanhar os resultados durante o ano. A preparação prévia está reunida no quadro abaixo, e as dicas para garantir um bom acompanhamento dos resultados, no último quadro desta reportagem. O planejamento da semana em si ocupa as próximas páginas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma regra geral é começar o encontro pela discussão dos grandes temas e depois partir para os desafios específicos. Para o presidente da Comissão de Graduação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Rubens Barbosa de Camargo, a melhor maneira de fazer isso é preparar bons diagnósticos. "As decisões essenciais decorrem da reflexão sobre os rumos que a escola quer percorrer", diz. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O cronograma apresentado a seguir é apenas uma sugestão para ajudar você no planejamento da semana. Dependendo do tamanho da sua equipe docente e da escola, faça as adequações necessárias. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E um 2010 bem planejado para todos!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Primeiras providências&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reúna a equipe gestora alguns dias antes para preparar a semana. Algumas ações devem ser realizadas: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Montagem do calendário da escola&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com base na programação oficial da Secretaria de Educação (em que constam feriados, recessos e eventos de rede), planeje o calendário da escola, reservando datas para reuniões periódicas, como as de pais, do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres. Eleja alguns dias para eleição dos representantes de classe, feiras de Ciências e de livros, confraternizações e festas ou outro evento que a escola costume realizar. Peça ao coordenador para sugerir dias e horários para o trabalho pedagógico coletivo (geral, por área e por série). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Consolidação dos dados da escola &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Faça uma tabela com os principais dados da escola - número de matrículas iniciais e finais e as taxas de aprovação, repetência e distorção idade-série&amp;nbsp;, os resultados de avaliações e planilhas de aprendizagens dos alunos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;- Planejamento do tempo&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Monte um cronograma da semana pedagógica baseado na quantidade de dias que a escola dispõe para o encontro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;- Organização do espaço&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Calcule quantos grupos de trabalho serão formados durante os encontros e combine com o pessoal da limpeza para que os espaços estejam limpos e organizados. Exponha as produções de alunos e professores em corredores e nas salas de aula para criar familiaridade e valorizar o trabalho realizado pelos alunos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;- Previsão de alimentação&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como receber a equipe? Com um café da manhã de boas-vindas? Então é preciso contar com a presença das merendeiras no local e preparar um espaço para essa recepção. Se a equipe vai se reunir por alguns dias, planeje os momentos em que ocorrerão as pausas e o almoço e o que será servido. Peça que as merendeiras organizem o cardápio e façam as compras necessárias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Evite!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não perca tempo com dinâmicas de grupo e leituras de texto de "motivação" - práticas que não levam à melhoria da aprendizagem. A maneira mais eficaz de estimular a equipe é garantir um bom ambiente de trabalho e compartilhar metas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-2576221999328504320?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/2576221999328504320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/semana-pedagogica-o-que-nao-pode-faltar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2576221999328504320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2576221999328504320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/semana-pedagogica-o-que-nao-pode-faltar.html' title='Semana pedagógica: o que não pode faltar'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-6175868892478573940</id><published>2009-12-11T05:45:00.000-08:00</published><updated>2009-12-11T05:45:29.404-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:Folha Online'/><title type='text'>Inclusão na escola é abaixo da ideal, diz movimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para chegar a 2022 com todas as crianças e os jovens de 4 a 17 anos na escola, o Brasil precisará se esforçar mais, alerta o segundo relatório do movimento Todos Pela Educação, divulgado na quarta-feira (9) em São Paulo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Organizado por empresários e lideranças da sociedade civil, o movimento estipulou há três anos cinco grandes metas a serem alcançadas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Neste ano, o relatório enfatizou o acompanhamento de duas delas: a de atendimento escolar e a de ter todos os jovens com o ensino médio concluído até os 19 anos. Para as demais, não há dados mensuráveis ou atualizados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A partir de dados do IBGE, o documento mostra que, em 2008, 91,4% das crianças de 4 a 17 anos estudavam. A meta intermediária prevista para esse ano era de 91,9%. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O relatório mostra também que menos da metade (47,1%) dos jovens concluiu o ensino médio aos 19 anos. Para este indicador, a meta intermediária foi cumprida com folga --o objetivo era ter 43,9%. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"O que a gente observa é que o Brasil melhorou, mas não na velocidade desejada. Nas duas pontas, pré-escola e ensino médio, o país precisa fazer um esforço muito grande ainda", resume o coordenador do Todos Pela Educação, Mozart Ramos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O movimento também estabelece metas por Estado. No caso do atendimento escolar, só a Bahia superou com folga sua previsão para 2008. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em 20 Estados (São Paulo inclusive), os percentuais ficaram ligeiramente acima ou abaixo do projetado. Como há uma margem de erro nos dados do IBGE, não é possível dizer se o objetivo foi alcançado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em seis casos (Alagoas, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Goiás), identificou-se que os Estados não cumpriram as metas, mesmo considerando a margem de erro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como na faixa de 7 a 14 anos 98% das crianças já estudam, a coordenadora da pesquisa, Regina Madalozzo, lembra que as populações de 4 a 6 anos e de 15 a 17 que exigem maior esforço. No primeiro caso, há 17% de crianças fora da escola. No segundo, 19% não estudam. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Especialmente no caso da educação infantil (destinada a crianças de zero a cinco anos), Regina diz que o brasileiro ainda não dá a devida importância, pois há várias pesquisas que mostram que o aumento da escolaridade nessa faixa etária facilita a alfabetização e aumenta a possibilidade de conclusão do ensino médio. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao analisar as perspectivas futuras, Mozart Ramos destaca dois fatos positivos divulgados recentemente: o fim da DRU (Desvinculação das Receitas da União) e a aprovação da emenda que amplia de 6 a 14 anos para 4 a 17 anos a faixa etária de escolarização obrigatória. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A DRU é um mecanismo que retirava anualmente cerca de R$ 10 bilhões do MEC por ano. Com seu fim, o ministério estima que, já para 2010, terá mais R$ 7,7 bilhões, cerca de um quinto de seu orçamento atual. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-6175868892478573940?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/6175868892478573940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/inclusao-na-escola-e-abaixo-da-ideal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6175868892478573940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6175868892478573940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/inclusao-na-escola-e-abaixo-da-ideal.html' title='Inclusão na escola é abaixo da ideal, diz movimento'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-3463736961344313255</id><published>2009-12-09T01:48:00.000-08:00</published><updated>2009-12-09T01:48:04.549-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://revistaensinosuperior.uol.com.br'/><title type='text'>Entre dois Saberes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Experiência profissional aliada a uma boa didática e conhecimento sobre novas tecnologias podem superar a titulação acadêmica, até então imbatível, na definição de contratação das instituições de ensino superior. Nesse novo cenário, professores cada vez mais jovens ocupam o centro das salas de aula e geram um novo fenômeno na educação. Docentes com menos experiência, mas familiaridade com relação ao mercado de trabalho e às novidades tecnológicas, dividem espaço com profissionais que acumulam anos de docência, mas, naturalmente, têm maior resistência a mudanças e menos intimidade com recursos tecnológicos e o mercado de trabalho. Portanto, a questão que se coloca para as áreas de gestão de recursos humanos das instituições de ensino é: como agregar, valorizar e aproveitar as melhores características desses dois perfis de docentes que dividem a atenção dos alunos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"As instituições procuram cada vez mais profissionais que sejam capazes de auxiliar na produção da aprendizagem, que sejam verdadeiros facilitadores e tragam consigo uma boa experiência de mercado, já que as disciplinas também estão mais voltadas para atender às exigências atuais do próprio mercado", afirma Carlos Afonso Gonçalves da Silva, diretor de operações acadêmicas da Anhanguera Educacional. "O diletantismo do passado cedeu espaço para uma carreira bem estruturada que chama a atenção do mercado e que transformou a atividade de professor universitário em uma opção economicamente interessante", completa Carlos Afonso, o que explicaria por que cada vez mais jovens e profissionais liberais estão sendo atraídos para o magistério de nível superior. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Justamente pela valorização das instituições de ensino a esse novo perfil de "profissional-docente", um certo mal-estar pode acometer os corredores das universidades, pelo sentimento de desvalorização entre os "docentes-profissionais". Lucia Helena da Silva, diretora administrativa da Etep Faculdades, acostumada a implantar planos de recursos humanos, admite a dificuldade de colocar novas ideias em prática, mas aponta alguns caminhos possíveis para driblar resistências. "Em qualquer instituição de ensino existem estágios diferenciados de públicos, inclusive no quesito idade e experiência profissional. É preciso ajustarmos sempre o nosso discurso a cada um desses públicos, ou nunca vamos conseguir quebrar os paradigmas existentes. A resistência natural às inovações e mudanças, principalmente da parte dos mais velhos, será cada vez maior", diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Marcos Formiga, professor do curso de engenharia da Universidade de Brasília (UnB) e estudioso do uso de tecnologias educacionais, diz que o que retarda a evolução do ensino superior é o perfil do professor. "A maioria não gosta de mudança e se acomoda naquele espaço de manobra. Quando elas vêm, não reage e é vencido com o tempo." &lt;br /&gt;Para ele, muitos ainda se esforçam para serem tradicionais, têm aversão à tecnologia e impõem aulas muito teóricas. "Esse método não funciona mais. Acredito que daqui para a frente será fundamental mudar a atitude dentro da sala de aula. Aprendo diariamente com os alunos, é uma simbiose coletiva", sugere. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Renato Casagrande, pró-reitor de graduação, planejamento e avaliação da Universidade Positivo, afirma ser difícil identificar se essa resistência é aversão ou medo. Na opinião dele, a resposta pode estar no fato de a maioria dos professores universitários não ter sido formada para a docência. "Já que aprenderam na prática, muitos docentes tiveram como modelo os próprios professores." Daí a necessidade de investir em formação específica para o ensino superior. "É fundamental para haver evolução no processo de aprendizagem", ressalta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No entanto, há quem discorde dessa disputa. Josiane Tonelotto, pró-reitora acadêmica da Universidade Anhembi Morumbi, defende que a concorrência entre os dois perfis profissionais está no imaginário das pessoas. "O que acontece no dia a dia é mais uma aliança entre os dois níveis de professores, já que os mais novos buscam a sabedoria dos mais velhos, enquanto os mais velhos procuram ter um pouco da energia dos mais jovens." &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Alguns docentes com décadas de experiência, inclusive, veem como positiva a disputa entre os professores mais jovens e aqueles com muitos anos de carreira. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"O segredo para a minha energia, apesar dos meus 70 anos, é a minha paixão por absorver conhecimento e por tentar entender as inquietações e os questionamentos cada vez maiores dos mais jovens, sejam eles alunos ou meus pares. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eles são mais instigadores e aí se estabelece uma troca maior entre as nossas gerações", diz um professor da Universidade de São Paulo, que prefere não ser identificado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Josiane admite, no entanto, que mudanças estão ocorrendo, principalmente no perfil do que se espera desses professores. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"A mudança foi muito mais de postura. O novo perfil dos nossos professores exige que eles tenham uma habilidade a mais, agreguem uma constante atualização tecnológica e consigam conferir autonomia ao aluno, permitindo que ele seja o dono do processo de aprendizagem. E nesse processo, os professores mais experientes levam vantagem sobre os recém-formados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O mesmo acontece naquelas disciplinas mais densas como metodologia, matemática ou da área de medicina, que são cheias de regras ou mais quadradas nos seus formatos". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portanto, uma questão que se torna fundamental é: o que as instituições esperam de seus professores para agora e para o futuro? O modelo ideal de professor de uma instituição é definido pela analista de Recursos Humanos do Grupo Kroton, Cristiana Martins Lopes Castro, como nem muito rigoroso, nem liberal demais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"O ideal é aquele com bom perfil orientador e capacidade de compartilhar conhecimento, ou seja, o que deixa o aluno caminhar sozinho." Para Cristiana Castro, é esse perfil comportamental o que pesa mais hoje na seleção de um novo professor. (Colaborou Juliana Duarte)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-3463736961344313255?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/3463736961344313255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/entre-dois-saberes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3463736961344313255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3463736961344313255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/entre-dois-saberes.html' title='Entre dois Saberes'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-2592488956497800074</id><published>2009-12-09T01:38:00.000-08:00</published><updated>2009-12-09T01:38:15.209-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:uol educação'/><title type='text'>Professor de cursinho contesta duas questões de português do Enem 2009</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Duas questões de português do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 foram contestadas por um professor de português do curso e colégio Objetivo. Segundo Francisco Achcar, dois testes apresentariam respostas oficiais incorretas&lt;br /&gt;O primeiro deles seria o de número 107, da prova amarela. "A alternativa que está no gabarito é a 'B'. Ela fala em embalagem reciclada, o que não é mencionado no texto", afirma. De acordo com o docente, isso torna a afirmativa incorreta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em sua opinião, a alternativa 'C' estaria mais adequada, pois o texto 1, do enunciado da pergunta, não fala em defeitos do plástico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O segundo teste questionado por Achcar é o de número 117, da prova amarela. Para o professor, tanto a alternativa "A", quanto a "D" estariam corretas. O gabarito oficial traz apenas a segunda como resposta oficial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A coordenadora de português do Etapa, Célia Passoni, discorda de Achcar nas duas ponderações. Sua opinião é que o gabarito oficial está correto nos dois casos. No primeiro caso, a docente afirma que a alternativa "B" é a correta, pois a "C" faz uma ressalva ao uso do plástico. No teste 117, Célia não acredita haver oposição semântica no poema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A docente faz ainda uma crítica à prova. "Foram textos muito longos e não haveria necessidade de tanto. A prova foi uma repetição de gêneros textuais. Podiam ter feito 20 questões e o estudante teria mais tempo para fazer uma redação um pouco mais pensada", avalia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo a professora, os problemas no gabarito também foram prejudiciais à imagem da prova. "É uma irresponsabilidade perante um grupo muito grande de pessoas [os mais de 2,6 milhões que fizeram o exame]."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-2592488956497800074?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/2592488956497800074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/professor-de-cursinho-contesta-duas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2592488956497800074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2592488956497800074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/12/professor-de-cursinho-contesta-duas.html' title='Professor de cursinho contesta duas questões de português do Enem 2009'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-6852129032692262596</id><published>2009-11-29T04:55:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T05:08:14.168-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:http://www.revistaescolapublica.com.br'/><title type='text'>Pagar pra ver (resultados)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Como equacionar o orçamento a fim de dar conta das novas demandas relativas ao salário dos professores? Esta é uma pergunta que provavelmente está na mente de muitos secretários de educação Brasil afora. Afinal, desde o início deste ano está em vigor o piso salarial do magistério, que cria uma nova referência para a remuneração desses profissionais, num contexto em que se fortalece o discurso de defesa da valorização do magistério como estratégia central para melhorar a qualidade do ensino.&lt;br /&gt;Ou seja, o que está em questão não é somente remunerar melhor os professores, mas fazer isso em meio a um conjunto de ações que permitam elevar a qualidade do ensino - o que, muitas vezes, é compreendido como a melhoria do desempenho do sistema nos indicadores e avaliações oficiais, leia-se Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e Prova Brasil.&lt;br /&gt;Desse modo, em várias partes do país, os governos municipais e estaduais estão se reorganizando para cumprir a legislação, num movimento de modificação de padrões de remuneração adotados há décadas, no qual, não raramente, o salário básico é mais baixo do que as gratificações e outros benefícios. Ao mesmo tempo, está ganhando força a vinculação da remuneração do docente (e, em alguns casos, de integrantes da equipe técnica da escola) com a melhoria do desempenho dos alunos.&lt;br /&gt;Esse novo modelo já está em funcionamento em estados como Minas Gerais e São Paulo. No primeiro, existe o "Acordo de Resultados", um contrato de gestão que prevê uma premiação anual para servidores estaduais proporcional ao cumprimento dos objetivos e metas. É adotado em várias áreas da administração pública; no caso da educação, são estabelecidas metas para as escolas, as regionais de ensino e o sistema estadual como um todo.&lt;br /&gt;Em São Paulo, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do Estado de São Paulo (Idesp) tem estrutura semelhante ao Ideb (mede desempenho + fluxo) e foi criado como referência para medir os avanços das escolas e para o pagamento de um bônus anual à equipe escolar, proporcional ao avanço em relação às metas preestabelecidas.&lt;br /&gt;Outras unidades da federação seguem o mesmo caminho. O Distrito Federal começará a pagar, neste ano, o 14º salário aos professores da rede pública com base em um rol de critérios, entre eles os resultados do Sistema de Avaliação das Instituições Educacionais do Distrito Federal (Siade), que abrange a avaliação do desempenho de estudantes, a avaliação da gestão das escolas e das políticas educacionais.&lt;br /&gt;Municípios também elaboraram políticas nessa direção: é o caso de Anápolis (GO), cidade com 350 mil habitantes, em que o Plano de Carreira e Vencimentos está sendo reestruturado. "Até o momento, não existe nenhuma vinculação entre remuneração docente e desempenho, mas ela está sendo proposta no novo Plano", relata Virginia Melo, secretária municipal de Educação.Segundo ela, predomina entre técnicos da secretaria, membros do Conselho Municipal de Educação e até integrantes do sindicato local a percepção de que a vinculação é necessária para "garantir que a melhor remuneração corresponda a um ensino de melhor qualidade".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bônus versus qualidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Embora a tese da vinculação da remuneração (de professores e demais integrantes das equipes escolares) com responsabilização (por meio do estabelecimento de metas) esteja se difundindo ampla e rapidamente no país, não existe um consenso sobre sua validade.&lt;br /&gt;Essa proposta começou a ganhar força a partir de 2007, com o lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), que tem no Ideb seu principal instrumento para estabelecer metas e definir prioridades - inclusive as relativas à distribuição de recursos aos municípios, estados e escolas.&lt;br /&gt;Os argumentos contrários oscilam da perspectiva trabalhista-sindical à técnica. No primeiro caso, o pagamento de bônus é considerado uma estratégia para "recompor salários defasados", como defende Heleno Araújo, secretário de Assuntos Educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).&lt;br /&gt;Entre os pesquisadores, há uma tendência que enfatiza a necessidade de se criar procedimentos que legitimem o estabelecimento de conexões entre os sistemas de informação e avaliação e as consequências para os profissionais da educação, como explica Nigel Brooke, pesquisador do Grupo de Avaliação e Medidas Educacionais, ligado à Faculdade de Educação da UFMG.&lt;br /&gt;Brooke enfatiza que "um sistema que cria ônus para a escola" não deve ser implantado de maneira isolada de "sistemas de apoio e capacitação" para que as escolas saibam interpretar os resultados do diagnóstico e disponham de condições para superar os problemas identificados. Os ônus mencionados por Brooke dizem respeito a?medidas administrativas ou gratificações não recebidas em consequência do não cumprimento de metas. Isso geraria um sentimento de injustiça entre os integrantes da equipe da escola, em especial num contexto em que a burocracia é tida como ineficiente, como ocorre com o serviço público brasileiro.&lt;br /&gt;O professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) Romualdo Portela agrega outros argumentos à crítica: "O que se mede nas provas não é tudo que a escola tem de fazer bem", afirma. Há também, continua o educador, o perigo de se desenvolver uma "cultura de educar para o teste, que é daninha".&lt;br /&gt;"Esses programas se assentam em um pé de barro importante: lembrando Einstein, nem tudo o que se mede é importante, mas nem tudo que é importante se mede", conclui Portela.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desempenho: a centralidade da escola&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Entretanto, o ponto de vista dos gestores é outro. "É verdade que não existe uma relação direta entre melhoria do desempenho dos alunos nas avaliações e remuneração, mas a escola tem o papel de assegurar o bom desempenho", afirma a presidente do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação (Consed), Maria Auxiliadora Seabra Rezende.&lt;br /&gt;É nesse contexto que as políticas de responsabilização se inserem. Mas elas devem ser implantadas de maneira isolada e precisam ser associadas a ações de valorização profissional e de formação.&lt;br /&gt;Embora não exista uma evidência inquestionável de que os bônus ou prêmios produzam (ou reflitam) a melhoria da qualidade do ensino, é possível dizer que existe um consenso quanto à necessidade de se remunerar melhor o professor brasileiro."Um bom salário representa uma condição de profissionalismo, permitindo que o professor viva só de educação e possa se dedicar exclusivamente a uma escola", afirma Juçara Dutra Vieira, vice-presidente da Internacional da Educação, organização mundial com sede em Bruxelas.&lt;br /&gt;Contudo, pondera Juçara, a relação entre salário e qualidade precisa ser analisada ao lado de outros dois componentes, a formação e a carreira. "O salário sozinho não responde totalmente pela qualidade", diz.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Salário ou remuneração&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É em tal cenário que o piso salarial, aliado à criação das leis estaduais e municipais do magistério, desponta como instrumento capaz de catalisar um processo de mudança no exercício profissional dos docentes, com eventuais impactos sobre a qualidade de ensino a serem conferidos.&lt;br /&gt;A Lei 11.738, de julho de 2008, estabelece o patamar mínimo de vencimentos a serem pagos aos docentes para a jornada máxima de 40 horas. Há um ano, quando foi aprovada, o valor a ser pago aos profissionais sem formação de nível superior foi fixado em R$ 950. Aplicados os critérios de reajuste para 2009, passou para R$ 1.132,40.&lt;br /&gt;De acordo com a legislação, o piso salarial do magistério deve ser reajustado na mesma proporção que o piso nacional do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O aumento do piso do Fundeb foi de 19,2% entre 2008 e 2009.&lt;br /&gt;Os estados e municípios têm prazo até 2010 para pagar o valor integral do piso. Em 2009, é preciso pagar dois terços da diferença entre a remuneração atual e a prevista no piso. Exemplo: um professor que recebe R$ 500 tem direito a um reajuste de R$ 300 em 2009, recebendo um salário de R$ 800 por mês.&lt;br /&gt;A implantação do piso foi motivo de greve de professores em algumas partes do país, como no Ceará, onde os professores da rede estadual cruzaram os braços durante 24 dias. A greve, considerada ilegal pela Justiça, foi suspensa em junho, mas os docentes amea&amp;shy;çam retomar a mobilização no mês de agosto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atratividade, meta desejável&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera que, durante 2009, gratificações e outros benefícios podem ser computados para efeito de cálculo do piso salarial. A partir do ano que vem, o piso deverá corresponder ao salário-base.&lt;br /&gt;Esse dispositivo, no entanto, está em suspenso por causa de uma Ação de Inconstitucionalidade (ADI) movida por cinco estados - Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará - no Supremo Tribunal Federal (STF). Em resposta à demanda dos governadores foi concedida uma liminar que autoriza, entre outras coisas, a inclusão das gratificações e outras vantagens como parte do piso até o julgamento final da ADI no Supremo - o que ainda não tem previsão para ocorrer.&lt;br /&gt;A liminar agrada a gestores, que alegam dificuldade para obter recursos para cumprir a lei. Ao mesmo tempo, opera uma modificação conceitual importante: o piso deixa de ser o salário-base e ganha a condição de remuneração-base.&lt;br /&gt;Isso é relevante quando se considera que, em várias localidades, as gratificações, bônus e outros benefícios respondem por parcela significativa dos vencimentos - quando não é maior que o salário-base. É o que ocorre, segundo a CNTE, em estados como o Ceará, onde um professor com formação de nível médio recebe, por 40 horas de trabalho, R$ 437,58 de salário, mas tem uma remuneração total de R$ 950.&lt;br /&gt;A secretaria estadual de Educação do Ceará estima que esse artifício tenha beneficiado 2,3 mil docentes cuja remuneração era inferior ao mínimo legal, em um universo de 13,6 mil efetivos e 9 mil temporários. A remuneração média no estado, contudo, é de R$ 2.477,82, pois 80% dos professores na ativa têm licenciatura na área em que atuam e pós-graduação.&lt;br /&gt;"O piso é importante para a recomposição da carreira docente e o Brasil está atrasado nesse processo", analisa Maria Auxiliadora, do Consed. Se os professores não forem bem remunerados, será difícil atrair bons profissionais, dificultando a solução de problemas crônicos, como o déficit docente nas redes públicas, estimado pelo Ministério da Educação (MEC) em 350 mil, alerta ela.&lt;br /&gt;A estimativa é que, a partir de 2010, 45% dos professores da ativa sejam beneficiados pelo piso, considerando que aproximadamente 800 mil deles recebem menos do que o seu valor.&lt;br /&gt;A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada em 2007 pelo IBGE, calculou em R$ 1.369 a remuneração média dos professores no país, valor que inclui todos os profissionais - daqueles em início de carreira com formação de nível médio até os que estão prestes a se aposentar e têm diploma de ensino superior.&lt;br /&gt;"A atratividade da carreira é um dos segredos de sistemas bem-sucedidos", lembra Romualdo Portela, da USP, citando os exemplos da Finlândia, Inglaterra e Cuba. "Isso só se consegue com a valorização econômica e social da profissão." Esta ainda não é, contudo, a realidade do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-6852129032692262596?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/6852129032692262596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/pagar-pra-ver-resultados.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6852129032692262596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6852129032692262596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/pagar-pra-ver-resultados.html' title='Pagar pra ver (resultados)'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-2320841461873884449</id><published>2009-11-29T04:40:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T04:42:11.380-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:Folha Online'/><title type='text'>Falta de regra dificulta matrículas do 1º ano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Após a ampliação do ensino fundamental (antigo primeiro grau) de oito para nove anos, a falta de regras claras em relação à idade da criança que pode entrar no primeiro ano dificulta a realização de matriculas, segundo reportagem de Ricardo Westin e Fábio Takahashi, publicada na edição desta sexta-feira da Folha&lt;br /&gt;De acordo com o texto, todas as escolas terão obrigatoriamente de aumentar o ensino fundamental em 2010, e parte delas decidiu que a criança só pode entrar no ensino fundamental com seis anos já completos. Em outra parte, pode com cinco anos (desde que complete os seis durante o ano).&lt;br /&gt;O Conselho Nacional de Educação, ligado ao Ministério da Educação, diz que as crianças só devem ser aceitas no primeiro ano se já tiverem completado seis anos no início do ano letivo. "Ela não pode começar com cinco anos", diz a secretária nacional de Educação Básica, Maria do Pilar Lacerda.&lt;br /&gt;Para Eliane Yuri Utiyama, 37, mãe de Felipe, 5, o ideal para seu filho é que seja matriculado no 1º ano. "Ele já começou a alfabetização na escola. Seria frustrante para ele ficar numa turma com crianças mais novas e ouvindo do professor coisas que já sabe". Felipe conseguiu ser matriculado em um colégio particular que, em vez de olhar apenas a data de nascimento, considerou o histórico escolar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-2320841461873884449?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/2320841461873884449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/falta-de-regra-dificulta-matriculas-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2320841461873884449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2320841461873884449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/falta-de-regra-dificulta-matriculas-do.html' title='Falta de regra dificulta matrículas do 1º ano'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-6058243502084800842</id><published>2009-11-25T13:53:00.000-08:00</published><updated>2009-11-25T13:55:50.926-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fonte:www.mec.gov.br'/><title type='text'>Leonardo Boff propõe criação de novos sistemas de produção</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/Sw2n0UP1UlI/AAAAAAAAAH4/ZFdHUoRW8qk/s1600/bof.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 223px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408163244771988050" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/Sw2n0UP1UlI/AAAAAAAAAH4/ZFdHUoRW8qk/s320/bof.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Aplaudido de pé pelo público de 3 mil pessoas que lotou o auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães nesta quarta-feira, 25, o filósofo e teólogo Leonardo Boff surpreendeu a plateia em diversos momentos, durante a conferência Educação, culturas e integração, parte da programação do Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica. Boff defendeu a necessidade urgente da redefinição e “ressignificação” de todas as atividades. “Estamos passando por momentos críticos da história da humanidade e temos que escolher entre fazer uma aliança global para cuidarmos da terra e uns dos outros ou caminharemos para a destruição de tudo e todos”, disse. Dentre os problemas mundiais destacados pelo conferencista, ele chama a atenção para a insustentabilidade do planeta, que não consegue repor a maioria dos recursos naturais. “Do jeito que está não tem como ficar. Outro mundo não é possível, é necessário”, defendeu. Diante dessa realidade, segundo o teólogo, é preciso criar novos sistemas de produção, baseados em inteligência e espiritualidade, e não apenas na lógica econômica de mercado. “O problema não é econômico e sim saber como salvar a terra e a vida, trabalhando coletivamente e com intuito de subsistência. Esse deve ser o projeto mundial.” Ao questionar os avanços da tecnologia e a falta de sensibilidade do ser humano, que não se sente responsável por cuidar da natureza, Boff complementou a proposta apresentada pelo conferencista uruguaio Fernando Vargas, que expôs a dimensão social da globalização.Consultor da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Vargas afirma que é preciso criar um sistema de certificação única e de aprendizagem permanente para trazer nova forma de validação do conhecimento. “Todas as competências adquiridas ao longo da vida devem receber um certificado único, com todo conhecimento aprendido.” O tema da conferência vai permear os três debates da tarde desta quarta-feira 25, que vão tratar de assuntos como educação e interculturalidade; mobilidade estudantil e docente: desafios da formação; certificação e orientação profissional, e ações dos organismos e associações internacionais de integração, pesquisa e formação de redes de apoio ao desenvolvimento da educação profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assessoria de Comunicação Social do Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-6058243502084800842?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/6058243502084800842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/leonardo-boff-propoe-criacao-de-novos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6058243502084800842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/6058243502084800842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/leonardo-boff-propoe-criacao-de-novos.html' title='Leonardo Boff propõe criação de novos sistemas de produção'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/Sw2n0UP1UlI/AAAAAAAAAH4/ZFdHUoRW8qk/s72-c/bof.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-3655357445633329096</id><published>2009-11-07T07:13:00.000-08:00</published><updated>2009-11-07T07:20:52.899-08:00</updated><title type='text'>Veja 15 perguntas e respostas sobre o Enade 2009; 1,1 milhão fazem prova no domingo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Neste domingo (8), 1,1 milhão de universitários de 997 municípios estão convocados para o Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) 2009. Se você pensa em faltar à prova para aproveitar o fim de semana ensolarado, pense duas vezes: estar presente na avaliação é requisito obrigatório para conseguir o diploma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1- O que acontece se eu faltar à prova?&lt;/span&gt;Quem faltar, não se forma e fica com o diploma retido. O manual do Enade é bem claro: a prova é "componente curricular obrigatório aos cursos de graduação". No histórico escolar vai constar a informação de sua participação ou ausência no exame. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="geratabela" style="padding-right: 10px; padding-left: 0px; float: left; text-align: justify;"&gt;&lt;table style="text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" id="tblBox" border="0" cellpadding="0" cellspacing="1" width="195"&gt;&lt;thead id="tblHead"&gt;&lt;/thead&gt;&lt;tbody id="tblBody"&gt;&lt;tr id="tr_img_1"&gt;&lt;td class="fontArialBlack paddingTD_IMG bg1" id="td_img_1" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="img_foto1" title="Cris Castello Branco/UOL" alt="Cris Castello Branco/UOL" src="http://ed.i.uol.com.br/ultnot/enade2008.jpg" tag="img" border="0" width="208" height="146" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr id="tr_linkpe_1"&gt;&lt;td class="linkpe" id="td_linkpe_1"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a id="linkpe_link1" href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/09/03/ult1812u197.jhtm"&gt;&lt;span class="linkpe_texto" id="linkpe_texto1" tag="span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr id="tr_linkpe_2"&gt;&lt;td class="linkpe" id="td_linkpe_2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a id="linkpe_link2" href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/09/03/ult1812u200.jhtm"&gt;&lt;span class="linkpe_texto" id="linkpe_texto2" tag="span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2- Quais são os cursos que terão provas?&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os cursos avaliados são os seguintes: administração, arquivologia, biblioteconomia, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, estatística, música, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teatro, turismo. Também fazem prova os cursos de tecnologia em design de moda, em gastronomia, gestão de recursos humanos, gestão de turismo, gestão financeira, marketing e processos gerenciais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3- Existe alguém dispensado dessa avaliação?&lt;/span&gt;Pela lei, estão dispensados os que colaram grau até o dia 31 de agosto e os que tiverem, no dia da prova, cursando atividades curriculares no exterior (em um intercâmbio por exemplo). &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/08/24/ult1812u195.jhtm" target="_blank"&gt;Algumas instituições, como a USP (Universidade de São Paulo), por exemplo, boicotam o exame - o que implica que os alunos não participam&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4- É possível justificar a ausência?&lt;/span&gt;A assessoria de imprensa do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) informou que, após as outras edições da prova, foi aberto um prazo para justificativas dos faltantes, que são submetidas a avaliação de uma banca. Mas isso só acontece após o exame, depois de publicação das regras no Diário Oficial. Ou seja: até o momento, não há procedimentos definidos sobre o caso de abstenção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5- Qual é o horário da prova mesmo?&lt;/span&gt;A prova começa às 13h e não é permitida a entrada de retardatários. O MEC (Ministério da Educação) recomenda a chegada às 12h15.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6- Quero trocar meu local de provas. É possível?&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não. &lt;a href="http://enade.inep.gov.br/enadeConsulta/" target="_blank"&gt;Confira seu local de prova&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;7- Qual é a duração do exame? Há tempo mínimo para sair?&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A duração da prova é de, no máximo, quatro horas. A saída, até 2008, só era permitida com uma hora e meia de duração. No manual do candidato deste ano, não consta o tempo mínimo da prova.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8- O que é preciso levar?&lt;/span&gt;Só o documento de identificação (com fotografia), caneta esferográfica de tinta preta e gabarito de respostas do questionário sócio-econômico. Essas respostas não são obrigatórias. Se você esquecer ou não quiser levar, não há problemas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9- Não sei se tenho de fazer a prova, como descubro?&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Você pode consultar na &lt;a href="http://enade.inep.gov.br/enadeConsulta/" target="_blank"&gt;página oficial&lt;/a&gt; ou telefonar para o atendimento do governo, no Fala Brasil: 0800-616161 (ligação gratuita).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10- Todos os alunos são convocados?&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não. São convocados apenas os ingressantes e concluintes dos cursos avaliados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;11- Não fiz o Enade no ano passado e consegui meu diploma. Por quê?&lt;/span&gt;Pois é. A maior mudança do Enade em 2009 é que ele passou a convocar todos os ingressantes e concluintes. Até o ano passado, havia um sorteio de ingressantes e concluintes que faziam a prova.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12- Há motivos para fazer a prova? Ou posso só comparecer e deixar tudo em branco?&lt;/span&gt;É possível deixar tudo em branco. A nota dos alunos no Enade é utilizada para avaliar a universidade ou instituição de ensino. Uma nota boa, acaba contando para a universidade. O boicote, em geral, é descartado das contas pelo ministério.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;13- Como fico sabendo da minha nota?&lt;/span&gt;A divulgação do resultado oficial do exame é prevista para daqui a seis meses, sem data marcada. Cada estudante terá acesso à nota via internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;14- Como minha universidade vai saber se fiz o Enade?&lt;/span&gt;No dia 8 de dezembro, o MEC vai divulgar uma lista dos estudantes que estão em situação regular, ou seja, que participaram do Enade. Sem esse documento, não é possível fazer o registro de situação OK no histórico escolar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;15- Só para lembrar, o que é o Enade mesmo?&lt;/span&gt;É um exame que faz parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Ele é realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), autarquia do MEC. O objetivo é usar a nota do estudante como um dos indicadores de qualidade da faculdade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-3655357445633329096?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/3655357445633329096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/veja-15-perguntas-e-respostas-sobre-o.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3655357445633329096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3655357445633329096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/veja-15-perguntas-e-respostas-sobre-o.html' title='Veja 15 perguntas e respostas sobre o Enade 2009; 1,1 milhão fazem prova no domingo'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-4748962390465088024</id><published>2009-11-04T03:34:00.000-08:00</published><updated>2009-11-04T03:54:11.215-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:correio braziliense'/><title type='text'>Pesquisas mostram que o diretor é peça-chave para uma boa escola</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Formação de gestores, capacidade do diretor de integrar as áreas de atuação no dia a dia, atenção dedicada às metas de aprendizagem e habilidade para criar um clima escolar favorável. São esses os quatro segredos de uma escola bem sucedida, de acordo com a pesquisa Práticas comuns à gestão escolar eficaz, realizada pela Fundação Getulio Vargas em parceria com a Fundação Victor Civita. O estudo comparou 10 escolas de quatro municípios de São Paulo, entre abril e setembro deste ano, e revelou que as escolas que apresentam uma gestão eficaz atingem melhores resultados na aprendizagem de seus alunos. Para os pesquisadores, as características dessas escolas podem ser adotadas por outras e pensadas como políticas públicas para a educação brasileira.De acordo com o estudo, as escolas com melhores resultados apresentam corpo de gestores mais qualificado, com curso de especialização em gestão e administração escolar e pedagógica. Quanto maior o nível de especialização dos diretores, melhores os resultados da escola. Os dirigentes eficazes também conseguem exercer uma liderança que integra as oito áreas da escola: as gestões pedagógica, administrativa, financeira, de infraestrutura, da comunidade, das relações pessoais, dos resultados escolares e do relacionamento com a rede de ensino do município ou estado. Além disso, eles valorizam as avaliações externas como ferramentas importantes para definir metas.&lt;br /&gt;Ao analisar a pesquisa, o diretor do Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte, Wilson de Sousa Filho, destaca dois pontos como fundamentais para obter bons resultados: os exames externo e o clima na escola. “Os indicadores são muito importantes porque provam se o que estamos fazendo está certo ou errado. E se estiver errado temos de buscar consertar aqui dentro”, analisa. A escola teve 29 alunos aprovados no último PAS, o programa de seleção da Universidade de Brasília (UnB), e ficou entre as quatro melhores da rede pública do DF no Enem, o exame do Ministério da Educação, e no Siade, a avaliação feita pelo GDF. Entre as características que contribuem para o sucesso da escola está o comprometimento dos alunos com o estudo. “Aqui a gente não tem muito problema com indisciplina. Eu sou um paizão, mas também expulso aluno se for preciso”, garante Sousa. “Eles têm o manual do aluno e sabem quais são as normas. Nosso diálogo é muito bom.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Segundo a pesquisa da FGV, para atingir um clima agradável na escola, os diretores precisam ser organizados, comprometer a comunidade escolar com a aprendizagem dos alunos e estabelecer regras claras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A questão do ambiente escolar também ficou clara na pesquisa Melhores práticas em escolas e redes de ensino médio em quatro estados brasileiros, realizada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em parceria com o Ministério da Educação. O estudo, que ainda está em andamento, avalia 35 escolas do Ceará, Acre, São Paulo e Paraná com resultados acima da média do estado. E já apontou algumas características comuns às instituições, como normas de convivência claras, aceitas e incorporadas à dinâmica da escola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Além disso, o estudo destaca a importância da expectativa positiva em relação ao desempenho dos estudantes. Nas escolas pesquisadas, 85% dos gestores afirmaram que a maior parte dos alunos iria ser aprovada no vestibular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para o economista sênior de educação do BID, Carlos Alberto Herrán, as pesquisas devem contribuir para formular políticas públicas que valorizem a gestão escolar como instrumento para melhorar a qualidade do ensino no país. “Antes de estabelecer políticas públicas, é preciso aceitar que o resultado depende do que acontece dentro da escola. As políticas devem fazer efeito na gestão e na sala de aula”, ressalta."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os indicadores são muito importantes porque provam se o que estamos fazendo está certo ou errado. E se estiver errado, temos de buscar consertar aqui dentro"Wilson de Sousa Filho, diretor de escola&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Como obter bons resultados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Três pesquisas recentes mostram como funcionam escolas com boa avaliação e alunos bem sucedidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pesquisa: Práticas comuns à gestão escolar eficaz (FGV)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os quatro segredos das escolas eficazes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Formação dos gestores&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Capacidade de integração das áreas de atuação no dia a diaAtenção dedicada às metas de aprendizagem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Clima escolar positivo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pesquisa: Melhores práticas em escolas e redes de ensino médio em quatro estados brasileiros (BID e MEC)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Aprendizagem como foco central da escola&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Expectativas positivas de desempenho dos alunos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Elevado senso de responsabilidade profissional dos docentes com o sucesso de seus alunos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Trabalho em equipe e liderança reconhecidos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Preservação e otimização do tempo escolar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Normas de convivência clara, aceitas e incorporadas à dinâmica da escola&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Clima harmonioso: a escola como um lugar agradável para ensinar e aprender&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pesquisa: Quem é e o que pensa o gestor escolar (Ibope)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;80% estudaram em escola pública no ensino fundamental&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;73% fizeram o ensino médio em escola pública&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;53% concluíram o curso de graduação em instituição particular&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;93% avaliam como boa ou excelente a formação inicial&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;28% avaliam que a formação não os preparou para a gestão da escola&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Desconhecimento sobre avaliações&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Embora o estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) ressalte a importância das avaliações externas para a gestão eficaz, uma boa parte dos diretores brasileiros desconhece os resultados da própria escola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; A pesquisa Quem é e o que pensa o gestor escolar, realizada pelo Ibope a pedido da Fundação Victor Civita, entrevistou 400 gestores e revelou que 36% deles não sabem a nota recebida por sua instituição no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), o indicador da qualidade do ensino fundamental traçado pelo MEC.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para Mauro Morellato, gerente de projetos da Fundação Victor Civita, o desconhecimento do Ideb pode resultar em prejuízos para o gestor. “Isso revela que essa parte da amostra pesquisada não vai conseguir traçar nenhum plano de ação e nem avaliar o trabalho que está fazendo”, explica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quanto à formação desses profissionais, a pesquisa revelou que a maioria fez ensino fundamental (80%) e médio (73%) em escola pública, mas a graduação em instituição particular (53%). E ainda que, embora a maioria dos entrevistados (93%) avalie sua formação inicial como boa ou excelente, uma parte deles (28%) acha que essa formação não o preparou para atuar como gestor da escola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os diretores acreditam que a eleição direta é a melhor forma para chegar ao cargo. Isso porque, segundo os entrevistados que forneceram essa resposta (49%), a eleição aumenta o respeito que a comunidade tem em relação aos gestores. Os concursos aparecem em segundo lugar, escolhidos por 35% dos entrevistados, que alegaram ser essa a melhor forma de avaliar o conhecimento técnico do profissional.No dia a dia do trabalho, a maioria dos gestores acha que gasta muito tempo com questões burocráticas, podendo se dedicar pouco a atividades como planejamento, reuniões, relatórios, acompanhamento mais próximo de alunos e atividade de apoio à aprendizagem. Mas quando questionados sobre as características necessárias para um bom gestor, quase não foram citadas as opções que poderiam liberá-los das atividades burocráticas, como saber delegar, incentivar o trabalho em equipe e compartilhar a administração.Para Mauro Morelato, o Brasil não está muito longe de conseguir ampliar as práticas eficazes de gestão para mais escolas. “A gente está no caminho. À medida que conseguimos traçar esse perfil e identificar os pontos a serem melhorados, podemos estimular uma gestão profissionalizada”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-4748962390465088024?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/4748962390465088024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/pesquisas-mostram-que-o-diretor-e-peca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4748962390465088024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/4748962390465088024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/pesquisas-mostram-que-o-diretor-e-peca.html' title='Pesquisas mostram que o diretor é peça-chave para uma boa escola'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-5508185535883522920</id><published>2009-11-03T08:31:00.000-08:00</published><updated>2009-11-03T08:33:26.685-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:www.uol.com.br'/><title type='text'>Comissão do Senado pode votar 14º salário para professor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Comissão de Educação do Senado pode votar hoje (3) proposta que dá direito a um 14º salário para os professores da educação básica da rede pública de ensino. A sessão está marcada para as 10h.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O projeto é de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) e teve como relator o senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que apresentou o substitutivo. O texto estabelece que para ter direito ao 14º salário, os profissionais da educação básica pública precisarão elevar o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de sua escola em pelo menos 50%. O benefício também será pago aos profissionais que alcançarem o Ideb igual ou superior a sete. Pelo projeto, o pagamento do 14º salário deverá ocorrer até o fim do semestre subsequente ao da publicação dos resultados do Ideb.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-5508185535883522920?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/5508185535883522920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/comissao-do-senado-pode-votar-14.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/5508185535883522920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/5508185535883522920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/comissao-do-senado-pode-votar-14.html' title='Comissão do Senado pode votar 14º salário para professor'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-5581894002283528888</id><published>2009-11-01T12:09:00.000-08:00</published><updated>2009-11-01T12:16:58.125-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:www.uol.com.br'/><title type='text'>Matrícula de crianças na pré-escola e jovens no ensino médio será obrigatória a partir de 2016</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) aprovada pelo Senado esta semana, que garante mais R$ 9 bilhões para o orçamento da educação, veio acompanhada de uma grande mudança no acesso ao ensino. Ela determina que as crianças terão que entrar obrigatoriamente na escola aos 4 anos, na pré-escola, e só poderão sair aos 17, após concluírem o ensino médio. Hoje, apenas o ensino fundamental, que compreende a faixa etária dos 6 aos 14 anos, é obrigatório. As redes municipais e estaduais terão até 2016 para implementar a mudança gradualmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"A família é obrigada a matricular e o poder público a providenciar a vaga. O pai que não matricular a criança aos 4 anos ou deixar o filho de 15 a 17 anos fora da escola poderá ser penalizado pelo Ministério Público assim como a prefeitura ou o governo do estado que não oferecer a escola", explica a secretária de Educação Básica do MEC (Ministério da Educação), Maria do Pilar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ela admite que o Brasil está atrasado em relação a outros países. No Chile, Argentina e outros países da América Latina a obrigatoriedade da pré-escola já é uma realidade. "A primeira lei de obrigatoriedade da educação no mundo é da Alemanha e data do início do século 18. A nossa primeira lei que diz que os pais são obrigados a matricular a criança e o Estado a oferecer o ensino é a Constituição de 1988, que torna a educação um direito público subjetivo", compara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Especialistas em educação apontam que antecipar a entrada da criança na escola amplia suas chances de sucesso. "Fazer a pré-escola representa um impacto importante na alfabetização, no desenvolvimento escolar e nas chances de a criança chegar ao topo da educação básica. Quem começa a estudar aos 4 anos tem 38% mais chances de concluir o ensino médio do que quem ingressa diretamente no ensino fundamental", destaca o presidente-executivo do Movimento Todos pela Educação, Mozart Ramos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Segundo dados da a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) de 2008, a taxa de escolarização de pessoas com 4 ou 5 anos era de 72,8%. Isso significa que ainda é preciso colocar pouco mais de 25% das crianças dessa faixa etária na escola. Para Mozart, a tarefa deve ser cumprida antes do prazo de 2016 estabelecido pelo PEC.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma das razões apontadas por Mozart é de que, desde de 2007, o novo Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) inclui a educação infantil nos repasses de recursos da União para os municípios, o que fez crescer as matrículas nesta etapa. O MEC também criou no mesmo ano programa Proinfância, para construção de escolas de educação infantil. De acordo com Pilar, mais de mil unidades já foram entregues ou estão em construção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Já no ensino médio, o problema é um pouco mais complexo: apesar de 84% da população entre 15 e 17 anos estar matriculada na escola, muitas ainda estão no ensino fundamental. Desse total, apenas 48% está de fato no ensino médio. E, segundo Maria Pilar, dos 10 milhões de jovens que existem no Brasil, cerca de 13% não estão nem na escola nem no mercado de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"O problema do ensino médio é menos físico, de estrutura, e mais de concepção de projeto", compara. O diagnóstico do próprio ministério é de que o atual modelo é desinteressante para os jovens, criando altos índices de repetência e evasão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mozart defende que os recursos extras vindos com a PEC sejam aplicados justamente para fortalecer e melhorar a qualidade destas duas etapas. "O aumento dos recursos se completa com a questão da obrigatoriedade para que a gente possa universalizar a educação básica no Brasil. Em pleno século 21 é o que se espera de qualquer país que deseja ser protagonista", diz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-5581894002283528888?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/5581894002283528888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/matricula-de-criancas-na-pre-escola-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/5581894002283528888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/5581894002283528888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/11/matricula-de-criancas-na-pre-escola-e.html' title='Matrícula de crianças na pré-escola e jovens no ensino médio será obrigatória a partir de 2016'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-3161763289074599491</id><published>2009-10-29T04:17:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T04:19:26.123-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fonte:www.mec.gov.br'/><title type='text'>Senado Federal aprova fim da DRU para a educação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O plenário do Senado Federal aprovou em dois turnos na noite desta quarta, 28, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 277/08, que dispõe sobre o fim da Desvinculação de Receitas da União (DRU) para a educação. O texto também torna obrigatório o ensino dos quatro aos 17 anos de idade, ou seja, da educação infantil ao ensino médio. O texto será promulgado pelo Congresso Nacional. O ministro Fernando Haddad definiu a aprovação como um dia histórico para a educação do País.A PEC aprovada acrescenta terceiro parágrafo ao artigo 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para reduzir, anualmente, a partir do exercício de 2009, o percentual da Desvinculação de Receitas da União incidente sobre os recursos destinados à manutenção e desenvolvimento do ensino, de que trata o artigo 212 da Constituição Federal. A revinculação dos recursos passa a contar retroativa a janeiro. Com o fim da DRU para a educação, o MEC passará a contar com cerca de R$ 9 bilhões a mais por ano em seu orçamento. A redução será gradativa ao longo de três anos, até sua extinção total em 2011.A DRU retirava 20% dos recursos destinados à educação, provenientes de arrecadação de tributos e contribuições federais. Com a aprovação do texto, em 2009 e 2010 serão descontados 12,5% e 5%, respectivamente. Em 2011, não haverá mais a incidência da DRU na educação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-3161763289074599491?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/3161763289074599491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/senado-federal-aprova-fim-da-dru-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3161763289074599491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/3161763289074599491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/senado-federal-aprova-fim-da-dru-para.html' title='Senado Federal aprova fim da DRU para a educação'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-2952533374577052698</id><published>2009-10-29T04:15:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T04:17:20.086-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fonte:www.mec.gov.br'/><title type='text'>Estudantes da zona rural serão avaliados pelo exame este ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/Sul5sWqvxhI/AAAAAAAAAHQ/uyViRyXuypc/s1600-h/pb.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 243px; DISPLAY: block; HEIGHT: 195px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397979431286326802" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/Sul5sWqvxhI/AAAAAAAAAHQ/uyViRyXuypc/s320/pb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A terceira edição da Prova Brasil, que será aplicada entre 9 e 27 de novembro, vai avaliar pela primeira vez estudantes das escolas rurais do ensino fundamental. Participam da aferição alunos da quarta e da oitava séries (quinto ano e nono anos) das escolas públicas urbanas e rurais com 20 ou mais estudantes em cada uma dessas séries.&lt;br /&gt;Conforme dados do último censo escolar, 5,5 milhões de estudantes do ensino fundamental farão a prova — 2,88 milhões da quarta série e 2,63 milhões da oitava. Esse conjunto de alunos estuda em 57.552 escolas públicas, das quais 46.972 estão na área urbana e 10.580 no campo.&lt;br /&gt;Os testes abrangem língua portuguesa e matemática. Para a quarta série, são 22 questões de cada disciplina, divididas em blocos de 11 perguntas; para a oitava série, 26 questões por disciplina, em blocos de 13 arguições. O tempo para responder a cada bloco é de 25 minutos para ambas as séries.&lt;br /&gt;Desde 2005, quando foi criada, a Prova Brasil define o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) por escola, por município, por estado e nacional. Em 2005, a média nacional do Ideb foi de 3,8 pontos, numa escala até dez. Em 2007, subiu para 4,2 pontos. A meta do Brasil é alcançar seis pontos em 2022, ano da comemoração dos 200 anos de independência. Seis pontos é o índice da educação dos países desenvolvidos.&lt;br /&gt;De acordo com a coordenadora-geral do ensino fundamental da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, Edna Martins Borges, como o Ideb orienta a definição, por prefeitos, governadores e Ministério da Educação, de políticas públicas para o ensino fundamental, é importante que as escolas se mobilizem para as provas. “O estudante é parte do retrato da educação brasileira. Se ele faltar à escola no dia do exame, o retrato ficará incompleto”, diz Edna.&lt;br /&gt;O dia em que cada escola vai realizar os testes, dentro do período de 9 a 27 de novembro, depende de agendamento. A aplicação não tem a participação dos professores. A prova é elaborada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), enquanto a aplicação e a correção cabem ao consórcio Consulplan-Avalia, contratado para a Prova Brasil. Cerca de 14 mil pessoas vão trabalhar nessas duas fases do exame.&lt;br /&gt;Modelos — Em junho deste ano, foram publicados no portal do MEC &lt;/span&gt;&lt;a href="http://provabrasil2009.inep.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;modelos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; de provas das duas disciplinas para conhecimento dos professores. Os testes-modelo de matemática e de língua portuguesa têm a mesma estrutura e características da Prova Brasil. Segundo Edna Borges, a divulgação ajuda os professores a compreender como as questões são estruturadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-2952533374577052698?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/2952533374577052698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/estudantes-da-zona-rural-serao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2952533374577052698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/2952533374577052698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/estudantes-da-zona-rural-serao.html' title='Estudantes da zona rural serão avaliados pelo exame este ano'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/Sul5sWqvxhI/AAAAAAAAAHQ/uyViRyXuypc/s72-c/pb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-1981692694605867253</id><published>2009-10-24T06:48:00.000-07:00</published><updated>2009-10-24T07:07:39.123-07:00</updated><title type='text'>Programa  de Alfabetização de Jovens,Adultos e Idosos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Prefeitura Municipal de São Rafael/RN por meio da Secretaria Municipal de Educação, implantou nesse segundo semestre de 2009 em parceria com o Governo Federal, através do Programa Brasil Alfabetizado, o Programa &lt;strong&gt;São Rafael, te quero lendo e escrevendo&lt;/strong&gt;, que tem como objetivo erradicar o analfabetismo no municipio,e que segundo os dados do IBGE-2000(dados trabalhados pelo FNDE/INEP)ultrapassa os 35%.O citado programa  vai atender 300 alunos distribuidos na zona ruaral e urbana do municipio,com 28 alfabetizadores populares e, 02 coordenadores de turma responsáveis, pelo o acompanhamento da prática docente alfabetizadores durante a execução do programa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O &lt;strong&gt;São Rafael, te quero lendo e escrevendo&lt;/strong&gt;, na sua primeira etapa tem  uma duração de 8 meses, periodo esse correspondente ao inicio das matriculas para o segundo semestre de 2010 para os alunos se matriculares nas turmas de Educa de Jovens, e Adultos, pois a finalidade do programa alé de ensinar a ler e escrever, é incentivar os alunos a continuarem frequentando a sala de aula nas escolas que atendem a clientela de jovens e adultos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Durante o periodo de 20 a 23 de outubro, aconteceu a formação inicial de alfabetizadores e coordenadores do turma do citado programa, a fim  de adquirirem subsidios necessários a realização da prática docente alfabetizadora, e uma das novidades nessa formação foi a capacitação sobre a realização do Teste de Acuidade Visual, onde os alfabetizadores e coordenadores tiveram a oportunidade de na prática poder aprender a realizar a técnica, a qual é recomendada pelo governo federal como instrumento para a aquisição de óculos para os alunos que apresentam difuldades de refração ocular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O prgrama iniciará neste dia 27 de outubro com a realização da aula inaugural no auditório da Câmara Municipal do municipio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-1981692694605867253?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/1981692694605867253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/programa-de-alfabetizacao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1981692694605867253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/1981692694605867253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/programa-de-alfabetizacao-de.html' title='Programa  de Alfabetização de Jovens,Adultos e Idosos'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-7945487618989160937</id><published>2009-10-24T06:17:00.000-07:00</published><updated>2009-10-24T06:24:56.580-07:00</updated><title type='text'>Professor do Campus de Assu participa do II Fórum Internacional de Pedagogia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O professor Aldeci Fernandes da Cunha do Departamento de Pedagogia do Campus Avançado Prefeito Walter de Sá Leitão teve sua proposta de trabalho, intitulada &lt;strong&gt;Educação inclusiva:as interfaces desse processo na prática pedagógica dos professores do Ensino Fundamental&lt;/strong&gt; selecionada para compor a programação do II Fórum Internacional de Pedagogia, que acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de novembro deste ano, em Campina Grande, no vizinho Estado da Paraíba&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-7945487618989160937?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/7945487618989160937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/professor-do-campus-de-assu-participa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7945487618989160937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/7945487618989160937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/professor-do-campus-de-assu-participa.html' title='Professor do Campus de Assu participa do II Fórum Internacional de Pedagogia'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-8201721337773633402</id><published>2009-10-24T06:10:00.000-07:00</published><updated>2009-10-24T06:13:21.337-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte:Agenca Estado'/><title type='text'>Aluno de 12 anos agride professora em Florianópolis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Agressão física e ofensas verbais de um aluno de 12 anos da 5ª série do Ensino Fundamental contra sua professora de português viraram caso de polícia. O fato ocorreu ontem, em Florianópolis, na sala de aula do Instituto Estadual de Educação (IEE), maior colégio público de Santa Catarina, atualmente com cerca de cinco mil alunos matriculados.A repreensão da professora ao adolescente que brincava com o celular enquanto a aula era dada deu origem à briga. Segundo versão da professora, que preferiu não se identificar, o aluno se recusou a guardar o celular ao seu primeiro pedido. Quando pediu para que o aparelho lhe fosse entregue, o aluno levantou-se da carteira e partiu em sua direção com agressões verbais e físicas."Me deu um tapa no braço e veio para me dar um soco. Eu disse que se ele tivesse este tipo de atitude teria que encaminhá-lo para a polícia", relatou a professora.Com o adolescente descontrolado e chutando carteiras de outros alunos, a professora pediu o auxilio de um coordenador, sendo os dois encaminhados para a direção da escola. Em seguida, a professora procurou a polícia para fazer um boletim de ocorrência. Conforme a professora, esta foi sua primeira agressão física feita por um aluno em 21 anos de magistério.Com histórico de agressões verbais a outros professores, o adolescente foi afastado da escola, preliminarmente, por um período de sete dias, podendo ser afastado definitivamente. A professora recebeu folga por tempo indeterminado. A diretora geral do IEE, Gilda Mara Marcondes, defendeu a professora. "Ela ficou ferida no braço mas também no coração. Isso abala", comentou.Este não foi o primeiro caso de agressão no ambiente interno do IEE neste ano. Na primeira quinzena de agosto deste ano, uma mãe de aluno entrou no colégio e agrediu violentamente, com tapas e pontapés, uma professora. A mãe justificou o ato à denúncia da filha de oito anos que sua professora lhe batia.Por conta da repercussão do caso as aulas chegaram a ser suspensas. Cerca de 100 professores da instituição repudiaram a atitude violenta em passeata pelas principais ruas da cidade. Pelo menos outras três agressões graves contra professores foram registradas em 2008 e 2009 em Florianópolis. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3060104053633519617-8201721337773633402?l=profaldecy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profaldecy.blogspot.com/feeds/8201721337773633402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/aluno-de-12-anos-agride-professora-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/8201721337773633402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3060104053633519617/posts/default/8201721337773633402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profaldecy.blogspot.com/2009/10/aluno-de-12-anos-agride-professora-em.html' title='Aluno de 12 anos agride professora em Florianópolis'/><author><name>Aldecy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01217661980920171959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SvBtdk-4mnI/AAAAAAAAAHY/iDIy5ppybpk/S220/Imagem%2520001%5B1%5D'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3060104053633519617.post-3559358735689647287</id><published>2009-10-24T06:02:00.000-07:00</published><updated>2009-10-24T06:06:13.506-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fonte:www.mec.gov.br'/><title type='text'>Provinha Brasil Exame do segundo semestre chega às escolas em novembro</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SuL7uj60WWI/AAAAAAAAAHI/28yxfQM-WUE/s1600-h/provinhsa+brassil.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 243px; DISPLAY: block; HEIGHT: 195px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396152080877771106" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rER0ZUemIp4/SuL7uj60WWI/AAAAAAAAAHI/28yxfQM-WUE/s320/provinhsa+brassil.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Escolas das redes públicas com turmas do segundo ano (alfabetização) do ensino fundamental receberão em novembro a Provinha Brasil, relativa ao segundo semestre. O período de aplicação sugerido pelo Ministério da Educação vai de 9 a 13 do próximo mês.Mesmo que seja opcional, a provinha impressa chegará a todas as escolas municipais, estaduais e do Distrito Federal que registraram turmas de alfabetização no último Censo Escolar. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) indicam que 3,5 milhões de crianças estão no segundo ano do ensino fundamental público.A provinha de língua portuguesa, com 24 questões de múltipla escolha, é aplicada pelo professor em sua turma. A correção e a análise dos resultados também são tarefas do professor, mas podem ter a participação de outros professores, da coordenação pedagógica e da direção da escola. Para a coordenadora-geral do ensino fundamental da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, Edna Borges, a provinha permite ao professor, ao analisar os resultados obtidos pelas crianças, identificar as dificuldades da aprendizagem e traçar um plano de trabalho para superar os problemas que aparecem. Segundo Edna, a avaliação do segundo semestre também oferece informações ao professor e à escola sobre a evolução no aprendizado entre a aplicação das duas provas.No primeiro semestre deste ano, a provinha foi aplicada entre 9 e 20 de março. O objetivo do exame é constatar se, aos oito anos de idade, a criança está alfabetizada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Apoio&lt;/strong&gt; — Para apoiar o trabalho dos professores do ciclo de alfabetização, que vai dos seis aos oito anos de idade, o Ministér
